Elas na robótica! Elas na ciência!

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado a cada ano em 11 de fevereiro, é liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e pela Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) em colaboração com instituições e parceiros da sociedade civil que promovem o acesso e a participação de mulheres e meninas na ciência.

Na semana em que se celebra o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o Sesi destaca como um currículo inovador incentiva a participação feminina nas disciplinas que preparam para as profissões do futuro. Há pelo menos uma década, o Sesi-ES trabalha com as disciplinas de Robótica e Empreendedorismo, sendo pioneiro no Espírito Santo ao inseri-las em sua grade curricular. Enquanto uma auxilia as alunas técnicas de programação e como lidar com robôs, a outra prepara para o mercado e as mudanças econômicas.

Raciocínio lógico, trabalho colaborativo e criatividade são apenas alguns dos benefícios trazidos pela robótica aplicada à educação de crianças e adolescentes.  A partir de 2020, a Robótica passa a ser ensinada desde a 3ª série do Ensino Fundamental I. Já o Empreendedorismo é inserido na grade das turmas de 1ª série ao 9º ano do Ensino Fundamental.

Torneio Sesi de Robótica

Somente neste ano, em todo o Brasil, mais de 2.200 meninas se inscreveram no Torneio Sesi de Robótica FIRST LEGO League (representando 43% dos jovens). A competição promove o aprendizado por meio do universo STEAM (sigla para Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), metodologia de ensino presente em todas as escolas da rede, que abre portas para as profissões do futuro e exerce importante papel em estimular o acesso e a participação de meninas na ciência. No Espírito Santo, o Torneio de Robótica FLL (First Lego League) será realizado na unidade Sesi de Jardim da Penha, nos dias 14 e 15 de fevereiro. A FFL é uma competição internacional que tem como objetivo trabalhar a concorrência amigável e despertar o interesse pela matemática e ciências. Junto da First Lego League, teremos uma competição na qual as equipes precisam projetar, modelar e testar um protótipo de um carro de F1.

Maior participação de mulheres na ciência é tendência no Brasil e no mundo! 

 

ONU destaca, que nos últimos 15 anos, a comunidade global fez um grande esforço para inspirar e envolver mulheres e meninas na ciência. | Foto: Divulgação/ ONU Mulheres Vietnã – Pham Quoc Hung.

No mundo, em geral, a participação de mulheres na ciência – a base do desenvolvimento da inovação – tem crescido de forma significativa. De acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) e o relatório Elsevier Gender in The Global Research Landscape (Gênero no cenário da pesquisa global, em tradução livre), de 2017, mulheres respondem por 40% dos pesquisadores em nove das 12 regiões geográficas analisadas: União Europeia (28 países considerados em bloco), Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, França, Brasil, Dinamarca e Portugal.

No Brasil, a relação de gênero, em número de pesquisadores, está mais próxima da igualdade: 49% dos autores de pesquisa e artigos científicos são mulheres. Só entre 2011 e 2015, a participação das mulheres cresceu 11% no país, índice semelhante ao da Dinamarca.

 

Nos próximos anos, a pesquisa científica vai desempenhar um papel fundamental no monitoramento de tendências relevantes em áreas como segurança alimentar, saúde, água e saneamento, energia, gerenciamento de ecossistemas oceânicos e terrestres e alterações atmosféricas. As mulheres vão desempenhar um papel essencial na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao ajudar a identificar problemas globais e encontrar soluções. Apesar dos ganhos notáveis que as mulheres conquistaram na educação e na força de trabalho nas últimas décadas, o progresso foi desigual. De acordo com o Instituto de Estatísticas da UNESCO (UNESCO-UIS), apenas 28% dos pesquisadores do mundo são mulheres. Por isso é tão importante promover a igualdade da participação de mulheres na ciência requer uma mudança de atitudes: as meninas precisam acreditar nelas mesmas como cientistas, exploradoras, inovadoras, engenheiras e inventoras.

 

 

* Com informações da Agência CNI de Notícias e da assessoria da Unesco.

*Por Thaissa Dilly

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Dez alunos do Sesi-ES participam do MiniONU em Minas Gerais

Evento da PUC Minas reúne mais de 1,2 mil alunos do Ensino Médio de 80 escolas públicas e privadas de todo o país e simula reuniões de comitês da Organização das Nações Unidas (ONU)

 

Grupo foi selecionado entre 175 participantes do Sesi ONU e entre os 20 alunos com melhor desempenho em Postura Diplomática e Fundamentação Teórica do Documento de Posição Oficial (DPO) durante a atividade

Olha que bacana: dez alunos estão representando o nosso Sesi no MiniONU 2019, evento da  Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), que simula reuniões de comitês da Organização das Nações Unidas (ONU) e realiza um debate sobre temas de relevância internacional.

Nossos meninas e meninos estão no campus Coração Eucarístico, localizado em Belo Horizonte, desde sábado (12), junto com alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio de 80 escolas públicas e privadas de todo o país. Ao todo, são 1,2 mil participantes nessa edição, que se encerra nesta terça-feira (15).

Neste ano, o evento é composto 27 Comitês da ONU, que abordam as mais diversas áreas temáticas, como segurança, direitos humanos, economia, desenvolvimento, justiça e imprensa.  Para que haja a efetiva promoção do intercâmbio de experiências e networking entre estudantes de diversas partes do país, a PUC recomenda que não sejam inscritos mais que seis alunos da mesma escola em um mesmo comitê.

O grupo que representa o Sesi-ES foi selecionado em meio a 175 estudantes das 12 unidades no estado que participaram do projeto Sesi ONU, realizado em junho. Esses alunos são: André Luis de Melo Ramos, Arthur Lopes Gomes de Souza e Elissa Brunelli Borges, do Sesi Araçás, em Vila Velha; Kesia Oliveira Nascimento, do Sesi Campo Grande, em Cariacica; Dominique Coelho Freitas, Gustavo Leonel Costa Rodrigues, João Vitor Mattos Malini, Marcelo Alves de Castro Filho e Vitor de Moura Dalmaschio, do Sesi Jardim da Penha, em Vitória; e Mariana Queiroz Almeida Balestrero, do Sesi Porto de Santana, em Cariacica.

A viagem é supervisionada pelo professor de geografia, Leandro Zanetti , e  a analista de Educação da Gerência de Educação Básica do Sesi, Maria Luiza Cao Bicalho.

Entenda a preparação

Para poderem participar do evento, a PUC Minas exige que os alunos passem por uma preparação em suas escolas, sob supervisão dos professores. Essa fase faz parte da grade curricular das unidades Sesi-ES, que anualmente realiza o Sesi ONU, uma adaptação do modelo de assembleia de estudantil da universidade mineira.

A preparação dos alunos conta com duas etapas. A primeira é o Sesi MiniONU, realizada em forma de atividade avaliativa para todos os alunos das séries envolvidas, nas 12 unidades Sesi do Espírito Santo. Esse trabalho é multidisciplinar e pode durar até três meses, com uma verdadeira imersão no universo das Nações Unidas. Além de história e geografia, os alunos estudam os aspectos culturais, políticos e econômicos dos países que irá representar. Ainda, realizam pesquisas em documentos que contenham o registro da reunião original para entenderem o contexto dos comitês que irão integrar. Algumas dessas comissões exigem que eles se aprofundem também no estudo de línguas estrangeiras, principalmente o inglês.

Dessa atividade, saem os estudantes que seguem para o Sesi ONU, que reúne integrantes de diversas unidades da instituição. Neste ano, essa segunda etapa preparatória para o evento nacional ocorreu em junho, na unidade de Jardim da Penha, em Vitória, e contou com 175 participantes.

Durante um dia de atividades, geralmente um sábado, eles se vestem à caráter e dão vida à diplomatas, delegados de países ou entidades representantes; diretores de mesa e voluntários de sete comissões, escolhidas de acordo com a definição da MiniONU PUC Minas. Essa performance é avaliada levando-se em conta dois quesitos principais: Estrutura e Fundamentação Teórica do Documento de Posição Oficial (DPO), e Postura Diplomática.

Os 20 alunos que apresentam melhor desempenho nessas categorias são homenageados com menção honrosa. E desses premiados são selecionados os representantes da instituição na etapa nacional.

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Seu filho também pode participar de um projeto como esse!

Estamos com matrículas abertas para 2020 em todas as unidades do Estado. Clique aqui, conheça nossos projetos, descubra porque somos uma instituição de ensino diferenciada e inscreva o seu filho!

Sobre o MiniONU

Durante o MiniONU PUC Minas, alunos da 1ª e 2ª série de Ensino Médio de escolas públicas e privadas de todo país vivenciam a rotina de diplomatas e discutem temas relevantes na agenda internacional. Divididos em 27 comitês, eles dão vida a delegados de países ou entidades representantes das Nações Unidas e precisam defender a política externa de suas representações. Ao fazer isso, precisam deliberar, pactuar e criar consensos para os temas levantados nas comissões.

Dessa forma, aprimoram seus conhecimentos, bem como desenvolvem competências e habilidades importantes para suas vidas acadêmicas e relações interpessoais. Entre elas, podemos destacar: o trabalho em equipe, a gerência do imprevisto, o empreendedorismo, e a capacidade de diálogo, de negociação e de relacionamento.

Além disso, ao possibilitar o contato do aluno com realidades distintas, o MiniONU também promove a pluralidade, a diplomacia, o respeito à diversidade cultural e de opiniões. Isso promove o desenvolvimento de suas capacidades de percepção e compreensão sobre acontecimentos globais, além de trabalhar com os adolescentes participantes três importantes comportamentos: a tolerância, a resiliência e a humanidade.

Essas características foram frisadas pelo coordenador geral do MiniOnu PUC Minas, professor Rodrigo Corrêa Teixeira, durante a cerimônia de abertura do evento, que completa 20 anos. “Muito além dos números gigantescos nestas duas décadas, o MiniONU significou transformação na vida de milhares de pessoas. E transformação tornou-se sinônimo do MiniONU, projeto que se move em diálogo com a sociedade e com a educação”, afirmou.

Realizado pelo Departamento de Relações Internacionais da PUC Minas, esse Modelo Intercolegial das Nações Unidas (MiniONU) é o maior da América Latina. Ele também é um projeto de extensão universitária do curso de Relações Internacional, que visa o aprimoramento acadêmico dos estudantes.

Como funciona

Ao chegarem na PUC Minas Gerais, os estudantes são recepcionados por alunos do curso de Relações Internacionais. Cada um deles já têm as informações sobre o país que irá representar, o Comitê que irá integrar e qual tema deverá discutir. Além da preparação nas próprias escolas, como no Sesi ONU, eles recebem um Guia de Estudos disponibilizado pela universidade para auxilia-los nos estudos sobre os temas dos comitês, além de documentos e pesquisas individuais possibilitada pelo site oficial do MiniONU.

O primeiro dia de programação é marcado por uma solenidade oficial, com pronunciamento de autoridades, palestra e declaração de abertura dos trabalhos pelo Secretário Geral do MiniONU PUC Minas. No dia seguinte, os alunos participam de uma apresentação geral e uma revisão das regras de debate. A partir deste momento cada comitê passa a usar sua língua oficial, que pode ser o português, inglês ou espanhol.

Após a revisão de regras, os alunos, agora delegados, dão início aos debates que duraram três dias. Durante este período são realizadas palestras e reuniões com professores responsáveis e com os alunos representantes das escolas. No último dia, os delegados de cada Comitê devem redigir uma resolução ou uma carta que oficializa as decisões tomadas naquela reunião.

Por Fiorella Gomes

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Sesi está com matrículas abertas para 2020 em todo o Estado

Do Ensino Infantil ao Médio, o Sesi trabalha com metodologias que preparam os alunos para o mercado do trabalho

Imagina uma escola em que os alunos possam ser protagonistas do próprio aprendizado? Que possam desde cedo preparar o seu plano de vida e se preparar para o mercado de trabalho? Esse é o Sesi-ES que está com matrículas abertas em todas as suas 12 unidades a partir desta segunda-feira (23).

O primeiro passo para matricular seu filho no Sesi é preencher o Cadastro de Interesse no site sesi-es.org.br/matriculas2020.

A chamada para matrícula começa a partir do dia 30 de setembro e deve ser realizada presencialmente na unidade escolhida. Quem efetivar a inscrição até o dia 14 de novembro, consegue o benefício de 25% de desconto na primeira mensalidade sobre o valor de tabela. O desconto não é cumulativo.

Rematrículas

Os pais que já possuem filhos estudando no Sesi, recebem a partir desta segunda, uma carta de interesse de rematrícula. As rematrículas com garantia de vaga também devem realizadas entre os dias 30 de setembro e 14 de novembro. Neste período, também haverá descontos de 25% na primeira mensalidade sobre valor de tabela.

A novidade é que as rematrículas esse ano podem ser feitas via internet, por meio do Portal do Aluno no site do Sesi. Mas quem desejar fazer presencialmente, deve comparecer na unidade conforme cronograma de datas disponibilizado na carta.

Para mais informações, os pais devem entrar em contato pelo telefone: 0800 102 0880 ou via site sesi-es.org.br/matriculas2020.

Clique aqui e preencha o seu cadastro de interesse!
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Por que estudar no Sesi?

Os impactos da transformação digital na Educação e no Mercado de Trabalho são acompanhadas ativamente pelo Sesi-ES. Por isso, a instituição trabalha com metodologias que orientem os alunos a desenvolverem as competências e habilidades socioemocionais. Essas são necessidades apontadas para inserção profissional futura. Assim, eles são estimulados a serem protagonistas de seu próprio aprendizado.

“Essa nova realidade traz um grande desafio para as crianças e adolescentes que, logo mais, estarão entrando no mercado de trabalho. No Sesi, tivemos um cuidado muito grande em trazer metodologias e elementos que atendam ao conceito de Indústria 4.0. Eles são trabalhados do ensino infantil ao médio, assim como as disciplinas tradicionais”, explica o superintendente do Sesi, Mateus de Freitas.

 

Equipe do Sesi testa robô durante o Desafio de Robótica na Indústria

São metodologias e disciplinas que incentivam o aluno a “colocarem a mão na massa”. Ou seja, elas aliam a teoria à prática. Uma postura disruptiva que permite ao aluno não apenas assistir a aula, mas ajudar a desenvolver o seu próprio método de ensino. Dessa forma, ele passa de coadjuvante a protagonista do próprio aprendizado. Já o professor assume o papel de facilitador da matéria aplicada em sala de aula.

Há pelo menos uma década, o Sesi já trabalha com disciplinas como Robótica e Empreendedorismo, sendo pioneiro no Estado ao inseri-las em sua grade curricular. Enquanto uma auxilia o aluno técnicas de programação e como lidar com robôs, a outra prepara para o mercado e as mudanças econômicas. Inicialmente, era aplicada a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. Entretanto, a partir de 2020, a Robótica passa a ser ensinada desde a 3ª série do Ensino Fundamental I. Já o Empreendedorismo é inserido na grade das turmas de 1ª série ao 9º ano do Ensino Fundamental.

Cultura Maker

Desde o ano passado, a instituição adotou novos conceitos como o Ensino Maker. Ele contribui para o desenvolvimento do raciocínio lógico, da memória, da interação com os colegas e do trabalho em grupo. Estimulando atividades práticas, o Maker ajuda o aluno a fixar o conhecimento, como explica o gerente de Educação Básica do Sesi, Samuel Saibert.

“Essa metodologia faz com que o estudante compreenda determinados assuntos, aplicando-os em sua realidade, o que permite uma absorção maior e mais rápida sobre o tema”.

Saindo da rotina e com momentos dinâmicos, essas aulas são desenvolvidas em espaços amplos, chamados “Espaço Maker”, onde os alunos podem analisar situações e construir, com as próprias mãos, soluções para problemas ou desafios que são apresentados pelos professores. Assim, eles abandonam os infinitos exercícios no papel e passam a realizar atividades utilizando, por exemplo, peças de Lego ou elementos da Robótica. Cada unidade do Sesi no Estado conta com um espaço desse.

“Quando passam a buscar caminhos diferentes para cumprir determinada tarefa com excelência, estão sendo desenvolvidas infinitas habilidades e competências cognitivas. Afinal, não existe mais a receita de bolo pronta. Agora, esses estudantes devem ser responsáveis pelo seu aprendizado, podendo chegar a um resultado por exploração de caminhos ainda desconhecidos”, explicou Samuel.

 

Orientação Profissional e Emocional

Em expansão nas unidades do Estado, o Programa de Orientação Profissional e Emocional (POPe) é outro diferencial do Sesi, com o objetivo de ajudar o aluno a traçar um projeto de vida. Ele auxilia nas escolhas profissionais; na compreensão, na identificação e a como trabalhar suas emoções, além de ajuda a trabalhar também com as emoções das outras pessoas no ambiente escolar.

Alunos do Sesi Jardim da Penha em aula piloto do POPe

“Como o desenvolvimento de nossas crianças e adolescentes se dá em um mundo volátil, há a necessidade de recriarmos nossas escolas, propondo ambientes de aprendizagem fundamentados na pesquisa de si e do mundo, proporcionando uma elaboração mais consciente para o seu projeto de vida”,  afirma o psicopedagogo e filósofo Sérgio de Oliveira, coordenador do POPe e especialista do Núcleo de Apoio Psicossocial do Sesi/ES.

Inicialmente abrangendo alunos do Ensino Fundamental II (6º ao 9º) e Ensino Médio, em 2020, o POPe começa a ser trabalhado com alunos do Ensino Infantil e do Ensino Fundamental I.

“O Sesi busca formar pessoas capazes de se desenvolver como agentes de sua própria aprendizagem, saber fazer uma leitura crítica do mundo e se reconhecer como cidadão autônomo, crítico, criativo, empreendedor, com capacidade de aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a viver com os outros”, explica Sérgio.

Bilíngue

Saber um segundo idioma já é uma exigência do mercado de trabalho há alguns anos, mas em plena Era do Conhecimento e da Indústria 4.0, essa necessidade fica ainda mais em evidência, principalmente do inglês. Por isso, o programa de Ensino Bilíngue do Sesi possui uma carga horária três vezes superior à de outras unidades de ensino quando o assunto é a língua inglês, sem acarretar acréscimo de valores na mensalidade.

“O programa permite nossos alunos a chegarem ao mercado de trabalho mais à frente com destaque, pois o método que o Sesi adota possibilita o aumento da bagagem cultural, o desenvolvimento de habilidades de escuta e sensibilidade a linguagens, o aumento da memória e da capacidade de multitarefas, além de redobrar a atenção do aluno”, pontua a diretora de Educação do Sesi/Senai, Priscilla Carneiro.

O Ensino Bilíngue abrange alunos da 1ª série do Ensino Fundamental I ao 9º ano do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio.

Gamificação

Conseguir a atenção dos alunos é um desafio nessa era da transformação digital, em que eles se encontram multiconectados, recebendo uma gama de informação muito grande. Por isso, a gamificação – ou seja, o uso de elementos dos jogos de forma a auxiliar no processo de ensino e aprendizado dos alunos – tem sido uma aposta do Sesi para tornar as aulas mais dinâmicas, falando a língua da criança e do adolescente e, assim, despertando o interesse deles pelo conteúdo ensinado e aumentando sua participação na aula.

Ferramentas como Kahoot, o Matific e Geogebra já são utilizadas na Rede para o ensino, por exemplo, da Matemática. Além disso, conceitos como biodiversidade, conservação e mudança climática são apresentados aos alunos por meio do mundo imersivo do Minecraft – jogo em alta no universo infanto-juvenil. No Minecraft for Education, eles aprendem lições sobre a importância da biodiversidade para o passado e para o futuro.

 

Alunos do Sesi de Jardim da Penha conhecem o Lean Game, novidade do próximo ano

Novidade

E não para por aí. No ano que vem, os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio passam a contar com uma nova ferramenta interativa: o Lean Game. Já utilizado nas consultorias do Senai para facilitar a disseminação da cultura do Lean Manufacturing ou manufatura enxuta, que trabalha com ferramentas de melhorias contínuas na produtividade de empresas, em sala de aula, ele passa a conectar a educação e o mundo do trabalho.

“Não dá para achar que essa nova geração vai aprender no formato tradicional. Então, trazer plataformas de jogos para o ambiente educacional é inevitável, porque elas ajudam no processo de aprendizado e conseguimos criar uma cultura importante para as novas gerações. Com Lean Game no ensino básico estamos criando uma geração mais produtiva para o nosso estado”, explica Mateus de Freitas.

O game também pode ser adaptado para outras disciplinas, sendo acessado por meio de internet, no computador ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. O professor poderá utilizar a plataforma em laboratório, sala de aula ou mesmo em casa como reforço do conteúdo ensinado durante as aulas.

Por Fiorella Gomes

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Em parceria com Ministério da Cidadania, SESI vai atender 800 mil jovens até 2022

Assinado nesta terça-feira (30), em Brasília, acordo prevê a oferta de cursos de reforço em português, matemática e qualificação profissional em todo país para os inscritos em programas sociais do governo

Cerca de 800 mil jovens de 18 a 29 anos que não estudam e nem trabalham deverão ser atendidos, nos próximos quatro anos, pelo Serviço Social da Indústria (SESI) em programas educacionais que facilitam a inserção no mercado de trabalho. A meta faz parte do acordo celebrado nesta terça-feira (30) com o Ministério da Cidadania. A parceria foi assinada pelo ministro da pasta, Osmar Terra, e pelo diretor do Departamento Nacional do SESI, Robson Braga de Andrade, que também é presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo o acordo, os 800 mil jovens serão atendidos com reforço de português e matemática em módulos de 100 horas, com o desenvolvimento das habilidades socioemocionais integrados a cursos de qualificação profissional de 200 horas, em média. O programa ajudará a promover a empregabilidade e a geração de renda desta parcela da população em situação de vulnerabilidade. Segundo o acordo, serão contemplados os jovens inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal, com prioridade para os beneficiários do Bolsa Família.

“O SESI tem um trabalho de reconhecida qualidade na oferta de educação básica e na educação de jovens e adultos, tendo como principal público os jovens das classes C, D e E. Esta parceria contribuirá para fortalecer este trabalho e para levar qualificação para muitos jovens, dotando-os das competências e habilidades exigidas pela indústria, o que deve trazer ganhos para a empregabilidade”, avalia Robson Andrade. “Com esta parceria, a missão institucional e a função social do Sesi ficam ainda mais fortalecidas”, completa o diretor do Departamento Nacional do Sesi e presidente da CNI.  “O acordo ajudará uma parte da sociedade a mudar seu futuro”, afirma Robson Andrade.

“Vamos capacitar os jovens chamados de “nem-nem” (nem estudam, nem trabalham) usando a grande capilaridade do Sistema S. Com isso, estamos dando mais um passo para oferecer uma alternativa de um futuro melhor para nossa juventude, associando nossos beneficiários à educação de excelência ofertada pelo SESI”, diz o ministro da Cidadania, Osmar Terra. “A parceria com o Sesi é importante para que os jovens mais pobres não fiquem mais pobres”, destacou o ministro.

OPORTUNIDADE – As estimativas de atendimento nos estados e no Distrito Federal consideram a base industrial e será feita de proporcionalmente ao peso da indústria em cada unidade da federação. Assim, devem ser atendidos 44.318 jovens na região Norte; 99.342, no Nordeste; 147.551, no Sul; 461.072, no Sudeste; e 47.717, no Centro-Oeste. Há também um aumento progressivo no número de pessoas que serão atendidas ao longo dos próximos quatro anos, começando com 100 mil, em 2019, e chegando a 280 mil, em 2022. O atendimento e os investimentos previstos devem ocorrer da seguinte forma:

 

2019 100 mil jovens
2020 180 mil jovens
2021 240 mil jovens
2022 280 mil jovens
Total 800 mil jovens

 

EMPREGO – Os cursos serão oferecidos de acordo com as particularidades econômicas de cada região, de forma a atender com maior eficiência as demandas do setor produtivo local. “O profissional qualificado tem mais chances de manter o emprego e pode conseguir uma vaga mais facilmente quando a economia voltar a crescer”, afirma o diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi.

No caso específico da indústria, os cursos serão oferecidos considerando a capacidade instalada de cada estado e os dados do observatório do setor, que projeta o que os 28 setores industriais demandarão daqui a cinco anos em termos de qualificação técnica e competências, de acordo com a evolução dos meios de produção. Por meio do Mapa do Trabalho Industrial, por exemplo, a indústria conhece as ocupações mais exigidas por nível de qualificação e por unidade da Federação.

O QUE O SESI FAZ

Criado em 1946, o Serviço Social da Indústria (Sesi) tem como desafio desenvolver uma educação de excelência voltada para o mundo do trabalho e aumentar a produtividade da indústria, promovendo a saúde e segurança do trabalhador. O Sesi oferece soluções para as empresas industriais brasileiras por meio de uma rede integrada, que engloba atividades de educação, segurança e saúde do trabalho e promoção da saúde.

 

PRINCIPAIS NÚMEROS DO SESI EM 2018

EDUCAÇÃO
– 1.171.852 matrículas em educação básica, continuada e ações educativas

 

SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO
– 3.549.065 pessoas beneficias com serviços de segurança e saúde

– 989.216 vacinas aplicadas

 

ESTRUTURA
– 501 escolas

– 114 unidades de vida saudável

– 553 unidades móveis

 

RECURSOS HUMANOS
– 35.967 funcionários

– 3.019 estagiários

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Briant de Oliveira: do Sesi de Laranjeiras para a Nasa

Quantas vezes olhamos para o céu e imaginamos se ele é o limite? Já passou por essa situação?

O Sesi-ES tem uma história muito bacana para contar, sobre um ex-aluno que descobriu que o céu não é o limite.

Briant de Oliveira, 23 anos, fez o ensino fundamental e médio no Sesi de Laranjeiras, na Serra. Aos 15 anos, mudou-se para os Estados Unidos e, hoje, trabalha na agência espacial internacional, a Nasa.

Lá, ele vive tudo que estamos discutindo em nossas salas de aula: inteligência artificial, análise de dados, robôs.

Quando aluno, ele sonhava em ser médico. Em território norte-americano descobriu a força da tecnologia, de um banco de dados e das redes sociais. Assim, mudou a sua visão de futuro, escolhendo cursar Engenharia de Software e Ciência de Dados .

O nosso Briant se destacou em virtude de um estudo que desenvolveu e que permitiu identificar 37 planetas fora do sistema solar. Já pensou que bacana?

Ele concedeu uma entrevista ao vivo super inspiradora para a Rádio CBN Vitória e outra ao jornal A Gazeta, sempre destacando suas origens, a importância da sua vivência no Sesi, a inspiração e a contribuição de seus professores para o sucesso que alcançou.

Confira as reportagens e se inspire!

Entrevista ao jornal A Gazeta – 10/07/2019

Gostou dessa história? Faça parte do Sesi-ES também! Estamos com matrículas abertas.
Confira!

Por Fiorella Gomes

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“Lean Game” será utilizado na educação dos alunos do Sesi-ES

Por meio de uma plataforma de games, os alunos poderão experimentar o cotidiano do mercado de trabalho

 

Imagina poder aprender de forma lúdica, descontraída e divertida por meio de um jogo digital? Essa será a realidade dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e Médio do Sesi-ES a partir do ano que vem. A novidade foi apresentada nesta terça-feira para alunos no Espaço Maker da unidade de Jardim da Penha, em Vitória.

Nesta manhã, eles experimentaram o Lean Game, desenvolvido pelo Instituto Senai de Tecnologia do Espírito Santo (IST) em parceria com a Arcelor Mittal e a Indústria de Tecnologia do Estado. Esse jogo objetiva difundir a cultura do Lean Manufacturing, ou manufatura enxuta, que trabalha com ferramentas de melhorias contínuas na produtividade de empresas. Já aplicado em consultorias do Senai para indústrias capixabas, o jogo chega agora na sala de aula, como explica o presidente do Sistema Findes, Léo de Castro.

“Após a aprovação no ambiente industrial, estamos agora levando o Lean Game ao ambiente da educação. Com essa integração entre o Sesi e o Senai, a ideia é fazer uma conexão cada vez maior entre a educação e o mundo do trabalho. O foco é criar um cidadão, um profissional que esteja conectado com os desafios do setor produtivo e que vá contribuir, e muito, para o aumento da produtividade do nosso Estado e do Brasil. Uma aliança poderosa da Findes, Senai e do Sesi, por uma cultura voltada à produtividade”, afirmou.

Assim, conceitos como padronização, o programa de gestão de qualidade empresarial 5S, TRF (Troca Rápida de Ferramenta), Kanban , dentre outras ferramentas ligadas ao universo da Indústria 4.0, passam a fazer parte do dia a dia da formação dos jovens no Sesi, sendo introduzidos de forma lúdica e divertida.

O superintendente do Sesi-ES e diretor regional do Senai-ES, Mateus de Freitas, se a meta é fazer da indústria capixaba uma das mais produtivas do Brasil, é preciso preparar as crianças e o adolescentes desde agora.

“Não dá para achar que essa nova geração vai aprender no formato tradicional. Então, trazer plataformas de jogos para o ambiente educacional é inevitável, porque elas ajudam no processo de aprendizado e conseguimos criar uma cultura importante para as novas gerações. Com Lean Game no ensino básico estamos criando uma geração mais produtiva para o nosso estado”, disse.

Adaptações

O mais legal dessa plataforma é que ela pode ser adaptada para outras disciplinas de conhecimento, como Meio Ambiente, Segurança, Conceitos da Indústria 4.0, além das matérias tradicionais como ciência e matemática.

O gerente de Tecnologia e Produtividade do Instituto Senai de Tecnologia do Espírito Santo (IST), Edglei Marques, explica que o game é acessado por meio de internet, no computador ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Ela é mais uma ferramenta de aprendizagem que poderá ser utilizado em laboratório, sala de aula ou mesmo em casa como reforço do conteúdo ensinado durante as aulas.

“Ele está sendo preparado para já funcionar nas escolas no próximo ano letivo. Nesse semestre, alguns pilotos irão rodar em algumas unidades do Estado. A ideia é que ele seja aplicado no 9º ano do Ensino Fundamental e nas séries do Ensino Médio”, contou.

Entre os benefícios do jogo, aponta Edglei, está a capacidade de atrair a atenção dos alunos, já que eles estão desenvolvendo uma atividade que gostam muito e ao mesmo tempo estão aprendendo um conteúdo específico, de uma forma divertida.

“Pela ludicidade do jogo, ele faz com que o aluno aprenda se divertindo e perceba os exemplos que acontecem no cotidiano dele. Para os alunos do Ensino Médio, por exemplo, o jogo já traz a experiência de um cotidiano industrial e com isso consegue concretizar o que acontece no dia a dia da profissão”, pontuou.

Experiência

E os alunos já adoraram a experiência que tiveram. O Pedro Henrique Rafachine, por exemplo, já está familiarizado com as ferramentas do Lean Manufacturing, já que é algo inerente do trabalho da mãe dele.

“Eu achei bem legal o game, porque minha mãe trabalha com ferramenta lean, dando treinamentos de melhorias contínuas. E consigo imaginar minha mãe usando esse jogo, porque ela gosta de usar tecnologias que ajudem na didática dos treinamentos que ela dá para facilitar a instrução que são dadas aos funcionários que estão conhecendo o Lean”, afirmou o adolescente.

Além disso, ele utiliza os conceitos da manufatura enxuta na equipe de Robótica. “O maior aprendizado que posso tirar do Lean é a organização, tanto é que usamos algumas ferramentas do Lean, como o Kanban, quando estamos desorganizados na equipe de Robótica, além de aplicar o 5s na nossa produção”, destacou Pedro.

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Para a aluna Sara Oliveira Fazzolaro, 13 anos, um dos maiores benefícios da plataforma é o trabalho com foco e concentração.

“A experiência foi muito boa, pudemos testar um novo jogo, com diversos desafios. Ele trabalha com a concentração, o foco da pessoa, a atenção para a dificuldade que está sendo apresentada, para encontrar a melhor solução para ele”, disse.

Gostou da novidade? O Sesi-ES está com matrículas abertas para vagas remanescentes até o dia 09 de agosto. Acesse: sesi-es.org.br/matriculas. Mais informações: (27) 3334-5929.

Por Fiorella Gomes

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Ainda dá tempo de ser um aluno Sesi-ES!

Imagina estudar em uma escola em que os alunos possam ser protagonistas do próprio aprendizado? Que possam desde cedo preparar o seu plano de vida e se preparar para o mercado de trabalho? Nós temos uma boa notícia: isso tudo é possível se você escolher a Rede Sesi de Educação, que está com matrículas abertas para Vagas Remanescentes em algumas turmas e unidades do Estado! E o melhor: com 50% de desconto nas mensalidades até o fim do ano letivo de 2019.

O desconto é válido somente para novas matrículas, realizadas até 09 de agosto e apenas para o ano letivo de 2019. Em 2020, o valor da mensalidade será integral conforme nova tabela.

Com 12 unidades no Estado, do Ensino Infantil ao Médio, a instituição usa metodologias ativas em que o aluno se torna protagonistas do conhecimento e o professor o mediador de todo o processo.

Caso do Ensino Maker, os alunos saem da rotina e têm momentos divertidos com os colegas, onde podem expandir a criatividade em um espaço dedicado ao estímulo do desenvolvimento de habilidades e construção de soluções para problemas ou desafios que são apresentados a eles. Ou seja, eles aliam a teoria da sala de aula com a prática no Espaço Maker.

Esse ensino inovador ajuda os alunos a desenvolverem competências socioemocionais, o raciocínio lógico, a memória e a interação com o colegas, favorecendo no futuro a sua entrada para o mundo do trabalho.

Além disso, o Sesi conta em sua grade curricular, desde a educação infantil, com a disciplina de empreendedorismo, onde os alunos aprendem a idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços ou negócios diferenciados, habilidades cobradas pelo novo mercado de trabalho.

E o Programa de Orientação Profissional estimula o autoconhecimento dos alunos para tirar as dúvidas sobre o futuro deles. O programa abrange alunos do Fundamental II e no Ensino Médio. Já no Ensino Médio, o trabalho continua com o coaching de carreira.

Vestibular

Este aprendizado serve como base empírica para melhor assimilação da iniciação do ensino tecnológico e superior. Prova disso, são os bons resultados alcançados pelos alunos Sesi-ES no vestibular 2019, tanto nas universidades capixabas, quanto nacionais: foram 32 aprovações na Ufes, 37 no Ifes, 11 em instituições públicas e 151 privadas em todo o país.

O primeiro lugar do curso de Engenharia da Automação do Ifes foi conquistado pela estudante do Centro Integrado Sesi/Senai de Linhares, Fátima Bazoni Bispo. Ela foi aluna do Ensino Infantil ao Médio, além de ter feito o Ebep, que O Ebep permite aos estudantes da educação média complementar os estudos com um curso técnico.

“A educação e a preparação que o Sesi me proporcionou foram essenciais para que eu conquistasse meu objetivo e sonho de curso. Durante todo o ensino médio, o foco em vestibulares foi nítido, a todo momento nos estimulavam a escolher e conhecer os cursos que desejávamos, treinar para fazer boas provas e a adquirir o máximo de conhecimento possível. Dessa forma, o Sesi me ajudou a conquistar meus objetivos acadêmicos”, relatou Fátima.

Para ela, as aulas dinâmicas, a forma de avaliação e preparação intensiva para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram essenciais para conquistar o primeiro lugar, além do Ebep. “O curso técnico e os projetos em que fiz parte durante o meu terceiro ano ajudaram bastante na hora do estudo e durante a prova do Enem. Aprendi a lidar com maior facilidade com imprevistos e tarefas, além de possuir maior responsabilidade, fatores esses que fizeram toda a diferença. A metodologia de ensino disponibilizada pelo Sesi, me fez querer ser o melhor possível dentro da área que escolhi”, pontuou.

Saiba mais sobre os diferenciais do Sesi-ES clicando aqui!

Enem

Não à toa, das doze unidades do Sesi-ES, onze estão na lista das 100 melhores escolas capixabas no Enem. As unidades do Sesi rankeadas estão localizadas nos municípios de Vitória, Cariacica, Vila Velha, Serra, Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim e Linhares.

O Sesi-ES também está entre as 10 melhores escolas particulares de Ensino Médio do Espírito Santo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Centro de Atividades Jones dos Santos Neves (Sesi), em Cachoeiro de Itapemirim, aparece em sétimo lugar no ranking, com nota 6,4 pontos; já o CEB Sesi Raul Giuberti, em Colatina, ocupa o décimo lugar, com 6 pontos.

Destaque

Um ensino diferenciado e conectado com as novas tecnologias levam os alunos do Sesi-ES a alcançar até mesmo os sonhos mais distantes: como trabalhar na agência espacial norte-americana NASA.

Essa é uma conquista do ex-aluno do Sesi Laranjeiras, Bryan de Oliveira, onde fez ensino fundamental e médio. Hoje, ele trabalha com a inteligência artificial de robôs e com análise de dados dos treinamentos de astronautas.

“O ensino que o Sesi me deu, levo para a minha vida toda. Participei da Mini Onu, criei um projeto chamado ‘Laranja em Movimento’, que dava incentivo em sustentabilidade para a comunidade. Foram diversos projetos que me inspiraram a ser quem eu sou hoje”, relembrou.

 

Canguru de Matemática

Muito dos conhecimentos adquiridos pelo Bryan, são trabalhados em projetos como o Sesi Robótica, onde os alunos aprendem a desenvolver robôs por meio do Lego. Os alunos participam de diversas competições e trazem para o Estado diversas premiações, como o Desafio de Robótica na Indústria ou a Jornada Nacional de Foguetes. Eles também são destaque na Olimpíada Brasileira de Física ou no Canguru de Matemática, onde conquistaram neste ano 281 medalhas conquistadas, um crescimento aproximado de 127% em relação à 2018.

Confira outras vezes em que o Sesi-ES foi destaque! 

Ainda para desenvolver os alunos nessa área, o Sesi e o Senai assinaram um acordo de cooperação com a Microsoft para apoiar a educação e a capacitação de mão de obra em Inteligência Artificial no Brasil, com quatro cursos gratuitos sobre o tema no site Mundo Senai. A plataforma é aberta e pode ser acessada tanto por alunos das duas instituições ou por qualquer interessado em aprender sobre IA.

E se você quer fazer parte desse universo, ainda dá tempo de se matricular em uma unidade do Sesi-ES até o dia 09 de agosto. Mais informações: (27) 33345929.

Por Fiorella Gomes

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Educação de qualidade como pilar para o desenvolvimento econômico

Uma educação de qualidade reflete em seres humanos capazes de conquistar grandes chances no mercado de trabalho, além de ser um dos pilares para o desenvolvimento econômico. A Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) preza pelo compromisso com a Educação de Excelência, seja pela Básica ou pela Profissional, e com o incentivo a uma indústria capixaba mais inovadora, produtiva e competitiva.
“Ter capital humano de qualidade é determinante para a competitividade do setor produtivo. O Espírito Santo cada vez mais se consolida como um estado que valoriza a educação, se destacando a exemplo do Ifes de Vitória que foi considerada a melhor do Brasil pela nota do Enem. Isso é fundamental para nós atrairmos investimentos e para que as empresas se instalem aqui e se desenvolvam, fazendo com que a sociedade usufrua desse desenvolvimento”, disse o presidente da Findes, Léo de Castro.
Pelo Senai, os alunos têm uma grade curricular que os tornam profissionais completos, aprendendo os conceitos das principais tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0, como sensoriamento, virtualização, internet das coisas, big data, além de conhecimentos sobre as novas tecnologias digitais, técnicas de programação e análise de dados, resolução de problemas complexos, por meio das chamadas competências socioemocionais.
Com uma metodologia inovadora e diferenciada, incluindo na base curricular dos alunos o empreendedorismo e a Robótica Educacional, o Sesi desenvolve o pensamento crítico, criativo e inovador dos alunos.

“É uma agenda prioritária da Findes trabalhar com excelência em educação no Estado. Nós contribuímos no âmbito do Senai e do Sesi e vamos sempre buscar construir essa formação de excelência. É importante celebrarmos esse resultado do Ifes, é algo relevante para o estado e para a Indústria capixaba”, ressaltou Castro.

 

Por Natália Magalhães 

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Sesi ONU: desenvoltura e conhecimento em debates nas Comissões

Guerra do Vietnã, aquecimento global, recrutamento de crianças em conflitos armados, direitos dos povos unidos das Américas, desarmamento nuclear, violação de Direitos Humanos na República Centro-Africana e combate à corrupção. Esses foram alguns dos temas debatidos por alunos do Sesi-ES neste sábado (08), durante o Sesi Onu 2019. Dos 175 participantes, dez serão selecionados para participar da Mini-Onu na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG).

Vestidos à caráter, os alunos interpretaram diplomatas, delegados, diretores, mesa e voluntários dos diversos países que compõem sete comitês da Organização das Nações Unidas:

  • Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) 1972
  • Organização dos Estados Americano (OEA) 2016
  • Unicef 2018
  • Conferência das Partes na qualidade de Reunião das Partes no Acordo de Paris (CMA) 2018
  • A união do Conselho de Paz e Segurança da União Africana com o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CPSUA – CSNU) 2018
  • The Financial Action Task Force, no português, Grupo de Ação Financeira contra Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo (FATF) 2018
  • Escritório das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento (UNODA) 2020

Para poderem simular um comitê, foram pelo menos três meses de preparação, em um trabalho multidisciplinar, como conta o professor do Sesi Porto de Santana, de Cariacica, Renato Stelzer.

“Eles precisam saber a parte história e geográfica do país que vão representar, os aspectos culturais e políticos desse. Começamos uma preparação na unidade meses antes, para eles se colocarem dentro do contexto do comitê que irão simular”, explica.

Essa é a fase da Mini Onu que acontece em todas as unidades do Sesi-ES. De cada uma, um grupo é selecionado para se reunir na etapa estadual, que aconteceu neste sábado, onde foram avaliados em dois quesitos: Estrutura e Fundamentação Teórica do Documento de Posição Oficial (DPO) e Postura Diplomática.

Para representar a Arábia Saudita no Comitê de Meio Ambiente (CMA 2016), a aluna Yasmin Chaves dos Santos, 16 anos, do Sesi Araçás, precisou estudar fatores como aquecimento global, desenvolvimento sustentável e ações que o país poderia promover para ajudar nas questões climáticas e ambientais mundiais.

“Eu estudei bastante na primeira etapa para estar aqui. Como é a primeira vez que participo, tive que me preparar bastante para que tudo ocorresse tranquilamente”, contou.

Para a estudante, o evento que integra a grade curricular da Rede Sesi de Educação ajuda os alunos a “desenvolver o poder de fala e argumentação”, benefícios também apontados pelo professor Renato.

“A ideia do Sesi Onu é trabalhar o desenvolvimento em grupo, a resolução de problemas, a oratória dos alunos, a dicção, o comportamento em grupo. É um conjunto de fatores que são trabalhados e que os ajudam para o mercado de trabalho, para a socialização, na carreira que eles escolherem“, afirma o educador.

Língua Inglesa

Um dos destaques do Sesi Onu foi o FATF 2018, em que os alunos e diretores de mesa comunicavam-se exclusivamente na língua inglesa e discutiam um assunto delicado: corrupção.

Bruno Lima Lopes, 16 anos, aluno do Sesi Araçás, representou a Bélgica neste comitê. Para se preparar, ele visitou o site do FATF, leu dossiês, buscou entender a dinâmica do grupo e como o país se posicionou quanto aos assuntos discutidos.

Ele conta que fazer a discussão na língua inglesa é um desafio, mas que com o passar da atividade, a fala, a escuta e a escrita passa a fluir naturalmente.

Sites do comitê, que tem exemplos de dossiês com informações do país, e procurar entender como o Comitê funciona e o posicionamento do país dentro dele. “De início, a gente sente a pressão de ter que falar em inglês, mas depois acostumamos, começa a fluir naturalmente, porque até mesmo os documentos que criamos no comitê têm que ser em inglês”, disse.

Para Bruno, o maior benefício do Sesi Onu é aprender a debater, ouvir e aceitar opiniões contrárias e externas, e desenvolver a percepção de juntar o melhor de cada uma, a fim de construir uma solução para um problema.

“Quando o aluno se prepara para qualquer comitê, ele conhece outras culturas, outras ideologias, outros contextos, outras realidades. E juntando isso com o inglês, além de conhecerem isso tudo desenvolvem uma facilidade muito maior em estar em contato com eles, já que é uma língua mundial. Vê-los utilizando o inglês com constância nos faz perceber que temos meninos e meninas capazes de atuar em uma instituição como a ONU, em trabalhar em instituições em outros países”, afirma o professor Willian de Abreu Ribeiro.

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Sobre o Sesi ONU

O projeto é uma adaptação do modelo de Assembleia de Estudantil criado pelos acadêmicos do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), um projeto que está na sua 19ª edição e que conta com a participação de estudantes de escolas públicas e privadas de todo o país.

O Sesi recriou o modelo da PUC de maneira adaptada à realidade dos alunos, para que possam desenvolver competências e habilidade que os ajudem na vida acadêmica e em suas relações interpessoais. Na primeira etapa, cada unidade realiza a Sesi ONU com todos os alunos, como atividade avaliativa e que envolve diversas disciplinas. Durante o evento, alguns alunos são selecionados para a etapa estadual, que envolve diversas unidades do Sesi-ES.

As Comissões são escolhidas de acordo com a Mini ONU, assembleia estudantil da PUC MG e a cada ano trazem assuntos diferentes. Participam do projeto estudantes da 1ª e 2ª série do ensino médio, que podem desempenhar papéis de delegados de países ou entidades representativas; diretores de mesa; e voluntários.

Os alunos com melhor desempenho nas categorias Postura Diplomática e Estrutura e Fundamentação Teórica do DPO receberam menção honrosa no encerramento do evento. Desse grupo de 20 alunos, 10 serão selecionados para a etapa nacional na PUC de Minas.

– Confira a lista dos homenageados:

Estrutura e Fundamentação Teórica do DPO:

  • Comitê FATF (2018): Elissa Brunelli Borges (Araçás)
  • Comitê AGNU (2017): Lívia Oliveira Batista (Aracruz)
  • Comitê CMA (2018): Laiza Adelina da Silva (Aracruz)
  • Comitê OEA (2016): André Luiz de Melo Ramos (Araçás)
  • Comitê Unicef (2018): Vitor de Moura (Jardim da Penha)
  • Comitê Unoda (2020): Ariane Pimentel de Souza (Aracruz)
  • Comitê CPSUA-CSNU (2018): Gustavo Leonel Costa R. (Jardim da Penha)

Postura Diplomática:

  • Comitê FATF (2018): Mariana Queiroz Almeida (Porto de Santana)
  • Comitê AGNU (2017): Pedro Henrique R. Nunes (Jardim da Penha)
  • Comitê CMA (2018): Marcelo Alves de Castro (Jardim da Penha)
  • Comitê OEA (2016): Kézia Oliveira Nascimento (Campo Grande)
  • Comitê Unicef (2018): Arthur Lopes Gomes (Araçás)
  • Comitê Unoda (2020): Augusto Cézar Santana (Cobilândia)
  • Comitê CPSUA-CSNU (2018): João Vitor Mattos M. (Jardim da Penha)

Por Fiorella Gomes

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Sesi ONU 2019 acontece na unidade de Jardim da Penha em junho

Alunos durante o Sesi ONU 2018

Promover a pluralidade, a diplomacia, o respeito à diversidade cultural e de opiniões são alguns dos objetivos do Sesi ONU, que acontece no dia 06 de junho, no Sesi de Jardim da Penha. Neste dia, alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio vão simular Comissões Temáticas da Organização das Nações Unidas (ONU).

Parte da grade curricular da Rede Sesi de Educação, o programa é uma adaptação do modelo de Assembleia de Estudantes criado pelos acadêmicos do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que ajuda os alunos a desenvolverem competências e habilidades que os ajudem na vida acadêmica e em suas relações interpessoais.

Para poderem representar a delegação de um país, desempenhando papéis de delegados de países ou entidades representativas; diretores de mesa; e voluntários da ONU, há toda uma preparação prévia.

Um mês antes, os alunos de cada unidade do Sesi-ES estudam previamente sobre os aspectos culturais e políticos do país que irão representar, tais como as relações diplomáticas, posição e relação a determinados temas. Chamada de Mini ONU, essa primeira etapa se dá por meio de uma atividade avaliativa e que envolve diversas disciplinas.

Dela saem as Comissões que participarão da etapa estadual, o Sesi ONU. Além de ser divertido para os alunos, o projeto dá a oportunidade de trabalhar com os estudantes a interdisciplinaridade, segundo a analista educacional Dayana Chaves Ribeiro, responsável pelo programa.

“Um dos aspectos mais relevantes é a possibilidade de contato com realidades sociais distintas, bem como o estímulo ao trabalho em equipe e ao empreendedorismo. Além do mais, há um incentivo a “viajar” por países e temas desconhecidos, aprofundando seu universo de conhecimento, em especial no que se refere a aspectos culturais, políticos, históricos e geográficos”, explica Dayana.

O programa também estimula a capacidade de influenciar e liderar dos alunos, bem como ensiná-los a se portar em público e exercitar a oratória.

Clique aqui e saiba como foi a Mini ONU nas unidades do Sesi-ES.

Por Fiorella Gomes

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