Escolas do Sesi preparam alunos para mini conferência da ONU

Evento tem o formato de uma simulação das Conferências das Nações Unidas, onde os alunos representam diversos países em rodas de debates

 

Os alunos do Ensino Médio de diversas unidades do Sesi estão participando, neste mês, do MiniONU. A programação é adaptada à realidade de nossos alunos para que os mesmos possam desenvolver competências e habilidade que os ajudem na vida acadêmica e em suas relações interpessoais.

Os professores ensinam, entre outras coisas, questões culturais e direitos fundamentais. Um dos aspectos mais relevantes é a possibilidade de contato com realidades sociais distintas, bem como o estímulo ao trabalho em equipe e ao empreendedorismo. O evento é uma etapa preparatória para o Sesi ONU, que acontecerá no próximo mês na unidade de Jardim da Penha.

O Sesi Civit, na Serra, foi a primeira escola a receber a programação do MiniONU. “O evento possui uma importância única na vida do aluno, uma vez que ele consegue perceber as desigualdades sociais, econômica e políticas do nosso planeta. Os depoimentos dos meninos nos mostram como a visão deles se altera a partir dessa experiência. Muitos desses alunos enxergam um outro mundo após esse evento e começam a ter mais empatia pelos problemas dos nossos países vizinhos. Eles percebem que as crises humanitárias não são uma escolha, e sim uma necessidade de sobrevivência”, ressaltou o professor de Geografia Carlos Raphael, responsável pelo projeto no Sesi Civit.

O MiniONU também vai ser realizado, entre os dias 08 e 09, no Sesi Araçás. No dia 10, o evento acontece nas unidades de Maruípe (Vitória), Cobilândia (Vila Velha), Porto de Santana e Campo Grande (Cariacica). Por último, a mini conferência encerra suas ações no Sesi Aracruz no próximo dia 17.

Confira algumas fotos do MiniONU no Sesi Civit:

O MiniOnu

O Modelo Intercolegial das Nações Unidas (MiniOnu) é um projeto realizado pelo Departamento de Relações Internacionais da PUC Minas, que tem como objetivo levar temas internacionais aos alunos do Ensino Médio. Ele insere-se no conjunto de simulações das Nações Unidas realizadas em todo mundo como um projeto pedagógico com concepção abrangente de aprendizado.

Por meio do engajamento de estudantes do curso de Relações Internacionais, formam-se ambientes de simulação de organismos internacionais ou instituições nacionais com agenda internacional, também chamados de comitês, que serão palco de discussões de temas relevantes da agenda internacional.

Cada comitê procura reproduzir o que acontece na realidade. Os alunos se transformam em “delegados” que defendem interesses do ator a ele atribuído, após passar por um período de preparação. Durante quatro dias os “delegados”, distribuídos em seus comitês, debatem, pactuam, deliberam e criam consensos para os temas em questão promovendo assim, não somente os conhecimentos, mas a capacidade de relacionamento, diálogo e gerência do imprevisto.

 

Por Thaíssa Dilly 

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5 vezes em que os alunos do Sesi foram destaque

Destacamos os principais eventos em que nossos meninos e meninas brilharam e que provam que a entidade do Sistema S voltada para a indústria realiza um ótimo casamento entre Educação de qualidade e inovação

 

Nos últimos dias, nós te contamos sobre as ações que realizamos para agitar a cena cultural no Espírito Santo e as metodologias inovadoras que adotamos para preparar nossos alunos desde a base para o futuro do mercado de trabalho.

Hoje voltamos para te contar sobre como nossos meninos e meninas arrasam nas competições Brasilzão afora, resultado de uma ensino de qualidade empenhado em torná-los protagonistas do próprio aprendizado.

Conheça 5 competições em que os alunos do Sesi-ES arrasam!

1 – Desafio de Robótica na Indústria

Já te contamos que fomos pioneiros no Espírito Santo na introdução de Robótica na grade curricular, né? E nossos alunos fazem bonito em competições com esse tema. Esse desafio nos rendeu dobradinha na Capital Federal. Realizada dentro da Olimpíada do Conhecimento 2018, em Brasília, conquistamos o primeiro lugar na etapa individual com a equipe Tecnoside, formado pelos alunos de Maruípe, Vitória; e Porto de Santana, Cariacica; e o primeiro lugar na etapa de ligas, com a equipe Inteltec, do Sesi Civit. O desafio dos alunos foi desenvolver robôs para executar missões realizadas em uma arena compartilhada, simulando processos de oito segmentos industriais: mineração, panificação, frigorífico, construção civil, máquinas e equipamentos, celulose e papel, veículos automotores e têxtil.

2 – Jornada Nacional de Foguetes

Nossos alunos brilharam na Jornada Nacional de Foguetes, realizada no Rio de Janeiro. Foram duas medalhas de ouro, com as equipes de Civit, na Serra, e Cobilândia, Vila Velha; além de uma de prata com a equipe de Aracruz. Para participarem da Jornada, os alunos passam pela Olimpíada Brasileira de Astronomia, uma etapa teórica na qual realizam atividades relacionadas à física e à matemática, e pela Mostra Brasileira de Foguetes (MobFog) uma parte prática que também conta com o lançamento dos foguetes. A equipe com maior alcance do nível 4 é selecionada para participar da Jornada.

3 – Canguru de Matemática

Nesta competição internacional, conquistamos 119 medalhas: 4 de ouro, 12 de prata, 38 de bronze e 65 de honra ao mérito. Cerca de 2.600 estudantes participaram do desafio. Criado em 1991, na França, o Canguru de Matemática acontece a cada ano, na terceira quinta-feira do mês de março e busca mostrar aos estudantes que, essa matéria considerada difícil no meio escolar, pode sim ser divertida. Participam alunos a partir da 3ª série do Ensino Fundamental ao último ano do Ensino Médio.

4 – Olimpíada Brasileira de Física

Dois alunos do nono ano do Ensino Fundamental do Sesi de Colatina chegaram até a terceira e última fase da Olimpíada Brasileira de Física (OBF). Foi a primeira vez que alunos da escola participam da competição, que é realizada entre estudantes de todo o Brasil. Outros dois estudantes do Sesi Colatina inscritos na OBF obtiveram resultados importantes se classificando para a segunda fase da Olimpíada.

5 – Olimpíada Brasileira de Robótica

Na Olimpíada Brasileira de Robótica, em João Pessoa, na Paraíba nós tivemos representantes de peso: os alunos da equipe The Kings (Sesi Linhares). Na etapa regional, em que equipes de escolas privadas e públicas da rede municipal, estadual e federal do Espírito Santo competem entre si, os alunos do Sesi também se destacaram: Legos Vorazes (Sesi Maruípe), The Walking Lego (Sesi Jardim da Penha) e Power Girls (Sesi Maruípe) ficaram, respectivamente, com o primeiro, segundo e terceiro lugar do Nível 1 (alunos até o sétimo ano do ensino fundamental). Durante a seletiva, os robôs desenvolvidos pelas equipes precisaram superar diversos desafios práticos e simularam o resgate de vítimas sem interferência humana.

Por Fiorella Gomes

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5 metodologias do Sesi que preparam os alunos para o futuro

Inovação está no DNA do Sesi-ES! Conheça as metodologia de ensino que mostram a importância dessa entidade do Sistema S voltada para a indústria na formação dos cidadãos capixabas

 

Inovar. Esse é o verbo que rege o Sesi, integrante do Sistema S, quando o assunto é Educação. Isso porque entendemos a importância da conexão entre a nossa área de atuação com as novas tecnologias e as transformações do mercado de trabalho,  pautadas pela Indústria 4.0.

Assim, nós – a Rede Sesi de Educação – desenvolvemos metodologias diferenciadas que preparam os alunos desde a base para encarar os desafios da vida adulta. Separamos cinco delas para você entender a nossa importância enquanto entidade do Sistema S voltada para a indústria na formação dos cidadãos capixabas.

“Eu estou trabalhando em uma empresa de negócios”

1. Empreendedorismo

Ter disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços ou negócios diferenciados são habilidades cobradas pelo novo mercado de trabalho. Por entendermos isso, nós oferecemos a disciplina empreendedorismo na grade curricular, em que nossos alunos são estimulados ao protagonismo no mercado de trabalho desde a educação infantil.

Tá boquiaberto? Nós também ficamos com nossos meninos da robótica!

2. Robótica

Aprender a programar e lidar com robôs estão entre as habilidades mais necessárias no novo mercado de trabalho. E nossos alunos têm contato com a robótica desde o Ensino Fundamental, onde aprendem a programar, montar e desenvolver robôs nas aulas. Nossa instituição foi pioneira no Espírito Santo na implementação dessa metodologia que estimula o raciocínio lógico, o trabalho colaborativo e a criatividade. Nossos estudantes participam de competições regionais e nacionais da modalidade e obtêm excelentes resultados.

"É isso que me espera no futuro?" Não!

3. POP

Não existe nada melhor do que seguir uma carreira em que você se sinta realmente realizado e que combine com seus gostos, suas aptidões. Confúcio diria: “Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”. Nós também acreditamos nisso. Por isso, criamos o “Programa de Orientação Profissional” ou para os mais íntimos POP, onde estimulamos o autoconhecimento dos alunos e ajudamos a responder as dúvidas mais cruéis sobre o futuro deles. O POP abrange alunos do Fundamental II e no Ensino Médio, o trabalho continua, mas com um novo enfoque: o coaching de carreira. Jardim da Penha, em Vitória, foi a primeira a receber esse projeto e neste ano de 2019, nossas demais escolas também vão recebê-lo.

Nossos alunos aprendem colocando a mão na massa!

4. Educação Maker

Aprender fazendo. Essa é a tática que utilizamos para que os nossos alunos realmente assimilem o que aprenderam em sala de aula, por meio da Educação Maker. Eles saem da rotina e têm momentos divertidos com os colegas, onde podem expandir a criatividade. A unidade de Jardim da Penha já ganhou um espaço exclusivamente dedicado ao estímulo para que os alunos desenvolvam a habilidades e construam soluções como protagonistas do próprio aprendizado. O programa será expandido para todas as nossas unidades no Estado neste ano de 2019.

"Você sabe falar inglês"? Nossos alunos vão sair daqui feras nessa língua!

5 . Programa Bilíngue

Saber falar uma segunda língua é essencial para tempos de conexão online e um mundo extremamente globalizado. A partir desse ano, nossos alunos terão uma carga horária do ensino de inglês três vezes maior do que o normal. Assim, serão destaque no mercado de trabalho mais à frente, aumentarão a bagagem cultural, irão desenvolver habilidades de escuta e sensibilidade a linguagens, aumentar a memória e a capacidade de multitarefas, além de redobrar a atenção.

Bônus track

Achou que tinha acabado, leitores?

Sim, eu enganei vocês! Desculpem-me.

O quê? Está chateado?

NÃO!

Por favor, voltem aqui!

Tenho mais duas coisinhas para contar sobre mim e tenho certeza que vocês vão curtir.

Nossos alunos participam do projeto “Sesi Onu”, que simula uma assembleia da Organização das Nações Unidas e tem como propósito desenvolver o senso crítico e o poder de negociação dos alunos. Eles saem super desenvoltos e tem espaço até mesmo para os mais tímidos se libertarem.

E temos integração! Atuamos com a minha co-irmã, o Senai, para oferecer aos alunos do Ensino Médio uma formação integrada. Nesta modalidade o aluno cursa o ensino regular junto com o técnico, e sai da escola já com uma profissão. Fomos pioneiros nessa forma de educar, sabiam?

"Sim, sou eu!" Agora vocês já sabem!

Por Fiorella Gomes

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“Temos um grande compromisso com a sociedade”, diz superitendente do Sesi e diretor regional do Senai

Mateus de Freitas concedeu entrevista ao “Bom Dia ES”, da TV Gazeta, onde fez a defesa do Sesi e Senai, destacando as entregas das instituições para a sociedade e reafirmou o compromisso do Sistema Indústria e do Sistema Findes com o uso racional e transparente dos recursos coletivos

 

Em 17 de dezembro de 2018, o ministro da Economia, Paulo Guedes, discursava sobre a pretensão de cortar entre 30% e 50% dos recursos do Sistema S, composto por entidades como o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

Desde então, é travado o debate sobre os prejuízos que tal medida trará, já que as instituições são uma entrega da Indústria para a sociedade, promovendo educação básica e profissional, inovação, tecnologia, saúde e segurança no trabalho, cultura, esporte e lazer.

O Governo Federal alega que precisa fazer uma revisão dos valores repassados para o Sistema S e, dessa forma, dar mais transparência na aplicação dos recursos. Mas o Sesi e o Senai já atuam com mecanismos próprios para isso, como o Portal da Transparência e auditorias realizadas por mais de nove entidades públicas como Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU), auditorias externas e internas, além de, no Espírito Santo, ter lançado uma Unidade de Compliance. Em 2018, as duas instituições, cientes de sua função social e da necessidade do bom uso dos recursos públicos, reduziram 11% do custeio, sem prejudicar o atendimento do cidadão capixaba.

Outro argumento utilizado pelo governo é que “diminuindo o repasse para as entidades do Sistema S, sobrará mais dinheiro para que as empresas possam gerar mais empregos”. Existente há mais de seis décadas no Brasil, Sesi e Senai têm contribuído para a modernização do país e, hoje, mais do que nunca, atua como protagonista para tornar o país mais amigável a novos investimentos e na geração de oportunidades de empregos.

Nesta quinta-feira (17), o superintendente do Sesi e diretor regional do Senai no Espírito Santo, Mateus de Freitas, participou de um debate sobre o assunto com a presença do economista Antônio Marcus Machado no telejornal “Bom Dia ES”, da TV Gazeta.

Mateus destacou as entregas das instituições para a sociedade e reafirmou o compromisso do Sistema Indústria e do Sistema Findes com o uso racional e transparente dos recursos coletivos.

Clique na imagem abaixo e confira!

 

 

Por Fiorella Gomes

 

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Conheça 5 motivos para orientar profissionalmente crianças e adolescentes

Quais são os fatores que devem ser levados em consideração na hora de se escolher a profissão que vai seguir? Como escolher? Realmente tenho afinidade com aquilo que pretendo fazer no futuro?

Várias são as dúvidas que permeiam a cabeça dos adolescentes na hora crucial de escolher um curso superior ou técnico, o que, muitas vezes, acontece somente nos anos finais do Ensino Médio, já próximo ao vestibular.

Devido à essa decisão tomada em cima da hora, a escolha da profissão acaba sendo feita sem empatia ou afinidade real com o desenvolvimento da atividade eleita, ou com base nas expectativas de terceiros, por influência dos pais, ou mesmo baseada em aspirações financeiras e materiais.

Escolhas que nascem de tais situações, resultam por vezes, em profissionais insatisfeitos com o trabalho que desempenham, frustrados com a vida que levam e não aptos a encararem os desafios impostos pelo mercado de trabalho.

Por isso, torna-se importante o papel da escola em ajudar o jovem a compreender que a escolha da sua profissão deve ser baseada em suas afinidades, nos seus interesses reais e no que realmente deseja para a sua vida. E, a elaboração do projeto de vida no ambiente escolar deve ser realizada nos primeiros anos do Ensino Fundamental II.

1 – Autoconhecimento

Quando nos conhecemos profundamente, é possível observar o que impacta os nossos sentimentos e, assim, conseguimos reagir melhor às diversas situações a que estamos expostos. Além disso, aprendemos a valorizar as nossas próprias habilidades e competências, o que auxilia na descoberta da nossa vocação pessoal e profissional.

2 – Escolhas mais assertivas

Todo profissional terá algum momento de crise ao longo da carreira, quando começa a refletir sobre o que deseja continuar fazendo pelo resto da vida. Quando a pessoa faz uma escolha desconectada com os próprios propósitos, se sentirá forçada a permanecer trabalhando com aquilo por falta de outra oportunidade, o que causa sofrimento e até adoecimento.

3 – Clareza racional e equilíbrio emocional

Na adolescência, encerra-se o ciclo de passagem do mundo infantil para o mundo das responsabilidades e da identidade adulta. Orientar profissionalmente as crianças e adolescentes facilita uma escolha consciente e bem formulada, baseada na sua personalidade e nos seus anseios, tornando-o um profissional que tende à realização e a uma capacidade produtiva maior.

4 – Maior conhecimento do mercado de trabalho

Quando a criança conhece as possibilidades de profissões a serem seguidas desde cedo, suas facilidades, dificuldades, vantagens e desvantagens, no momento em que tiver que optar por uma delas, quando adolescente, o fará com naturalidade, sem estresse, sem culpas e sem influências. Tal processo ajuda na formação de pessoas realizadas, felizes, com potencial inovador, com fundamentos para intervir na sociedade e, gradativamente ir transformando-a.

5 – Projeto de Vida

Quando se traça um projeto de vida, o estudante realiza um exercício constante de tornar visível suas descobertas, valores, escolhas, perdas e também desafios futuros, aumentando sua percepção, aprendendo com os erros e projetando novos cenários de curto e médio prazo.

POP

O mundo profissional está em constante mudança e as carreiras vão se ajustando aos cenários apresentados. Vivemos cada vez mais um mercado de trabalho no qual o diploma, isoladamente, não terá muita representação, nem garantirá o futuro de ninguém. O que prevalecerá é a dedicação que cada um deu à carreira e às competências que agregou nos âmbitos pessoal e profissional. A nova realidade do mercado de trabalho demandará cada vez mais profissionais reflexivos, que inovem e criem a realidade com criatividade, alegria e mobilidade.

Nesse contexto, a Rede Sesi de Educação busca formar pessoas capazes de se desenvolverem como agentes de sua própria aprendizagem: saber fazer uma leitura crítica do mundo e se reconhecer como cidadão autônomo, crítico, criativo, empreendedor, com capacidade de aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser, aprender a viver com os outros.

Assim, o Sesi-ES lançou o “Programa de Orientação Profissional (POP) – Minhas Escolhas” para auxiliar o educando no seu processo de escolha profissional em cursos de nível técnico e superior, a partir da construção de um projeto de vida pessoal e profissional que possibilite decisões mais assertivas.

O projeto piloto foi implementado no Sesi Jardim da Penha e, em 2019, será expandido para o restante das unidades existentes no estado, contemplando estudantes do 6º ao 9º ano escolar – Fundamental II.

O programa trabalha com o posicionamento de competências, em um trabalho conjunto com a família do estudante, para a construção do seu projeto de vida. A ideia é de também incluir a família no processo, proporcionando-a informações e conhecimentos acerca das aspirações dos seus filhos, envolvendo-os na trajetória escolar.

Já no Ensino Médio, o trabalho continua, mas com um novo enfoque. “No Ensino Médio, será trabalhado o coaching de carreira”, aponta Priscilla Carneiro, diretora de Educação do Sesi-ES. “O POP atende às exigências da reforma do Ensino Médio e faz parte da agenda estratégica da Federação chamada Excelência da Educação. O objetivo do programa é fazer com que nossas crianças consigam chegar ao final do ciclo de fundamental com uma área de conhecimento posicionada e que no Ensino Médio ela possa ser desenvolvida”, explica.

Legislação brasileira prevê Orientação Profissional

A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) prevê que a escola oriente os educandos no processo de escolha das áreas de conhecimento ou de atuação profissional e também adote um trabalho voltado para a construção de seu projeto de vida. É importante destacar, que dentre as 10 competências gerais da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) duas delas estão associadas ao Trabalho/Projeto de Vida, ao Autoconhecimento e Autocuidado.

Por Fiorella Gomes

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Conheça 15 novas profissões para o mercado de trabalho

Existe um fato que não há como negar: “as pessoas temem o que não entendem ou o que não conhecem”. Essa frase é repetida ao longo dos anos, seja na literatura, seja no cinema, uma questão já pacificada e que sempre ressurge quando falamos em futuro e novas tecnologias. O desconhecido é rotulado de inimigo, mas ele realmente é?

O processo de transformação do mundo e do mercado de trabalho vem sendo ditado pelo advento da internet, que está guiando a 4ª Revolução Industrial. Nesse novo contexto, o Fórum Econômico Mundial (WEF) estima que, até 2025, máquinas e algoritmos irão executar mais da metade das tarefas hoje feitas por seres humanos, eliminando 75 milhões de vagas de empregos em todo o mundo. Os números compõem o relatório Future of Jobs 2018, divulgado nesta semana.

À primeira vista, a informação causa choque e nos faz pensar o óbvio: profissões deixarão de existir e não há o que fazer, o que nos leva a temer a evolução da tecnologia. Em um segundo momento, passado o choque inicial, precisamos refletir:

a mesma tecnologia que elimina postos de trabalho, cria uma gama enorme de oportunidades

É só pensar na evolução, por exemplo, das mídias: uma nova tecnologia não erradicou a outra, tornou-se apenas mais uma plataforma acessível e facilitadora – a TV não acabou com rádio, o dvd não acabou com as salas de cinema, a internet não vai acabar com as revistas, jornais ou livros – apenas aparece na história como uma alternativa para atender diferentes nichos, desejos e interesses.

“Estamos falando das transformações ocasionadas pela 4ª Revolução Industrial. Se a gente olhar para a história da humanidade nas últimas três revoluções, nós não tivemos perdas de postos de trabalho e, sim, modificações”, explana Mateus de Freitas, superintendente do Sesi-ES e diretor regional do Senai-ES.

E assim também se dará na Indústria 4.0: até 2022, as inovações também criarão 133 milhões de novos postos, deixando um saldo positivo de 58 milhões de vagas, segundo o WEF.

“O que acontece é que, com a questão da velocidade da internet, dos processos ciberfísicos, a gente tende a ter um novo perfil de profissional presente no mercado de trabalho”, afirma Mateus.

Um levantamento realizado pelo Diretório Nacional do Senai aponta que 30 novas profissões devem passar a existir em oito setores industriais para atender às exigências da 4ª Revolução.

Apresentamos, agora, 15 novos profissionais que surgirão em quatro áreas da indústria. Clique nas imagens abaixo:

O Sistema Findes tem o que você precisa

As entidades educacionais do Sistema Findes – Sesi, Senai e IEL – têm o know how necessário para preparar esses profissionais do futuro, desde o ensino infantil, passando pelo técnico e o gestacional.

No  Sesi-ES o aluno conta com uma grade curricular diferenciada e inovadora, com a pegada tecnológica necessária para esse modelo de Indústria 4.0. A Rede Sesi de Educação foi pioneira no Espírito Santo na implementação das disciplinas de Empreendedorismo e da Robótica Educacional e, para 2019, traz três novos diferenciais: o Programa de Orientação Educacional (POP), a Educação Maker e o Ensino Bilíngue.

As matrículas do Sesi estão abertas. Você pode conhecer mais sobre a instituição e fazer seu cadastro de interesse clicando aqui!

Já Senai-ES possibilita aos seus alunos um ensino completo, profissional e tecnológico, com unidades dotadas de infraestrutura completa, compostas por equipamentos modernos para que seja realizado o bom casamento entre a teoria e a prática. Ou seja, para que os estudantes aprendam “colocando a mão na massa”. A instituição está se reposicionando para atender às demandas da Indústria 4.0 e lançando novos produtos voltados para o futuro mercado de trabalho.

Clique aqui e fique por dentro!

O Sistema Findes também atualiza e prepara as empresas capixabas para a Indústria 4.0, com os cursos do  Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A instituição oferece cursos livres de curta, média e longa duração, além de cursos de pós-graduação MBA e programas como o de Educação Executiva, que oferece intercâmbio em instituições renomadas, como a Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

Escolha o curso que melhor se adeque ao seu perfil!

Por Fiorella Gomes

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Sesi está entre as 10 melhores escolas particulares de Ensino Médio no Ideb

Rede Sesi de Educação está entre as 10 melhores escolas particulares de Ensino Médio do Espírito Santo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nesta segunda-feira (3), referente ao ano de 2017. O Centro de Atividades Jones dos Santos Neves (Sesi), em Cachoeiro de Itapemirim, aparece em sétimo lugar no ranking, com nota 6,4 pontos; já o CEB Sesi Raul Giuberti, em Colatina, ocupa o décimo lugar, com 6 pontos.

O ensino médio do Espírito Santo ficou em primeiro lugar geral do Brasil do Ideb. Quando avaliados apenas o Ensino Médio das escolas particulares, o Estado aparece em segundo lugar, perdendo apenas para Minas Gerais. Esse é o principal índice que mede a qualidade do ensino no Brasil, formado pelo fluxo escolar (taxa de aprovação/reprovação/abandono dos alunos) e pelo Saeb (prova de português e matemática aplicada a cada dois anos para alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio), cujo Sesi ficou em 1º lugar em excelência de ensino.

Segundo o Ministério da Educação, apenas 22 unidades da Grande Vitória pontuaram no Ideb na avaliação do Ensino Médio e o Sesi está entre essas instituições. Em Vitória, das 9 escolas rankeadas, o CAT José Meira Quadros (Sesi Maruípe), aparece em sétimo lugar, com 5,7 pontos; e o José Tarquino Silva (Sesi Jardim da Penha), em 5,6 pontos. Em Vila Velha, o CAT Arlethe Zorzaneli Buaiz (Sesi Cobilândia), aparece em quinto com 5,5 pontos. Em Cariacica, o CAT Bárbara Monteiro Lindemberg (Sesi Campo Grande) aparece em segundo com 5,5 pontos.

Inovação no Ensino

O desempenho das unidades do Sesi no Ideb é o resultado de um ensino diferenciado e focado na excelência, perseguido pela Rede Sesi de Educação no Espírito Santo ao longo dos 67 anos de sua existência.

Atualmente, são mais de 10 mil alunos atendidos pelo ensino regular e 108 mil matriculados em cursos livres nas 12 unidades espalhadas por todo o estado e tendo seu futuro construído de forma inovadora.

“O Sesi é parceiro da indústria e trabalha para fortalecê-la, tornando os resultados do setor produtivo cada vez mais inovador e competitivo. Entretanto, essa parceria não anula as competências transversais da nossa instituição que obteve ótimos índices e reconhecimento no mercado, como esse resultado do Ideb, os 86% aprovação no vestibular nos últimos três anos, além de conquistar 100 medalhas de ouro na fase teórica da robótica e 120 medalhas na Olimpíada Canguru de Matemática, uma competição internacional”, aponta a Diretora de Educação do Sesi-ES, Priscilla Carneiro.

Para atender às mudanças exigidas por um mundo cada vez mais tecnológico e digitalizado, o Sesi foi a primeira escola a introduzir a Robótica em sua grade curricular.

Também foi a primeira a ofertar empreendedorismo como componente curricular, desenvolvendo em seus alunos características de inovação e carreira profissional desde o início da vida estudantil.

Pioneirismo também quando o assunto na integração do ensino médio à formação profissional, alinhada às novas diretrizes do Ensino Médio. O Sesi-ES foi o primeiro da Região Sudeste a implementar, em fevereiro de 2018, no Sesi Senai Civit I, localizado no município da Serra, o projeto piloto “Ensino Médio com itinerário de formação técnica e profissional” (EMIEP), do Departamento Nacional (DN), integrando os ensinos do Sesi e do Senai. Em todo o país, apenas outros quatro estados brasileiros tiveram o mesmo feito: Alagoas, Bahia, Ceará e Goiás.

Antenado com as demandas da 4ª Revolução Industrial e as mudanças impostas por elas, o Sesi traz novidades para a sua grade curricular em 2019, como o Programa de Orientação Profissional (POP), onde alunos terão uma orientação para a vida profissional e posicionamento de competências a partir do Fundamental II; a Educação Maker, que alinha o ensino teórico com a prática, fazendo os alunos aprenderem “colocando a mão na massa” e o Ensino Bilíngue.

Quer ter um ensino inovador? Faça aqui seu cadastro de interesse!

Por Fiorella Gomes

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Conheça 7 benefícios do Sesi Robótica no desenvolvimento dos alunos

Raciocínio lógico, trabalho colaborativo e criatividade. Esses são apenas alguns dos benefícios trazidos pela robótica aplicada à educação de crianças e adolescentes, e que é adotada pelo Sesi-ES há 12 anos. A metodologia de ensino, voltada para o estudo, planejamento e elaboração de projetos relacionados à criação e programação de robôs de todo tipo, gera impactos na aprendizagem do aluno como um todo, indo muito além de conteúdos curriculares da área de exatas, como matemática, física e ciências.  Uma oportunidade para as crianças e adolescentes aprenderem de uma maneira mais mais prática, facilitada e divertida.

“A robótica é uma ferramenta incrível. Com ela podemos mostrar na prática fenômenos que antes os alunos só viam na teoria. Quando os alunos colocam a mão na massa o aprendizado se torna mais significativo”, pontua o professor Thiago Ferreira, orientador da equipe de Robótica Tecnoside, que reúne alunos do Sesi de Maruípe e de Porto de Santana.

Além desses fatores, a introdução da robótica na mais tenra idade prepara os estudantes para o futuro, que já está sendo moldado pela Quarta Revolução Industrial, onde conhecimentos na área de tecnologia e inovação são diferenciais para o mercado de trabalho e a vida profissional.

“Com o aprendizado de robótica, o aluno passa a ser o protagonista no processo de criação do seu próprio conhecimento. Além disso, ele deixa de ser apenas um consumidor de tecnologia passando a criar a tecnologia. Isso é fantástico”, destaca o professor.

O progresso dos estudantes também é visível nas questões comportamentais. O convívio em grupo, apresentação em feiras temáticas e nos desafios e olimpíadas desenvolvidos nessa área permitem que os alunos melhorem na fala, na articulação de ideias, diminuem traços como a timidez e passe a ter mais objetivo e responsabilidade na vida escolar.

Caso do Henrique Brêda, 15 anos. Com um histórico conturbado na escola, ele conta que se encontrou na robótica, abraçando a pesquisa e as responsabilidades que o projeto trouxe para a sua vida.

“Depois que eu entrei para o time de robótica, tudo mudou, as ocorrências não vieram mais. Estar envolvido com isso é fantástico. Na pesquisa a gente aprende muita coisa. Temos que saber relação de engrenagem, que entra em matemática e física, temos que pensar em cálculo, temos que programar, o que desenvolve nossa lógica. Tudo isso ajuda muito na vida escolar”, afirma.

Metodologia

Um dos pontos primordiais para o sucesso do processo de robótica, tecnicamente conhecido como zoom education, é a diferenciação no conteúdo para cada fase dos alunos. Do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, a técnica da robótica é utilizada em contexto com assunto trabalhado no dia a dia. Um processo de construção do conhecimento usando a ferramenta. Já de 6º ao 8º ano, a metodologia é mais aplicada na área da ciência.

Foi nessa época do aprendizado que João Paulo Pereira Eleotério, hoje com 15 anos, conhecer a equipe do Sesi Lego Robótica.

“Conheci o projeto no sexto ano, quando entrei no Sesi e logo me interessei, porque eu gostava muito de Lego, mas quando eu era pequeno não tinha condições de ter um”, revelou. “Eu comecei com o Lego Zoom, que é voltado para as crianças. E fui me aprimorando com isso. A partir do momento que eu entrei, me apaixonei e não consegui mais sair (do projeto)”, conta animado.

No ensino médio, trabalha-se a matemática e a física, de forma extracurricular, abrangendo os torneios de robótica, como a Olimpíada Brasileira de Robótica.

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Reconhecimento

O projeto Sesi Robótica é referência no Espírito Santo, com reconhecimento regional e nacional.

Em Brasília, durante a Olimpíada do Conhecimento 2018, no mês de julho deste ano, as equipes do Espírito Santo, representadas por alunos das unidades de Civit (Serra), Maruípe (Vitória) e Porto de Santana (Cariacica) alcançaram o primeiro lugar no Desafio de Robótica na Indústria, tanto modalidade individual e quanto no desafio de alianças.

Em Vitória, no último sábado (04), os alunos do Sesi mais uma vez foram destaque, dessa vez na etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) e, agora, vão representar o Espírito Santo na etapa nacional da competição.

As equipes Legos Vorazes (Sesi Maruípe), The Walking Lego (Sesi Jardim da Penha) e Power Girls (Sesi Maruípe) ficaram, respectivamente, com o primeiro, segundo e terceiro lugar do Nível 1 (alunos até o sétimo ano do ensino fundamental).

Já no Nível dois (alunos do oitavo ano e ensino médio e técnico), a equipe The Kings (Sesi Linhares) ficou em primeiro lugar e viaja para João Pessoa (PB) entre os dias 6 e 9 de novembro para disputar com equipes de todo o Brasil.

Conheça 7 benefícios da robótica na educação de crianças

Em busca de um ensino de Excelência na Educação Básica e Média, o  Sesi foi a primeira rede de escolas do Espírito Santo a introduzir a robótica em sua grade curricular, atendendo assim às mudanças exigidas por um mundo cada vez mais tecnológico e digitalizado.

Abaixo listamos os benefícios do ensino da robótica nas escolas, seguindo as experiências relatadas pelos nossos alunos. Confira!

Com as aulas curriculares de Robótica, o aluno tem a oportunidade de aprender, na prática, os conteúdos teóricos aprendidos em sala. Noções de força, movimento e aceleração são alguns dos exemplos de teorias que podem ser observadas durante o desenvolvimento de uma estrutura. E o melhor, na  Robótica, a própria criança coloca a mão na massa: ela manuseia, constrói, vê o que dá errado e o que dá certo.

O ensino da linguagem de programação estimula os alunos a pensarem de forma estruturada, uma vez que, ao desenvolverem o robô, eles precisam designar ações a serem cumpridas pelo computador, por meio de códigos específicos, criados por sequências de números e palavras. Com essa metodologia, o lado esquerdo do cérebro é trabalhado. E é justamente ele o responsável pelo raciocínio lógico, analítico e crítico das pessoas.

A robótica estimula a melhora do desempenho escolar em diversas disciplinas escolares, sobretudo em matérias como matemática, física e também o inglês. Assim, números e novas palavras se tornam mais familiares, facilitando o raciocínio mais preciso e permitindo a união de teoria e prática.

Aprender a programar auxilia a criança e o adolescente a descobrir suas potencialidades e estimular suas aptidões. Eles se tornam mais engajados e entusiasmados a seguir em busca de novos desafios. Além disso, no futuro, por terem habilidades diferenciadas, deverão se destacar no mercado de trabalho.

Às vezes, os planos não saem como queremos e o projeto dá errado. O que fazer? Na robótica, o aluno aprende desde cedo a lidar com os próprios limites e a conviver com a frustração: entender que erros são normais e que o que vale é participar, lutar e aprender com esse erro. Esse é um desafio inerente ao processo de aprendizagem e convívio social. Além disso, ao desenvolver um projeto, o aluno aprende a ser paciente e disciplinado, pois vê na prática que as coisas nunca acontecem de imediato: é preciso planejamento e as tarefas devem ser resolvidas uma depois da outra.

O conceito de disrupção é simples: uma inovação que cria um novo modelo, forçando o anterior a mudar ou fracassar. E é isso que significa ensinar programação na grade curricular das escolas do SESI: romper o modelo de educação anterior, que já está ficando obsoleto, e inovar para se adequar ao novo. Nessa metodologia, por exemplo, os professores deixam de ser meros replicadores de conteúdos para os alunos, e passam a ser facilitadores do aprendizado, uma vez que se tornam responsáveis  por motivar e reforçar valores como trabalho em equipe, a importância de ter um espírito empreendedor, organização e planejamento do tempo.

Embora tecnologias envolvam padrões lógicos, falhas podem acontecer. E o que fazer quando a sequência de códigos responsável pelos comandos do computador não for desenvolvida da forma correta? Nesses casos, o aluno se depara com uma situação exige dele buscar soluções alternativas e inovadoras, a fim de cumprir o desafio proposto.

Mais do que uma base curricular, o Sesi-ES propicia aulas e atividades que provocam um pensamento criativo e inovador, com diferenciais que valorizam as aptidões do aluno, baseados em sua história de vida, seus talentos e experiências pessoais.

Clique aqui e fique por dentro dos diferenciais e demais projetos desenvolvidos pelo Sesi.

Por Fiorella Gomes

Com colaboração de Ariel Gracelli

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Sesi lança Programa de Orientação Profissional (POP) no próximo dia 31

Imagine uma escola onde o seu filho já recebe toda a orientação profissional necessária desde o Ensino Fundamental para que conclua a educação básica e média já sabendo quais são suas aptidões, talentos e vocações, de forma que possam tomar as melhores decisões para seu projeto de vida? Parece futurista, mas é uma realidade que já está aí com o Programa de Orientação Profissional (POP), que será lançado no próximo dia 31, às 18h, no Teatro Sesi de Jardim da Penha.

A ideia é ajudar os estudantes a tomar decisões em sua vida, desde as de menor abrangência até as vitais ao desenvolvimento do seu projeto de vida, além de proporcionar à família informações e conhecimentos acerca das aspirações dos seus filhos, envolvendo-os na trajetória escolar.

“Na educação infantil, o Sesi trabalha para destacar as competências e habilidades socioemocionais, e de empreendedorismo de nossas crianças; no Fundamental II, faremos um trabalho de direcionamento e orientação profissional”, revelou Priscilla Carneiro, Diretora de Educação Sesi/Senai.

Pontos importantes para o desenvolvimento do ser humano, tanto na área pessoal quanto profissional, como autoconhecimento, autoconceito, autoestima, autoconfiança, visão de futuro, querer ser, autodeterminação e resiliência, serão trabalhados com os alunos do 6º ao 9º ano, para que eles possam desenvolver um projeto de vida, em um preparatório para o Ensino Médio e Técnico ou Superior.

O projeto de vida é exatamente o processo em que o aluno procura se conhecer melhor, identificando os seus anseios, desenvolvendo suas potencialidades e é uma etapa importante do desenvolvimento como indivíduo, pois  ajuda a construir o caminho para concretizar os seus sonhos.

O Sesi de Jardim da Penha será o primeiro a receber o POP como piloto nas turmas de Ensino Fundamental II. Mas, o programa será expandido para as demais unidades do Estado em 2019 e contemplará também os estudantes do Ensino Médio.

Serviço

Lançamento do Programa de Orientação Profissional (POP)

Data: 31/08
Horário: 18h
Local: Teatro Sesi – Jardim da Penha
Programação:
18h: Coffee Break
18h30: Palestra Temática
18h50– Apresentação do POP- programa de Orientação profissional
20h:– Encerramento

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Equipes do Sesi-ES conquistam primeiro lugar no Desafio de Robótica, em Brasília

Dobradinha capixaba no Desafio de Robótica na Indústria, que acontece em Brasília, dentro da programação da Olimpíada do Conhecimento 2018. As equipes do Sesi-ES conquistaram o primeiro lugar na etapa individual e na etapa de ligas nesta quarta-feira (04).

Ao todo, 48 equipes formados por alunos entre 14 e 17 anos participam do Desafio. Elas são divididas por dia, sendo oito em cada um. Em cada um deles, três regionais do Sesi-Senai, disputam entre si. Os desafiantes do Espírito Santo foram as regionais de Goiás e Paraná.

O desafio dos estudantes é desenvolver robôs para executar missões realizadas em uma arena compartilhada, simulando processos de oito segmentos industriais: mineração, panificação, frigorífico, construção civil, máquinas e equipamentos, celulose e papel, veículos automotores e têxtil. Existem duas etapas: a individual, onde cada equipe desenvolve as atividades com o robô que desenvolveram; e a de Ligas, onde duas equipes se juntam, levando-se em consideração o ranking da primeira fase, e formam uma nova equipe, trocando experiências entre si e aprimorando os processos dos robôs.

A equipe Tecnoside, do Sesi Maruípe e Sesi Porto de Santana, ficou em primeiro lugar na etapa individual do Desafio. Essa equipe atuou com o robô “Saidinho”, desenvolvido pelos alunos Pedro Augusto Dias, 17 anos; Rafael Oliveira de Araújo, 17 anos; Victor Vicente Batista, 16 anos; e João Paulo Pereira Eleotério, 15 anos, e o técnico em robótica, professor Thiago Ferreira.

Já a equipe Inteltec, do Sesi Civit, conquistou o primeiro lugar na etapa de ligas, que é quando duas equipes se juntam, formando uma equipe de integração, onde os estudantes trocam experiências e dicas para melhorias dos processos desenvolvidos pelos robôs atuantes. Os alunos Lucas Riggo, 16 anos; Matheus Moreno, 15 anos; Daniel Garcia, 15 anos; e Henrique Brêda, 15 anos; orientados pelo técnico em robótica, Carlos Raphael, desenvolveram o robô lego “Murphy”.

 

Conheça as equipes

Tecnoside

O robô “Saidinho” foi desenvolvido em um mês, segundo o professor. “O desafio de robótica na indústria é composto por oito missões que devem ser desenvolvidas em quatro minutos, sendo dois autônomos e dois controlado pelos alunos. Nós tivemos um mês para desenvolver esse robô, que é composto de três anexos, permitindo a execução dessas missões. E foi com ele que conquistamos o primeiro lugar na fase individual”, explicou.

Entender o ótimo desempenho do “Saidinho” é fácil, quando observamos que a equipe une ingredientes importantes para o sucesso e alcance de objetivos, como a paixão pela atividade desenvolvida e a vontade de aprendizado constante.

Caso do estudante Pedro Augusto Dias, 17 anos, que contou como entrou para a equipe do Sesi Robótica. “Quando eu fui visitar o Sesi para me matricular, tinha um mural muito grande de um pessoal que tinha participado de um torneio de robótica. Na mesma hora eu falei com meu pai: ‘é isso que eu quero fazer para minha vida’”, diz animado. “Ao entrar na escola, insisti com o professor para entrar na equipe e, desde então, venho junto com os meus colegas participando de torneios estaduais e nacionais. É uma experiência sempre muito bacana”, afirmou.

A paixão por Lego fez com que João Paulo se interessasse a entrar para a equipe do Sesi Lego Robótica. “A robótica começou com a iniciativa do lego nas nossas escolas. Conheci o projeto no sexto ano, quando entrei no Sesi, e logo me interessei, porque quando eu era pequeno não tinha condições de ter um Lego, apesar de gostar muito”, revelou.

“Eu comecei com o Lego Zoom, que é voltado para as crianças. E fui me aprimorando com isso. Conheci o Lego Robótica, fui para plataformas menos avançadas e, hoje, cheguei no V3. A partir do momento que eu entrei, me apaixonei e não consegui mais sair (do projeto)”, conta animado.

Inteltec

Empolgado com o primeiro lugar na fase de Ligas, pela Inteltec, Lucas Riggo, 16 anos, conta que está na equipe desde os 10 anos, e como trabalhar com a robótica ajudou no seu desenvolvimento.

“A parte de saber que sem uma dedicação constante eu não consigo chegar a um resultado. Nos primeiros anos, a gente não conseguia conquistar muita coisa e, nos últimos anos, percebemos que quanto mais trabalhássemos e quanto mais estudássemos, melhor viriam os resultados tanto na robótica, quanto na vida e também nos estudos”, destaca.

No projeto Sesi Robótica, os alunos também aprendem a lidar com as expectativas e os resultados negativos. É o que destaca Matheus Moreno, 15 anos, que está na equipe há quatro anos.

“Uma coisa que marcou muito foi o primeiro torneio de robótica que participei. Era uma experiência nova e eu tinha acabado de começar na equipe, a expectativa era alta. E.. eu tive uma grande frustração com a avaliação negativa dos técnicos. Na Robótica, desenvolvemos tanto o projeto de pesquisa, quanto o robô na mesa de testes e eu acreditava que tudo que tinha feito estava bom, ótimo, mas não entendia que eu poderia melhorar. Hoje, eu sei que nada ruim pode ficar pior e que tudo nessa vida pode melhorar. Acho que foi meu maior aprendizado pessoal”, divertiu-se.

Henrique Brêda, 15 anos, encontrou-se na Robótica e abraçou a pesquisa e as responsabilidades que a robótica trouxe. “Na pesquisa a gente aprende muita coisa. Temos que saber relação de engrenagem, que entra matemática e física, temos que pensar em cálculo, temos que programar, o que desenvolve nossa lógica. Tudo isso ajuda muito na vida escolar”, afirma,

Participar de um evento como o Desafio de Robótica e a Olimpíada do Conhecimento, que recebe a visita de cerca de 400 mil pessoas e conta com a participação de estudantes de todo o país, promove ainda a integração e novas descobertas tecnológica. E foi justamente essa troca de experiências que encantou Daniel Garcia, 15 anos.

“É sempre bom ter uma experiência nova. Eu já tinha participado da Olimpíada Brasileira de Robótica, em Curitiba, e tinha sido sensacional. Aqui em Brasília, acabei conhecendo e aprendendo muitas coisas novas que poderei usar tanto na minha vida, quanto em competições que a gente participa, que são ideias para equipamentos que acoplamos no nosso robô”, frisou.

Por Fiorella Gomes

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