Estudantes debatem temas de Comissões da ONU em evento

Promover pluralidade, diplomacia, respeito à diversidade cultural e de opiniões, e ainda estimular a capacidade de influenciar, liderar, se portar em público e o exercício da oratória. Estes são apenas alguns dos objetivos – alcançados com êxito –  do Sesi ONU, programa da rede Sesi de educação que reuniu alunos na unidade de Jardim da Penha no último sábado de junho (30).

 

Durante todo o dia, estudantes de diversas unidades simularam Comissões Temáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) nas salas de aula do Sesi de Jardim da Penha. Os alunos representaram os países que compõem os grupos de discussão da entidade com propriedade: vestidos em trajes formais ou típicos de cada Nação eles defenderam os pontos de vista adotados pelos países, ainda que não concordassem com os posicionamentos.

De acordo com a analista educacional Dayana Chaves Ribeiro, responsável pelo Programa, os estudantes têm uma rotina de preparação e estudos que acontece em cada unidade e faz toda a diferença na formação escolar. “Um dos aspectos mais relevantes é a possibilidade de contato com realidades sociais distintas, bem como o estímulo ao trabalho em equipe e ao empreendedorismo. Além do mais, há um incentivo a “viajar” por países e temas desconhecidos, aprofundando seu universo de conhecimento, em especial no que se refere a aspectos culturais, políticos, históricos e geográficos”, explica.

 

Debates diversificados

Késia Souza Vertuani, do Sesi de Cobilândia, atuou como diretora do Comitê de Armas Autônomas de 2017 e afirma que a experiência traz enriquecimento cultural e crescimento pessoal. “Eu sempre fui uma pessoa muito tímida, quando entrei no Ensino Médio, eu não tinha nenhuma composição de oralidade, não tinha uma carga de vocabulário. Quando começou o Sesi ONU e era uma nota avaliativa eu me vi na responsabilidade de aprender a lidar com isso, senti interesse pelo País e isso automaticamente já elimina um pouco da timidez, além de abrir a mente para outras culturas que você, Às vezes até conhece a base, mas na hora que vai se posicionar, tem que se colocar no lugar de um cidadão daquele país. Então, é uma visão de mundo muito boa que a gente constrói nesse projeto e acrescenta muito para o crescimento pessoal também”, declara.

Outro destaque foi o Escritório das Nações Unidas para a Droga e o Crime (UNODC), em que os alunos e diretores de mesa, além de discutirem o delicado assunto, só podiam se comunicar em inglês, como forma de estimular o domínio da língua estrangeira.

 

Sobre o Sesi ONU

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O projeto é uma adaptação do modelo de Assembleia de Estudantil criado pelos acadêmicos do curso de Relações Internacionais da Pontifica Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), um projeto que está na sua 19ª edição e que conta com a participação de estudantes de escolas públicas e privadas de todo o país.

O Sesi recriou o modelo da PUC de maneira adaptada à realidade dos alunos, para que possam desenvolver competências e habilidade que os ajudem na vida acadêmica e em suas relações interpessoais. Na primeira etapa, cada unidade realiza a Sesi ONU com todos os alunos, como atividade avaliativa e interdiscplinar. Durante o evento, alguns alunos são selecionados para a etapa estadual, que envolve várias unidades do Sesi-ES.

As Comissões são escolhidas de acordo com a Mini ONU, assembleia estudantil da PUC – MG e a cada ano trazem assuntos diferentes. Participam do projeto estudantes da 1ª e 2ª série do ensino médio, que podem desempenhar papéis de delegados de países ou entidades representativas; diretores de mesa; e voluntários.

Os alunos com melhor desempenho nas categorias Postura Diplomática e Estrutura e Fundamentação Teórica do DPO (Documento de Posição Oficial) receberam menção honrosa no encerramento do evento, que ocorreu no auditório do Sesi de Jardim da Penha.

Confira a lista dos homenageados:

Estrutura e Fundamentação Teórica do DPO:

  • Comitê ACNUDH(2017): João Paulo Nascimento Oliveira (Campo Grande)
  • Comitê CCW(2017): Bryan Malaquias Pereira(Porto De Santana)
  • Comitê UNODC(2017): Yasmim Souza Oliveira(Porto De Santana)
  • Comitê CPP(1919): Gabrielly Victória Santos De Andrade (Aracruz)
  • Comitê OIT(2017): José Henrique Souza Barbosa (Porto De Santana)
  • Comitê OMS(2018): Kamila Rocha Mairink (Araçás)
  • Comitê CSW7(1953): Yago Decothé Cordeiro (Aracruz)

Postura Diplomática:

  • Comitê ACNUDH(2017): Thaiza Costantino Santos (Jardim Da Penha)
  • Comitê CCW(2017): Pedro Henrique Nunes ( Jardim Da Penha)
  • Comitê UNODC(2017): Tainá Cassiano (Civit)
  • Comitê CPP(1919): Lana Amaral (Maruípe)
  • Comitê OIT(2017): Luiz Henrique Souza Barbosa(Porto De Santana)
  • Comitê OMS(2018): Ronald Patero (Campo Grande)
  • Comitê CSW7 (1953): Daniela Cortes (Jardim Da Penha)

Por Elaine Maximiniano

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Sesi-ES: 67 anos transformando histórias por meio da Educação

Oferecer uma Educação de qualidade de forma acessível. Esse tem sido o desafio do Serviço Social da Indústria, o Sesi, no Espírito Santo ao longo de sua história, que completa no dia 30 de junho, 67 anos. Atualmente, são mais de 10 mil alunos atendidos pelo ensino regular e 108 mil matriculados em cursos livres nas 12 unidades espalhadas por todo o estado e tendo seu futuro construído de forma inovadora.

Em mais de seis décadas, muitas foram as histórias construídas e transformadas pelo Sesi, como a de Rodrigo Pitol Braga, 25 anos. Filho de industrial, ele estudou no Sesi Campo Grande, em Cariacica, durante 14 anos. Hoje é técnico naval no Estaleiro Jurong, em Aracruz.

“O Sesi influenciou muito nas minhas escolhas profissionais, justamente por ter uma ligação forte com a indústria, o qual oferece um mercado de trabalho muito amplo”, revelou. “A contribuição para a minha carreira foi enorme, por incentivar os alunos a se dedicarem tanto aos estudos quanto às relações sociais, além de proporcionar oportunidades no âmbito industrial”, destacou.

O vôo alçado por Rodrigo foi alto. Formado em técnico em Mecânica, pelo Ifes, e atuando em uma multinacional de renome, ele teve a oportunidade de trabalhar no exterior, mais especificamente em Singapura, na Ásia, entre 2013 e 2014.

“Participei de um programa de intercâmbio, aprimorei meu inglês, conclui um curso de tecnologia naval e offshore, consegui um diploma e estagiei no estaleiro-sede. Após todo o processo de curso e aprimoramento, voltei para o Brasil para atuar ativamente no Estaleiro Jurong Aracruz”, contou.

 

 

[su_quote]Foi enorme a contribuição do Sesi para a minha carreira. Tanto por incentivar os alunos a se dedicarem aos estudos quanto proporcionar oportunidades no âmbito industrial – Rodrigo Pitol, ex-aluno Sesi Campo Grande[/su_quote]

Para gerar esses bons frutos, ou seja, os talentos formados em suas salas de aula e que conquistam diariamente o mercado de trabalho, o Sesi traçou um caminho rumo ao ensino de excelência.

Com isso, realizou muitas transformações internas, aprimorando e ampliando a cartela de serviços que oferece aos trabalhadores da indústria e à sociedade, tornando-se referência quando o assunto é Educação, inovando em saúde e segurança do trabalho; lazer, cultura e promoção da saúde.

E, assim, consagrou-se a maior rede de ensino privado do Estado. Uma rede de saber sexagenária que contribui não apenas com o crescimento da indústria capixaba, mas também com a formação de cidadãos com senso crítico, preparados para lidar com todo o tipo de situação.

De 1951, quando o Sesi inicia sua história no Espírito Santo, até os dias atuais, diversos foram os avanços que possibilitou a entidade a fortalecer seus laços com os capixabas, aos seus estudantes conquistar tantas premiações e sua equipe desenvolver metodologias diferenciadas. E muitos outros ainda estão por vir, como aponta o Superintendente do Sesi, Mateus de Freitas.

“Quando olhamos os índices de avaliação que o Sesi é submetido – e os resultados que alcançamos – percebemos que ele está em um patamar de escola de altíssima qualidade. Isso quando olhamos o que já realizamos. Mas, a gente quer mais. Queremos conectar a Educação que o Sesi oferece com uma formação do trabalhador da indústria e do cidadão para a sua vida profissional”, destaca.

 

 

[su_quote]Queremos conectar a Educação que o Sesi oferece com uma formação do trabalhador da indústria e do cidadão para a sua vida profissional – Mateus de Freitas, superintendente do Sesi Espírito Santo[/su_quote]

Diferenciais

Para isso, o Sesi oferece uma grade curricular e uma preparação diferenciada dos seus alunos, como explica a diretora de Educação, Priscilla Carneiro.

“A Educação do Sesi é voltada para o filho do trabalhador da indústria, mas também atendemos a comunidade, e isso faz com que tenhamos uma pegada tecnológica, nesse modelo de indústria para competitividade, da indústria 4.0”, disse.

O Sesi está antenado com as demandas do mercado e sabe qual a linguagem necessária para que o cidadão mantenha-se conectado com o mundo: a digitalização, o mundo virtual apoiando as decisões do mundo real. Por isso, seus alunos já desenvolvem projetos na área de robótica e programação.

Além disso, foi a primeira escola a ofertar empreendedorismo como componente curricular, desenvolvendo em seus alunos características de inovação e carreira profissional desde o início da vida estudantil.

Um aprendizado que fez total diferença na vida de Carolina de Aquino Lapa Santos, 24 anos. Aluna do Sesi Laranjeiras por nove anos, de 2003 a 2011, hoje é graduada em Enfermagem pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e trabalha como pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“O empreendedorismo me deu uma amplitude de visão. Como enfermeira, preciso saber administrar e liderar uma equipe, um setor e o empreendedorismo me deu a base e noções de como fazer isso. O meu aprendizado no SESI me deu visão ampla e crítica das coisas, além dos professores me estimularem sempre a desenvolver habilidades e competências, aproveitar oportunidades e ir além do lugar comum”, contou.

Entre as ações pioneiras desenvolvidas pelo Sesi, está ainda o ensino médio integrado à formação profissional, alinhado às novas diretrizes do Ensino Médio.

 

 

 

[su_quote]A Educação do Sesi é voltada para o filho do trabalhador da indústria, mas também atendemos a comunidade, e isso faz com que tenhamos uma pegada tecnológica, nesse modelo de indústria para competitividade, da indústria 4.0 _ Priscilla Carneiro, diretora de Educação do Sesi [/su_quote]

Futuro

E para o futuro, novos projetos e metas. Já no próximo ano, o Sesi começa a implementar um modelo de educação disruptiva, a Educação Maker, que utiliza o conceito do “Faça Você Mesmo”, presente em startups, indústrias e empresas ligadas à tecnologia, além dos espaços abertos de incentivo à inovação.

Nesse modelo, o professor passa a mediar e estimular a aprendizagem, incentivando os alunos a “colocar a mão na massa”, aumentando o engajamento entre aluno, conceitos, professor e a aprendizagem em si.

“Na educação infantil, vamos destacar as competências e habilidades sócio-emocionais, de empreendedorismo de nossas crianças; no Fundamental I e II, faremos um trabalho de direcionamento e orientação profissional; já no Ensino Médio, trabalharemos o coaching de carreira”, revelou Priscilla Carneiro.

Outra novidade da grade curricular é o programa bilíngue. “É importante para nós, que trabalhamos com a área tecnológica, que nossos alunos tenham essa competência de língua estrangeira, sobretudo o inglês, desenvolvida”, frisou.

Ao longo deste ano, professores estão sendo capacitados para a educação maker e implementação do uso de ferramentas tecnológicos em sala de aula, pois o Sesi entende que uma equipe bem preparada é essencial para o desenvolvimento do aluno. Algo atestado pela ex-aluna Carolina.

“Os professores fizeram toda a diferença para mim. Era uma equipe excelente, que me ensinou a pensar fora da caixa, desenvolver novas habilidades e competências, que me estimulou a querer aprender mais sempre. Decidi seguir uma determinada linha de pesquisa na graduação devido a influência de um trabalho interdisciplinar que eu fiz durante o ensino médio. Então, o SESI contribuiu muito para a minha formação”, conta jovem pesquisadora de 24 anos que integra o time da Fiocruz.

 

 

 

[su_quote]O Sesi me deu a maior parte da base de conhecimento que tenho hoje, o que me ajudou muito durante a graduação e na vida. Cheguei no ensino superior com olhar crítico sobre os fatos _ Carolina Aquino Lapa Santos, ex-aluna Sesi Laranjeiras [/su_quote]

A importância dada pelo Sesi à saúde também foi um fator decisivo na carreira de Carolina, que formou em Enfermagem.

“O Sesi me deu a maior parte da base de conhecimento que tenho hoje, o que me ajudou muito durante a graduação e na vida. Cheguei no ensino superior com olhar crítico sobre os fatos, além de olhar para problemas de saúde considerando fatores sociais, econômicos e históricos. Algo que aprendi ser muito importante ainda no ensino fundamental e médio”, afirmou.

O Sesi é referência em promoção da saúde e qualidade de vida com eventos como a Ação Global, parceria com a Rede Globo e que atende a milhares de pessoas todos os anos.

Além disso, destaca-se pelos serviços oferecidos em Saúde e Segurança do Trabalho, dispondo de uma estrutura moderna e conceitos alinhados ao que há de mais atual em prevenção a acidentes de trabalho e promoção à qualidade de vida dos colaboradores, oferecendo consultorias, palestras, cursos e exames às empresas.

“Nós queremos aumentar a produtividade da indústria, fazendo com que índices que afetam a saúde e segurança do trabalhador sejam melhorados dentro do nosso chão de fábrica, como afastamento, absenteísmo, problemas psicossociais. O Sesi entra com o knowhow para ajudar a indústria a tratar esses índices”, aponta o superintendente da entidade, Mateus de Freitas.

Ao todo, o Sesi conta com seis unidades de Saúde em todo o Estado, além de 19 unidades para atendimento. Em 2017, foram realizados 180.435 atendimentos em Saúde e Segurança do Trabalho (SST) e mais de 529.089 pessoas foram beneficiadas nesse quesito. Até maio deste ano, os atendimentos chegaram a 71.312 e 204.598 pessoas foram beneficiadas em SST.

O Sesi também desenvolve ações de cultura, esporte e lazer, voltados para o alcance da qualidade de vida.

“Com as ações ligadas à esporte e lazer, promovemos a saúde, desenvolvemos um hábito de vida mais saudável e prazerosa e, com isso, evita doenças e uma série de outras coisas. Já com os programas de cultura, formamos cidadãos, criamos o senso crítico, preparamos as pessoas para interpretar determinadas situações”, observou Mateus de Freitas.

Na área de lazer, por exemplo, em 2017, foram mais de 4.380 matrículas em atividades físicas e esportivas, com mais de 66.628 pessoas atendidas.

Já na parte de cultura, a Orquestra Camerata Sesi-ES merece destaque. Completando 10 de anos de história, leva na bagagem 567 apresentações, 1532 ensaios, 3925 obras executadas e mais de 290 mil espectadores, em apresentações diferenciadas e inovadoras que, muitas vezes, mesclam música clássica e popular.

Seu maestro e fundador, Leonardo David é ex-aluno Sesi e alcançou uma carreira de respeito nacionalmente.

“Eu tinha 10 anos quando entrei no Sesi Vila Velha e comecei a tocar violino e piano. Minhas aulas eram no Centro de Vitória, em um projeto social. Formou-se uma orquestrinha e eu participava dela. Os ensaios eram na própria escola. O Sesi construiu a possibilidade de deixar as pessoas estudarem com os instrumentos que eles compraram. Na época, trouxeram instrumentos da Alemanha, da marca Höffnner, que eram muito bons”, conta sobre o início da sua vida musical. (Confira a entrevista com o maestro aqui).

Ainda na área de cultura, o Teatro do Sesi, que completou 18 anos, atraiu cerca de 753 mil pessoas em mais de 5 mil apresentações. Já a Galeria de Arte, de 2017 a 2018, recebeu mais de 41 mil visitantes.

Confira o artigo do superintendente do Sesi, Mateus de Freitas, sobre os 67 anos da instituição
Leia Aqui

Por Fiorella Gomes

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Medalhistas de matemática do Sesi recebem homenagem na Findes

Os cerca de 120 alunos das unidades do Sesi-ES que foram destaque na competição internacional “Canguru de Matemática” recebem, nesta sexta-feira (8), uma homenagem na sede do Sistema Findes. O evento é para comemorar 119 medalhas, sendo 4 de ouro, 12 de prata, 38 de bronze e 65 de honra ao mérito. Cerca de 2.600 estudantes participaram do desafio.

Os estudantes serão recebidos pelo presidente do Sistema Findes, Léo de Castro, e pelo Superintendente do Sesi, Mateus Freitas com a banda de alunos do Sesi de Cobilândia e receberão os certificados de destaque na competição.

Acompanhe, em nossas redes, a cobertura do evento e em instantes a matéria completa aqui!

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Camerata Sesi-ES apresenta concerto de música para cordas do séc. XX

A Orquestra Camerata Sesi traz, no próximo dia 07 de junho, um concerto só de cordas regido pelo maestro convidado Edilson Ventureli. O espetáculo “A Música para cordas do séc. XX” faz parte da série Sesi Música Clássica e acontece às 20h, no Teatro Sesi Jardim da Penha, em Vitória.

Na programação, o público poderá ouvir composições do norte-americano Samuel Barber que fez o famoso “Adagio para Cordas”, uma de suas obras mais conhecida e popular. Haverá, também, serenata para cordas dos compositores Edward Elgar e Josef Suk.

Para reger a orquestra, foi convidado o regente adjunto da Orquestra Sinfônica Heliópolis, Edilson Ventureli.

“É um grande prazer recebê-lo novamente em nosso palco. Ventureli desde 2010 é orientado por Isaac Karabtchevsky, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Heliópolis e já participou do Musica Riva Festival (Itália), onde regeu a World Youth Orchestra, a SYOA – State Youth Orchestra of Armenia (Orquestra Juvenil Estatal da Armênia), Orquestra Reino de Aragón (Espanha) e LVIV Philarmonic Orchestra (Ucrânia)”, disse o maestro titular da Orquestra Camerata Sesi-ES, Leonardo David.

Serviço:

A música para cordas do Séc. XX
Série Sesi Música Clássica

Dia: 07 de junho
Horário: às 20h
Local: Teatro Sesi Jardim da Penha
Programação:
• Barber – Adagio para cordas
• Elgar – Serenata para cordas em mi menor, Op. 20
• Suk – Serenata para cordas, Op. 6
Regente convidado: Edilson Ventureli
Ingresso: à venda na bilheteria do teatro, a R$ 5,00 (meia-entrada e trabalhador da indústria) e R$ 10,00 (inteira). No dia da apresentação, a partir das 18h, caso haja disponibilidade de assentos.

Por Natália Magalhães

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Alunos do Sesi são destaque em competição internacional de Matemática

 

Alunos do Sesi foram destaque em uma competição que atrai crianças e adolescentes de mundo inteiro: o Canguru de Matemática. Ao todo, as unidades capixabas da entidade conquistaram 119 medalhas, sendo 4 de ouro, 12 de prata, 38 de bronze e 65 de honra ao mérito. Cerca de 2.600 estudantes participaram do desafio.

 

Criado em 1991, na França, o Canguru de Matemática acontece a cada ano, na terceira quinta-feira do mês de março e busca mostrar aos estudantes que, essa matéria considerada difícil no meio escolar, pode, sim, ser divertida. Participam alunos a partir da 3ª série do Ensino Fundamental ao último ano do Ensino Médio.

O professor Alexandre Odilon da Silva Rampasso, facilitador de matemática da unidade Sesi Cobilândia, em Vila Velha, destacou que o resultado dos alunos capixabas neste ano foi superior ao dos anos anteriores: em 2017, foram 81 medalhas, enquanto em 2016, foram 64.

 

Para ele, esse é o resultado de um trabalho de incentivo do time de professores da rede. “O sistema conta com professores empenhados em resultado, que incentivam a participação dos estudantes e a busca por mais conhecimento. E o Sesi nos dá um suporte muito bom nesse sentido”, ressaltou.

 

Entre as formas de incentivo e estímulo para o aluno estão iniciativas como o “Clube da Matemática”, desenvolvida na unidade de Cobilândia por Odilon. Uma atividade extraclasse em que os alunos se reúnem em uma plataforma digital disponibilizada pela Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), que permite uma reunião online, com desenvolvimento e correção de atividades, além de videoaulas.

 

Outras formas encontradas pelos professores do Sesi é a realização de atividades com os alunos, utilizando questões dos anos anteriores da competição e reuniões na biblioteca.

 

Segundo Odilon, um dos objetivos da competição é oferecer aos estudantes um estudo matemático mais significativo que possibilite desenvolver suas habilidades matemáticas, elevando o nível de aprendizagem.

 

“Um aluno olímpico, podemos assim chamá-los, tem a oportunidade de entrar em contato com uma enorme variedade de ideias matemáticas, que estimulam sua criatividade e seu raciocínio”, explicou Alexandre.

 

Para isso, ressalta o professor, o envolvimento e a parceria da família nas atividades dos alunos é fundamental e, de acordo com ele, as unidades Sesi buscam essa interação.

 

A filha de Haroldo Venâncio Silva, Gabriela Nascimento Venâncio cursa a 2ª série do Ensino Médio no Sesi de Cobilândia e conquistou a medalha de prata em 2017 e bronze, em 2015, quando estava no 9º ano.

 

Ele destaca a importância da competição e o trabalho realizado pela entidade para estimular o aprendizado dos alunos.

 

“Foi bacana a forma como a instituição valorizou a pontuação e posição de cada aluno nessa atividade. Quanto ao valor agregado, foi de grande valia, pois independente da idade, essa ação mexeu com a autoestima da minha filha e acredito que com os demais alunos também. Hoje, particularmente, tenho o privilégio de dizer não só que minha filha é uma medalhista, mas também que ela é determinada e dedicada em todos os assuntos pertinentes a escola”, afirmou.

 

A edição de 2018 contou com a participação de aproximadamente 330 mil estudantes da rede pública e privada de todo o Brasil. Já o número de participantes ao redor do mundo foi de mais de 6 milhões.

Conheça o Canguru

A Olimpíada Canguru de Matemática Brasil está vinculada à Association Kangourou Sans Frontières. Originou-se na França, em 1991, inspirada em uma competição australiana de matemática. A associação tem hoje ramificação em dezenas de países e a prova é aplicada na terceira quinta-feira do mês de março em aproximadamente 70 países.


A competição funciona como uma espécie de jogo e envolve estudantes de todas as idades, dos 7 aos 18 anos. O evento é dividido por seis categorias etárias, resolvendo 24 ou 30 testes de múltipla escolha em 90 minutos (ou mais, dependendo do país participante). O concurso visa atrair tantos estudantes quanto for possível, com a finalidade de mostrar-lhes que a Matemática pode ser interessante, útil e mesmo divertida.

 

Por Fiorella Gomes

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Alunos do #EnsinoProfissa participam do Educação 360 Jovem no Rio de Janeiro


Quatro estudantes do Sesi/Senai Civit que participam do projeto piloto do novo Ensino Médio com Itinerário de Formação Técnica e Profissional, o #EnsinoProfissa, foram convidados para participar do Educação 360 Jovem. O evento aconteceu no último dia 16, segunda-feira, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e foi realizado pelos jornais O Globo e Extra. A discussão reuniu especialistas e jovens de todo o país para debater os novos desafios do ensino no Brasil.


Os alunos Ana Luiza, Rebeca, Matheus e Daniel foram acompanhados pela coordenadora pedagógica Cristina Simões Lombardi e pela interlocutora do Departamento de Educação Básica Maria Luiza Bicalho.


A estudante Ana Luiza Stock Souza participou do painel “Como os jovens querem aprender?” e conta como foi a experiência. “Foi muito válido ouvir todas essas opiniões, pois nos deparamos com pessoas com realidades diferentes, de outras escolas e outros Estados. Isso contribui para uma melhor formação de ideias e para chegar a uma conclusão que ajudará na mudança educacional do nosso país”, ela explica.


É a primeira vez que a plataforma Educação 360 promove um evento totalmente voltado para o ensino dos jovens. Foram realizados quatro painéis com a participação de estudantes, educadores, especialistas em educação e juventudes sobre temas como currículo escolar, metodologias e as formas de participação dos alunos.


Saiba mais sobre o #EnsinoProfissa

 

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Sesi ES fica em 1º lugar no ranking do simulado Prova Brasil

A instituição teve o melhor resultado entre 54 avaliadas

O Sesi-ES conquistou o primeiro lugar no ranking do simulado Prova Brasil entre as escolas com mais de 500 alunos. A avaliação foi aplicada no final do ano passado em 54 unidades do país. Os estudantes capixabas do Ensino Médio tiveram as maiores notas em Língua Portuguesa e Matemática: 420,17 e 410,06, respectivamente. O segundo lugar ficou com o Amazonas, com 400,18 em Português e 389,11 em Matemática.

 

 

Os alunos do 5º e 9º ano de todas as unidades do Sesi-ES também obtiveram um excelente desempenho: ficaram acima da média nacional nas duas disciplinas avaliadas.

De acordo com a Diretora de Educação do Sesi-ES, Priscilla Marques Carneiro, o resultado é reflexo da busca constante da instituição pela excelência no ensino. “Propiciamos aulas e atividades que provocam o pensamento criativo e inovador do aluno, com diferenciais que valorizam as aptidões, baseados em sua história de vida, seus talentos e experiências pessoais”.

 

 

A Diretora explica que só no Sesi o estudante tem acesso a disciplinas exclusivas como empreendedorismo, música e Lego Robótica sem ter que pagar mais por isso. “Os alunos também participam de uma série de atividades que impactam diretamente no aprendizado, como a Mini-ONU, a Feira das Profissões e a participação de várias equipes na Olimpíada Canguru de Matemática, Olimpíada Brasileira de Astronomia e Olimpíada Brasileira de Robótica”, acrescentou.

Simulado Prova Brasil

O simulado foi aplicado em novembro de 2017 para 2018 alunos capixabas concluintes do 5º ano e 9º ano do Ensino Fundamental, e 3ª série do Ensino Médio.

 

 

A Prova Brasil e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) são avaliações para diagnóstico, em larga escala, desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). Têm o objetivo de avaliar a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro a partir de testes padronizados e questionários socioeconômicos. Aqui você entende tudo sobre o Simulado Prova Brasil e aqui você confere a nossa página especial sobre o desempenho do Sesi

 

 

Por Camila Uliana

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Alunos do Sesi-ES disputam torneio regional de robótica em MG

 

 

Três equipes disputam vaga na etapa nacional da competição


Alunos do Sesi-ES do Ensino Fundamental II e Ensino Médio estão em Minas Gerais para competir no Torneio Regional de Robótica First Lego League (FLL). São 17 alunos e seis técnicos que participam, nesta sexta (23) e sábado (24) da disputa com outras 50 equipes do Rio e de Minas Gerais. Os vencedores se classificam para a etapa nacional da competição de robótica, que acontece entre os dias 16 e 18 de março, em Curitiba (PR).

 

Na temporada 2017/2018, com o tema Hydro Dynamics, as equipes selecionadas entre as turmas das unidades do Sesi-ES, vão apresentar projetos de robôs desenvolvidos com peças de Lego para melhorar a relação com a água: podem ser criadas soluções para como as pessoas encontram, transportam, utilizam ou descartam a água.

Torneio de Robótica FLL

O Torneio de Robótica First Lego League é um programa internacional de exploração científica, iniciativa da First em parceria com a  LEGO Education. No Brasil, é realizado pelo Sesi e envolve jovens de 9 a 16 anos, que podem formar equipes e competir, desde que acompanhados por dois técnicos adultos.

As equipes utilizam a tecnologia LEGO® Mindstorm para desenvolver o desenho mecânico de robôs autônomos que serão utilizados para pontuar nas missões do Desafio do Robô. Os times podem utilizar sensores de movimento, cor, toque, controladores e motores.


O objetivo da competição é estimular nas crianças e adolescentes o gosto por carreiras nos ramos de engenharia, matemática e tecnologia, além de fortalecer a capacidade de raciocínio lógico, criatividade e inovação. Em todas as escolas do Sesi-ES, os alunos têm, em sua grade curricular, aulas de robótica que trabalham os mesmos valores.

 

 

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Saiba como regular o sono das crianças na volta às aulas

 

 

 

Foram quase dois meses de férias escolares, muitos já começavam o período de descanso no início de dezembro do ano passado. As crianças e adolescentes aproveitaram o tempo sem aula para relaxar, se divertir e curtir a família e amigos, mudando suas rotinas. Ir dormir muito tarde e acordar mais tarde ainda, além de comer em horários diferentes ou até mesmo pular refeições são algumas das situações que caracterizam bem o período de férias.

 

Mas esses hábitos são o suficiente para que o organismo sofra consequências mais tarde, já que o corpo estava acostumado com uma outra rotina. A alteração repentina da hora do sono pode ocasionar mudanças hormonais no corpo das crianças e adolescentes, gerando um sono de má qualidade e, consequentemente, o cansaço diurno.

 

Além disso, segundo um estudo feito com 11 mil crianças na Inglaterra e publicado na revista Epidemiology e Community Health, a falta de rotina na hora do sono pode prejudicar a capacidade de aprendizado das crianças. Por isso, com as aulas se aproximando, é importante manter os ponteiros do relógio biológico, principalmente na hora de dormir.

 

A médica especialista em Medicina do Sono e cooperada da Unimed Vitória, Zuleika Paim, conta que a privação de sono gera uma sonolência durante o dia, que prejudica as pessoas em suas atividades diárias, especialmente o rendimento das crianças na escola. Para a volta às aulas ser menos traumática, a médica dá algumas dicas:

 

Os pais devem regular o relógio biológico das crianças, principalmente nos dias que antecedem a volta para a escola. Importante ter horários definidos para dormir e acordar;

Faça do quarto da criança um ambiente indutor de sono. Silencioso, escuro e fresco;

Evite utilizar a cama para a criança ver televisão;

Um banho morno e relaxante antes de ir para a cama ajuda o sono;

Reduzir o pique intenso das férias e fazer, com os pequenos, atividades leves e relaxantes horas antes de dormir;

Sonecas durante o dia são aceitáveis, desde que não sejam exageradas e não comprometam o descanso a noite;

Evitar oferecer alimentos pesados.

 

Informações adicionais com a Assessoria de Comunicação Institucional da Unimed Vitória – Dani Sanz (9 9985-3323) ou Manuella Santos (9 9891-0103).

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Readaptação de crianças na volta às aulas pode levar até 15 dias

Depois de muitos dias de descanso, está chegando o momento das crianças voltarem às aulas e à rotina após as férias. Acordar mais cedo, estudar, realizar atividades extracurriculares, tudo isso requer um tempo de readaptação e é necessário prestar atenção em alguns detalhes para garantir que tanto os pequenos quanto os pais voltem logo ao ritmo do dia a dia.


“A volta às aulas é um momento de sentimentos opostos e diversificados. Sempre gera um misto de ansiedade e entusiasmo com o ano que se inicia. Há a preocupação com novos colegas, novos professores e, às vezes, até com nova escola”, explica a cooperada da Unimed Vitória e coordenadora do serviço de Pediatria do Hospital Unimed Vitória, Márcia Bellote.


Neste período de readaptação para as aulas, devem ser reforçados os exercícios físicos e os bons hábitos de sono. O recomendado por especialistas é que a criança ou o adolescente descanse pelo menos oito horas por noite. A alimentação também precisa ser observada e reforçada com opções saudáveis e que garantam a energia que será consumida.


É recomendado que atividades extracurriculares sejam introduzidas gradativamente, dando à criança tempo de se acostumar com as novidades. A expectativa é que em 15 dias ela esteja readaptada. Caso contrário, recomenda-se um contato com a escola para identificar quais são os motivos da resistência.


Pais – A rotina dos pais também requer readaptações. Para isso, a pediatra recomenda que, mesmo que com o tempo mais apertado, os pais devem continuar a dar atenção aos filhos. “As crianças, principalmente as mais novinhas, nas férias, conquistam aquele tempo maior no colinho das mamães e papais. E eles, que geralmente tiram férias com os filhos, têm a satisfação de dar cada refeição, banho, ver o soninho da tarde e usufruir do seu amor. Tudo isso é impagável e não tem que acabar com as férias, mesmo com a volta da rotina”, conta a médica e, complementa: “o trabalho pode esperar e ser refeito, mas os momentos preciosos com seu filho não voltam nunca mais”.


Veja algumas sugestões que podem facilitar a readaptação

•Os pais devem continuar tirando um tempinho para brincar com as crianças, pois ajuda para que a readaptação de todos seja mais tranquila;


•A hora de dormir para as crianças deve seguir uma rotina. Elas precisam dormir por um período de, no mínimo, oito horas por noite. O ideal é que os pais também entrem nessa rotina de sono


•Estabeleça horários rígidos para as refeições, que devem ser a base de alimentos saudáveis

Informações adicionais com a Assessoria de Comunicação Institucional da Unimed Vitória – Dani Sanz (9 9985-3323) ou Manuella Santos (9 9891-0103).

 

 

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