Sesi está entre as 10 melhores escolas particulares de Ensino Médio no Ideb

Rede Sesi de Educação está entre as 10 melhores escolas particulares de Ensino Médio do Espírito Santo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nesta segunda-feira (3), referente ao ano de 2017. O Centro de Atividades Jones dos Santos Neves (Sesi), em Cachoeiro de Itapemirim, aparece em sétimo lugar no ranking, com nota 6,4 pontos; já o CEB Sesi Raul Giuberti, em Colatina, ocupa o décimo lugar, com 6 pontos.

O ensino médio do Espírito Santo ficou em primeiro lugar geral do Brasil do Ideb. Quando avaliados apenas o Ensino Médio das escolas particulares, o Estado aparece em segundo lugar, perdendo apenas para Minas Gerais. Esse é o principal índice que mede a qualidade do ensino no Brasil, formado pelo fluxo escolar (taxa de aprovação/reprovação/abandono dos alunos) e pelo Saeb (prova de português e matemática aplicada a cada dois anos para alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio), cujo Sesi ficou em 1º lugar em excelência de ensino.

Segundo o Ministério da Educação, apenas 22 unidades da Grande Vitória pontuaram no Ideb na avaliação do Ensino Médio e o Sesi está entre essas instituições. Em Vitória, das 9 escolas rankeadas, o CAT José Meira Quadros (Sesi Maruípe), aparece em sétimo lugar, com 5,7 pontos; e o José Tarquino Silva (Sesi Jardim da Penha), em 5,6 pontos. Em Vila Velha, o CAT Arlethe Zorzaneli Buaiz (Sesi Cobilândia), aparece em quinto com 5,5 pontos. Em Cariacica, o CAT Bárbara Monteiro Lindemberg (Sesi Campo Grande) aparece em segundo com 5,5 pontos.

Inovação no Ensino

O desempenho das unidades do Sesi no Ideb é o resultado de um ensino diferenciado e focado na excelência, perseguido pela Rede Sesi de Educação no Espírito Santo ao longo dos 67 anos de sua existência.

Atualmente, são mais de 10 mil alunos atendidos pelo ensino regular e 108 mil matriculados em cursos livres nas 12 unidades espalhadas por todo o estado e tendo seu futuro construído de forma inovadora.

“O Sesi é parceiro da indústria e trabalha para fortalecê-la, tornando os resultados do setor produtivo cada vez mais inovador e competitivo. Entretanto, essa parceria não anula as competências transversais da nossa instituição que obteve ótimos índices e reconhecimento no mercado, como esse resultado do Ideb, os 86% aprovação no vestibular nos últimos três anos, além de conquistar 100 medalhas de ouro na fase teórica da robótica e 120 medalhas na Olimpíada Canguru de Matemática, uma competição internacional”, aponta a Diretora de Educação do Sesi-ES, Priscilla Carneiro.

Para atender às mudanças exigidas por um mundo cada vez mais tecnológico e digitalizado, o Sesi foi a primeira escola a introduzir a Robótica em sua grade curricular.

Também foi a primeira a ofertar empreendedorismo como componente curricular, desenvolvendo em seus alunos características de inovação e carreira profissional desde o início da vida estudantil.

Pioneirismo também quando o assunto na integração do ensino médio à formação profissional, alinhada às novas diretrizes do Ensino Médio. O Sesi-ES foi o primeiro da Região Sudeste a implementar, em fevereiro de 2018, no Sesi Senai Civit I, localizado no município da Serra, o projeto piloto “Ensino Médio com itinerário de formação técnica e profissional” (EMIEP), do Departamento Nacional (DN), integrando os ensinos do Sesi e do Senai. Em todo o país, apenas outros quatro estados brasileiros tiveram o mesmo feito: Alagoas, Bahia, Ceará e Goiás.

Antenado com as demandas da 4ª Revolução Industrial e as mudanças impostas por elas, o Sesi traz novidades para a sua grade curricular em 2019, como o Programa de Orientação Profissional (POP), onde alunos terão uma orientação para a vida profissional e posicionamento de competências a partir do Fundamental II; a Educação Maker, que alinha o ensino teórico com a prática, fazendo os alunos aprenderem “colocando a mão na massa” e o Ensino Bilíngue.

Quer ter um ensino inovador? Faça aqui seu cadastro de interesse!

Por Fiorella Gomes

Read More

Alunos do Sesi receberão orientação profissional desde o Fundamental II

Diferencial entre as escolas privadas do Espírito Santo, a Rede Sesi de Educação lançou nesta sexta-feira (31), o Programa de Orientação Profissional (POP). Pais e alunos se reuniram no Teatro Sesi, em Vitória, para conhecer mais do novo projeto da instituição que visa estimular o autoconhecimento dos estudantes desde o 6º ano escolar.

O Sesi de Jardim da Penha será o primeiro a receber o POP, mas a partir de 2019, todas as unidades do Estado contarão com o programa. Ao todo, a instituição conta com 12 escolas de norte a sul do território capixaba.

“O POP atende às exigências da reforma do Ensino Médio e faz parte da agenda estratégica da Federação chamada Excelência da Educação. O objetivo do programa é fazer com que nossas crianças consigam chegar ao final do ciclo de fundamental com uma área de conhecimento posicionada e que no Ensino Médio ela possa ser desenvolvida”, explica a Diretora de Educação do Sesi-ES, Priscilla Carneiro.

Já no Ensino Médio, o trabalho continua, mas com um novo enfoque. “No Ensino Médio, será trabalhado o coaching de carreira”, aponta Priscilla.

Novos diferenciais para 2019

Além do POP, para 2019, o Sesi-ES traz novos diferenciais para seus alunos, desde o Fundamental I até o Ensino Médio, já visando o futuro do mercado de trabalho, que está sendo modificado pela 4ª Revolução Industrial.

O programa bilíngue vai da 1ª série do Ensino Fundamental até o 9º ano, nesse ciclo inicial, por uma questão de modelagem de formação. E ela se segue nos anos seguintes do Ensino Médio, com uma formação certificada e três aulas por semana.

E o programa inovador que está ligada a uma competência teórica, mas muito mais prática que é a Educação Maker, que é o aprender fazendo.

[su_carousel source=”media: 5574,5575,5576,5577,5578,5579,5580,5582,5583″ limit=”45″ width=”640″ height=”440″ items=”1″ title=”no”]

Carlos Varejão, pai da Sofia Varejão, aluno do 6º ano do Sesi de Jardim da Penha aprovou as novidades.

“Isso é um incremento e modernização no ensino que acho que vai ajudar muito no desenvolvimento das crianças que estão no Sesi. Eles vão ter um rumo mais detalhado do que vão fazer no futuro. Todas essas novidades vai valorizar ainda mais o ensino do Sesi e a educação dos nossos filhos”, observou.

Todos esses programas do Sesi vem para fortalecer a educação das crianças e adolescentes capixabas, além de fortalecer a indústria no Espírito Santo. “Nós somos parceiros na indústria, trabalhamos para fortalecê-la e precisamos fazer com que os resultados do nosso setor produtivo seja cada vez mais inovador e competitivo”, aponta a Diretora de Educação, Priscilla Carneiro.

Entretanto, essa parceria com a indústria não anula as competências transversais da instituição que obteve ótimos índices e reconhecimento no mercado: 86% aprovação no vestibular nos últimos três anos, além de conquistar 100 medalhas de ouro na fase teórica da robótica e 154 medalhas na Olimpíada Canguru de Matemática, uma competição internacional.

Por Fiorella Gomes

Read More

Confira os vencedores dos Jogos Internos da Rede Sesi (Jires)

Os Jogos Internos da Rede Sesi movimentaram equipes de diversas unidades da Grande Vitória e do interior do Estado durante o mês de agosto. Com disputas masculinas e femininas nas modalidades de basquete, voleibol, handebol e futsal, os jogos aconteceram no ginásio e nas quadras do Sesi de Jardim da Penha em dois finais de semana consecutivos.

Muito espírito de equipe, disciplina e diversão deram o tom da competição, que foi dividida nas categorias Ensino Médio e Fundamental II. Cada unidade do Sesi representou uma seleção participante da última Copa do mundo de Futebol.

 

Confira abaixo o ranking e as fotos do evento!

[su_carousel source=”media: 5251,5252,5253,5254,5255,5256,5257,5258,5259,5260,5261,5262,5263,5264,5265,5266,5267,5268,5269,5270,5271,5272,5273,5274,5275,5276,5277,5278,5279,5280″ limit=”45″ width=”840″ height=”440″ items=”1″ title=”no”]

 ENSINO MÉDIO

BASQUETE MASCULINO

Campeão: Sesi Jardim da Penha

Vice: Sesi Civit

3º lugar: Sesi Linhares

 

BASQUETE FEMININO

Campeão: Sesi Maruípe

Vice: Sesi Civit

3º lugar: Sesi Araçás

VOLEIBOL MASCULINO

Campeão: Sesi Jardim da Penha

Vice: Sesi Araçás

3º lugar: Sesi Cobilãndia

 

VOLEIBOL FEMININO

Campeão: Sesi Civit

Vice: Sesi Laranjeiras

3º lugar: Sesi Araçás

HANDEBOL MASCULINO

Campeão: Sesi Araçás

Vice: Sesi Porto de Santana

3º lugar: Sesi Jardim da Penha

 

HANDEBOL FEMININO

Campeão: Sesi Cobilândia

Vice: Sesi Linhares

3º lugar: Sesi Cachoeiro

FUTSAL MASCULINO

Campeão: Sesi Jardim da Penha

Vice: Sesi Colatina

3º lugar: Sesi Porto de Santana

 

FUTSAL FEMININO

Campeão: Sesi Maruípe

Vice: Sesi Linhares

3º lugar: Sesi Aracruz

ENSINO FUNDAMENTAL II

BASQUETE MASCULINO

Campeão: Sesi Laranjeiras

Vice: Sesi Araçás

3º lugar: Sesi Maruípe

 

BASQUETE FEMININO

Campeão: Sesi Maruípe

Vice: Sesi Laranjeiras

3º lugar: Sesi Araçás

VOLEIBOL MASCULINO

Campeão: Sesi Laranjeiras

Vice: Sesi Jardim da Penha

3º lugar: Sesi Maruípe

 

VOLEIBOL FEMININO

Campeão: Sesi Laranjeiras

Vice: Sesi Jardim da Penha

3º lugar: Sesi Maruípe

HANDEBOL MASCULINO

Campeão: Sesi Maruípe

Vice: Sesi Laranjeiras

3º lugar: Sesi Porto de Santana

 

HANDEBOL FEMININO

Campeão: Sesi Porto de Santana

Vice: Sesi Cobilândia

3º lugar: Sesi Campo Grande

FUTSAL MASCULINO

Campeão: Sesi Araçás

Vice: Sesi Cobilândia

3º lugar: Sesi Linhares

 

FUTSAL FEMININO

Campeão: Sesi Linhares

Vice: Sesi Porto de Santana

3º Lugar: Sesi Laranjeiras

Read More

Conheça 7 benefícios do Sesi Robótica no desenvolvimento dos alunos

Raciocínio lógico, trabalho colaborativo e criatividade. Esses são apenas alguns dos benefícios trazidos pela robótica aplicada à educação de crianças e adolescentes, e que é adotada pelo Sesi-ES há 12 anos. A metodologia de ensino, voltada para o estudo, planejamento e elaboração de projetos relacionados à criação e programação de robôs de todo tipo, gera impactos na aprendizagem do aluno como um todo, indo muito além de conteúdos curriculares da área de exatas, como matemática, física e ciências.  Uma oportunidade para as crianças e adolescentes aprenderem de uma maneira mais mais prática, facilitada e divertida.

“A robótica é uma ferramenta incrível. Com ela podemos mostrar na prática fenômenos que antes os alunos só viam na teoria. Quando os alunos colocam a mão na massa o aprendizado se torna mais significativo”, pontua o professor Thiago Ferreira, orientador da equipe de Robótica Tecnoside, que reúne alunos do Sesi de Maruípe e de Porto de Santana.

Além desses fatores, a introdução da robótica na mais tenra idade prepara os estudantes para o futuro, que já está sendo moldado pela Quarta Revolução Industrial, onde conhecimentos na área de tecnologia e inovação são diferenciais para o mercado de trabalho e a vida profissional.

“Com o aprendizado de robótica, o aluno passa a ser o protagonista no processo de criação do seu próprio conhecimento. Além disso, ele deixa de ser apenas um consumidor de tecnologia passando a criar a tecnologia. Isso é fantástico”, destaca o professor.

O progresso dos estudantes também é visível nas questões comportamentais. O convívio em grupo, apresentação em feiras temáticas e nos desafios e olimpíadas desenvolvidos nessa área permitem que os alunos melhorem na fala, na articulação de ideias, diminuem traços como a timidez e passe a ter mais objetivo e responsabilidade na vida escolar.

Caso do Henrique Brêda, 15 anos. Com um histórico conturbado na escola, ele conta que se encontrou na robótica, abraçando a pesquisa e as responsabilidades que o projeto trouxe para a sua vida.

“Depois que eu entrei para o time de robótica, tudo mudou, as ocorrências não vieram mais. Estar envolvido com isso é fantástico. Na pesquisa a gente aprende muita coisa. Temos que saber relação de engrenagem, que entra em matemática e física, temos que pensar em cálculo, temos que programar, o que desenvolve nossa lógica. Tudo isso ajuda muito na vida escolar”, afirma.

Metodologia

Um dos pontos primordiais para o sucesso do processo de robótica, tecnicamente conhecido como zoom education, é a diferenciação no conteúdo para cada fase dos alunos. Do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, a técnica da robótica é utilizada em contexto com assunto trabalhado no dia a dia. Um processo de construção do conhecimento usando a ferramenta. Já de 6º ao 8º ano, a metodologia é mais aplicada na área da ciência.

Foi nessa época do aprendizado que João Paulo Pereira Eleotério, hoje com 15 anos, conhecer a equipe do Sesi Lego Robótica.

“Conheci o projeto no sexto ano, quando entrei no Sesi e logo me interessei, porque eu gostava muito de Lego, mas quando eu era pequeno não tinha condições de ter um”, revelou. “Eu comecei com o Lego Zoom, que é voltado para as crianças. E fui me aprimorando com isso. A partir do momento que eu entrei, me apaixonei e não consegui mais sair (do projeto)”, conta animado.

No ensino médio, trabalha-se a matemática e a física, de forma extracurricular, abrangendo os torneios de robótica, como a Olimpíada Brasileira de Robótica.

[su_carousel source=”media: 5146,5145,5144,5143,5142,5141,5140,5139,5138,5137,5136,4827,4824,4823,4822″ width=”840″ height=”440″ items=”1″ title=”no”]

Reconhecimento

O projeto Sesi Robótica é referência no Espírito Santo, com reconhecimento regional e nacional.

Em Brasília, durante a Olimpíada do Conhecimento 2018, no mês de julho deste ano, as equipes do Espírito Santo, representadas por alunos das unidades de Civit (Serra), Maruípe (Vitória) e Porto de Santana (Cariacica) alcançaram o primeiro lugar no Desafio de Robótica na Indústria, tanto modalidade individual e quanto no desafio de alianças.

Em Vitória, no último sábado (04), os alunos do Sesi mais uma vez foram destaque, dessa vez na etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) e, agora, vão representar o Espírito Santo na etapa nacional da competição.

As equipes Legos Vorazes (Sesi Maruípe), The Walking Lego (Sesi Jardim da Penha) e Power Girls (Sesi Maruípe) ficaram, respectivamente, com o primeiro, segundo e terceiro lugar do Nível 1 (alunos até o sétimo ano do ensino fundamental).

Já no Nível dois (alunos do oitavo ano e ensino médio e técnico), a equipe The Kings (Sesi Linhares) ficou em primeiro lugar e viaja para João Pessoa (PB) entre os dias 6 e 9 de novembro para disputar com equipes de todo o Brasil.

Conheça 7 benefícios da robótica na educação de crianças

Em busca de um ensino de Excelência na Educação Básica e Média, o  Sesi foi a primeira rede de escolas do Espírito Santo a introduzir a robótica em sua grade curricular, atendendo assim às mudanças exigidas por um mundo cada vez mais tecnológico e digitalizado.

Abaixo listamos os benefícios do ensino da robótica nas escolas, seguindo as experiências relatadas pelos nossos alunos. Confira!

Com as aulas curriculares de Robótica, o aluno tem a oportunidade de aprender, na prática, os conteúdos teóricos aprendidos em sala. Noções de força, movimento e aceleração são alguns dos exemplos de teorias que podem ser observadas durante o desenvolvimento de uma estrutura. E o melhor, na  Robótica, a própria criança coloca a mão na massa: ela manuseia, constrói, vê o que dá errado e o que dá certo.

O ensino da linguagem de programação estimula os alunos a pensarem de forma estruturada, uma vez que, ao desenvolverem o robô, eles precisam designar ações a serem cumpridas pelo computador, por meio de códigos específicos, criados por sequências de números e palavras. Com essa metodologia, o lado esquerdo do cérebro é trabalhado. E é justamente ele o responsável pelo raciocínio lógico, analítico e crítico das pessoas.

A robótica estimula a melhora do desempenho escolar em diversas disciplinas escolares, sobretudo em matérias como matemática, física e também o inglês. Assim, números e novas palavras se tornam mais familiares, facilitando o raciocínio mais preciso e permitindo a união de teoria e prática.

Aprender a programar auxilia a criança e o adolescente a descobrir suas potencialidades e estimular suas aptidões. Eles se tornam mais engajados e entusiasmados a seguir em busca de novos desafios. Além disso, no futuro, por terem habilidades diferenciadas, deverão se destacar no mercado de trabalho.

Às vezes, os planos não saem como queremos e o projeto dá errado. O que fazer? Na robótica, o aluno aprende desde cedo a lidar com os próprios limites e a conviver com a frustração: entender que erros são normais e que o que vale é participar, lutar e aprender com esse erro. Esse é um desafio inerente ao processo de aprendizagem e convívio social. Além disso, ao desenvolver um projeto, o aluno aprende a ser paciente e disciplinado, pois vê na prática que as coisas nunca acontecem de imediato: é preciso planejamento e as tarefas devem ser resolvidas uma depois da outra.

O conceito de disrupção é simples: uma inovação que cria um novo modelo, forçando o anterior a mudar ou fracassar. E é isso que significa ensinar programação na grade curricular das escolas do SESI: romper o modelo de educação anterior, que já está ficando obsoleto, e inovar para se adequar ao novo. Nessa metodologia, por exemplo, os professores deixam de ser meros replicadores de conteúdos para os alunos, e passam a ser facilitadores do aprendizado, uma vez que se tornam responsáveis  por motivar e reforçar valores como trabalho em equipe, a importância de ter um espírito empreendedor, organização e planejamento do tempo.

Embora tecnologias envolvam padrões lógicos, falhas podem acontecer. E o que fazer quando a sequência de códigos responsável pelos comandos do computador não for desenvolvida da forma correta? Nesses casos, o aluno se depara com uma situação exige dele buscar soluções alternativas e inovadoras, a fim de cumprir o desafio proposto.

Mais do que uma base curricular, o Sesi-ES propicia aulas e atividades que provocam um pensamento criativo e inovador, com diferenciais que valorizam as aptidões do aluno, baseados em sua história de vida, seus talentos e experiências pessoais.

Clique aqui e fique por dentro dos diferenciais e demais projetos desenvolvidos pelo Sesi.

Por Fiorella Gomes

Com colaboração de Ariel Gracelli

Read More

Ex-aluno do Sesi e do Senai é premiado pela Fucape

Quem passa pelo Sesi-ES e Senai-ES se destaca na vida acadêmica e profissional: ex-aluno dessas instituições, Nickolas Caldeira Freire da Costa foi premiado na noite desta quarta-feira (15) pela Fucape Espírito Santo, na 16ª edição do Prêmio Excelência Acadêmica.

O jovem de 25 anos foi aluno de Ensino Médio da unidade de Laranjeiras do Sesi e aluno da 1ª turma da Educação Básica articulada com Educação Profissional (Ebep) do Senai Civit, no curso de Rede de Computadores. Hoje, aos 25 anos, formado em Administração pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), viu seu trabalho de conclusão de curso ficar em 4º lugar na premiação, após concorrer com 400 trabalhos enviados por estudantes de 19 Estados brasileiros.

No trabalho, ele abordou a identidade de gênero no marketing da Avon, focando na reação do público nas redes sociais diante do posicionamento da empresa sobre o assunto.

“Ficar nessa colocação foi muito legal. Eu enviei a monografia para disputar esse prêmio junto com alguns colegas do curso, queria tentar a sorte”, contou.

O prêmio oferece bolsas integrais de mestrado na instituição para os três primeiros colocados, além de experiência de imersão no setor de controladoria da ArcelorMittal Tubarão e, embora não tenha conseguido a bolsa, Nickolas contou ao Sistema Findes que entende que esse é um grande passo em sua vida profissional.

“É importante para minha carreira. A quantidade de pessoas que leram nosso trabalho, em todas as etapas desse processo, ter ficado nessa colocação, em meio a tantos trabalhos, significa que gostaram do tema, do que fizemos. Fico feliz ainda com o fato de uma amiga do curso também ter conseguido ficar entre os 10 primeiros trabalhos premiados”, afirmou.

Para Nickolas, sua passagem pelo Sesi e Senai contribui para sua formação acadêmica e o desenvolvimento de habilidades para a vida profissional. “Eu sempre falo que sou grato pela minha experiência no Sesi, pelos professores que tive, por tudo que aprendi, os amigos e contatos que eu fiz. No Ensino Fundamental, eu não consegui manter muitas amizades, mas no Sesi, eu criei e consegui manter muitos laços. Profissionalmente também foi muito importante: estudando lá consegui minha primeira experiência  profissional, aos 17 anos, precisava estagiar, queria ter meu próprio dinheiro e, lá, consegui”, disse.

A Findes foi representada no evento pela diretora de Educação Sesi/Senai, Priscila Marques Carneiro, e a gerente de Educação do Senai, Zilka Sulamita.

 

A premiação

Os trabalhos enviados para a 16ª edição do Prêmio Excelência Acadêmica da Fucape são originários do Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande de Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo. Eles foram avaliados por 181 mestres e 53 doutores.

Por Fiorella Gomes

Read More

Sesi lança Programa de Orientação Profissional (POP) no próximo dia 31

Imagine uma escola onde o seu filho já recebe toda a orientação profissional necessária desde o Ensino Fundamental para que conclua a educação básica e média já sabendo quais são suas aptidões, talentos e vocações, de forma que possam tomar as melhores decisões para seu projeto de vida? Parece futurista, mas é uma realidade que já está aí com o Programa de Orientação Profissional (POP), que será lançado no próximo dia 31, às 18h, no Teatro Sesi de Jardim da Penha.

A ideia é ajudar os estudantes a tomar decisões em sua vida, desde as de menor abrangência até as vitais ao desenvolvimento do seu projeto de vida, além de proporcionar à família informações e conhecimentos acerca das aspirações dos seus filhos, envolvendo-os na trajetória escolar.

“Na educação infantil, o Sesi trabalha para destacar as competências e habilidades socioemocionais, e de empreendedorismo de nossas crianças; no Fundamental II, faremos um trabalho de direcionamento e orientação profissional”, revelou Priscilla Carneiro, Diretora de Educação Sesi/Senai.

Pontos importantes para o desenvolvimento do ser humano, tanto na área pessoal quanto profissional, como autoconhecimento, autoconceito, autoestima, autoconfiança, visão de futuro, querer ser, autodeterminação e resiliência, serão trabalhados com os alunos do 6º ao 9º ano, para que eles possam desenvolver um projeto de vida, em um preparatório para o Ensino Médio e Técnico ou Superior.

O projeto de vida é exatamente o processo em que o aluno procura se conhecer melhor, identificando os seus anseios, desenvolvendo suas potencialidades e é uma etapa importante do desenvolvimento como indivíduo, pois  ajuda a construir o caminho para concretizar os seus sonhos.

O Sesi de Jardim da Penha será o primeiro a receber o POP como piloto nas turmas de Ensino Fundamental II. Mas, o programa será expandido para as demais unidades do Estado em 2019 e contemplará também os estudantes do Ensino Médio.

Serviço

Lançamento do Programa de Orientação Profissional (POP)

Data: 31/08
Horário: 18h
Local: Teatro Sesi – Jardim da Penha
Programação:
18h: Coffee Break
18h30: Palestra Temática
18h50– Apresentação do POP- programa de Orientação profissional
20h:– Encerramento

Read More

Sesi oferta mais de 27 mil vagas de cursos gratuitos em Educação Continuada

O Sesi/ES está com mais de 27 mil vagas abertas em cursos gratuitos em 15 unidades. As oportunidades de curso são nas áreas de “Competências e habilidades para o trabalho”, “Competências e habilidades comportamentais”, “Geração de emprego e renda” e “Ética, sustentabilidade e responsabilidade socioempresarial”. Confira o edital: http://bit.ly/SesiEditalGratuidade

O Programa de Educação Continuada do Sesi-ES está estruturado para atender aos trabalhadores da indústria, seus dependentes e à comunidade em geral, com o objetivo de proporcionar o desenvolvimento de competências sociais, pessoais e produtivas. Os cursos podem ser ofertados no espaço do Sesi ou contratados por empresas para serem ministrados no espaço designado pelas mesmas.

Para saber qual curso gratuito está com vagas abertas, o candidato deve procurar a unidade do Sesi de sua preferência. As matrículas são realizadas na própria unidade ou no espaço definido pela instituição parceira.

A boa notícia é que os interessados podem escolher mais de uma opção de curso, desde que atenda a todos os requisitos básicos e que as datas e horários permitam cursá-los ao mesmo tempo.

A quem se destina as vagas

As vagas de gratuidade são destinadas a pessoas de baixa renda em conformidade com o Decreto mº 6.637, de 05 de novembro de 2008. Poderá se matricular em um dos cursos gratuitos de Educação Continuado do Sesi-ES, o candidato que atender ainda os seguintes requisitos: atender aos pré-requisitos específicos do curso escolhido, apresentar documentos comprobatórios dos requisitos de acesso estabelecidos para o curso, preencher pessoalmente e presencialmente os formulários internos do Sesi-ES que forem solicitados no ato da matrícula.

Para saber mais, acesse: http://portaltransparencia.sesi-es.org.br/

Por Fiorella Gomes

Read More

Alunos do Ensino Médio e Fundamental II disputam os jogos internos do Sesi

Desenvolver habilidades intelectuais, coordenação motora, conscientização do trabalho em equipe, da colaboração e a competição saudável são alguns dos benefícios da prática esportiva. Exatamente por isso, todos os anos, o Sesi-ES realiza os Jogos Internos da Rede Escolar Sesi (Jires), que será iniciado nesta sexta-feira (10) e realizado em dois finais de semana na unidade de Jardim da Penha, em Vitória. O torneio deve contar com a participação de 900 atletas mirins e juvenis.

Entre as modalidades disputadas estão futsal, handball, vôlei e basquete. Os primeiros a competirem são as equipes das 12 unidades do Sesi que ofertam o Ensino Médio no Estado.  Os jogos para esses estudantes começam às 8h do dia 10 de agosto e ocorre até às 15 horas. Neste mesmo dia, das 18h30 às 20h30, acontece a abertura oficial do Jires. No sábado (11), a programação é das 8h às 17 horas.

No final de semana seguinte, a competição fica a cargo dos alunos do Ensino Fundamental II. No dia 17 de agosto, os jogos serão das 8h às 15 horas. Já no dia 18 de agosto, o Jires acontece das 8h às 17 horas.

Confira os jogos do dia 10/08

Confira os jogos do dia 11/08

Confira os jogos do dia 17/08

Confira os jogos do dia 18/08

Por Fiorella Gomes

Read More

Alunos do Sesi vão representar o ES na etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica

As equipes vencedoras vão para João Pessoa competir com alunos de outros estados

Robôs competindo para mostrar o melhor desempenho, programadores, montadores, instrutores e avaliadores, equipes com nomes criativos e torcida empolgada. Parece a descrição de uma competição futurística no exterior? Pois este foi o cenário no Ginásio do Sesi de Jardim da Penha no último sábado (4). E os protagonistas de tudo isso foram alunos de cem equipes de diferentes escolas capixabas, da Grande Vitória e do interior.

Os alunos do Sesi, pioneiro na introdução da robótica na grade curricular, mais uma vez foram destaque na competição, e vão representar o Espírito Santo na etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). As equipes Legos Vorazes (Sesi Maruípe), The Walking Lego (Sesi Jardim da Penha) e Power Girls (Sesi Maruípe) ficaram, respectivamente, com o primeiro, segundo e terceiro lugar do Nível 1 (alunos até o sétimo ano do ensino fundamental). Já no Nível dois (alunos do oitavo ano e ensino médio e técnico), a equipe The Kings (Sesi Linhares) ficou em primeiro lugar e viaja para João Pessoa (PB) entre os dias 6 e 9 de novembro para disputar com equipes de todo o Brasil.

Estudantes do Ensino Fundamental, Médio e Técnico da rede Sesi e de outras escolas privadas e públicas da rede municipal, estadual e federal, passaram o dia reunidos em torno das arenas de disputa que definiram os representantes capixabas na etapa nacional da OBR. Durante a seletiva, os robôs desenvolvidos pelas equipes precisaram superar diversos desafios práticos e simularam o resgate de vítimas sem interferência humana.

“A cada ano a atividade vai sendo ampliada para a rede privada e pública, deixou de ser uma atividade só do Sesi. Nós fizemos uma parceria com escolas públicas, juntamos os alunos, o que possibilitou o crescimento expressivo da participação das equipes. O objetivo é introduzir esse contexto tecnológico da robótica, do maker, para as crianças, formá-los para o mundo do trabalho com qualidade. O Sesi tem programa de robótica instalado no nosso currículo, os alunos têm essa vivência na sala de aula, e a competição é para fortalecer e ampliar isso, abrir a possibilidade de um outro olhar sobre a educação, estimular a criatividade, a inovação”, declarou Samuel Saibert Siman, gerente da divisão de educação básica.

Confira as fotos da etapa regional ES da Olimpíada Brasileira de Robótica

Verifique atualizações no Flickr

Confira todos os prêmios alcançados pelas equipes do Sesi-ES

Nível Um

1º Lugar – Legos Vorazes ( Sesi Maruipe)
2º Lugar – The Walking Lego ( Jardim da Penha)
3ª Lugar – Power Girls ( Maruipe)
Dedicação  – Guardiões ( Porto de Satana)
Robustez – Lego Monsters ( Maruipe)
Inovação – Level up 1 – Laranjeiras

 

Nível Dois

1º Lugar – The Kings (Linhares)
Dedicação – Lendários (Porto de Santana)
Robustez – CG Bots (Campo Grande)
Design – Marquinhos e os Relâmpagos (Aracruz)
Inovação – ATOM (Aracruz)
Programação – Zeus (Aracruz)

 

 

Por Elaine Maximiniano

Read More

Equipes do Sesi-ES conquistam primeiro lugar no Desafio de Robótica, em Brasília

Dobradinha capixaba no Desafio de Robótica na Indústria, que acontece em Brasília, dentro da programação da Olimpíada do Conhecimento 2018. As equipes do Sesi-ES conquistaram o primeiro lugar na etapa individual e na etapa de ligas nesta quarta-feira (04).

Ao todo, 48 equipes formados por alunos entre 14 e 17 anos participam do Desafio. Elas são divididas por dia, sendo oito em cada um. Em cada um deles, três regionais do Sesi-Senai, disputam entre si. Os desafiantes do Espírito Santo foram as regionais de Goiás e Paraná.

O desafio dos estudantes é desenvolver robôs para executar missões realizadas em uma arena compartilhada, simulando processos de oito segmentos industriais: mineração, panificação, frigorífico, construção civil, máquinas e equipamentos, celulose e papel, veículos automotores e têxtil. Existem duas etapas: a individual, onde cada equipe desenvolve as atividades com o robô que desenvolveram; e a de Ligas, onde duas equipes se juntam, levando-se em consideração o ranking da primeira fase, e formam uma nova equipe, trocando experiências entre si e aprimorando os processos dos robôs.

A equipe Tecnoside, do Sesi Maruípe e Sesi Porto de Santana, ficou em primeiro lugar na etapa individual do Desafio. Essa equipe atuou com o robô “Saidinho”, desenvolvido pelos alunos Pedro Augusto Dias, 17 anos; Rafael Oliveira de Araújo, 17 anos; Victor Vicente Batista, 16 anos; e João Paulo Pereira Eleotério, 15 anos, e o técnico em robótica, professor Thiago Ferreira.

Já a equipe Inteltec, do Sesi Civit, conquistou o primeiro lugar na etapa de ligas, que é quando duas equipes se juntam, formando uma equipe de integração, onde os estudantes trocam experiências e dicas para melhorias dos processos desenvolvidos pelos robôs atuantes. Os alunos Lucas Riggo, 16 anos; Matheus Moreno, 15 anos; Daniel Garcia, 15 anos; e Henrique Brêda, 15 anos; orientados pelo técnico em robótica, Carlos Raphael, desenvolveram o robô lego “Murphy”.

 

Conheça as equipes

Tecnoside

O robô “Saidinho” foi desenvolvido em um mês, segundo o professor. “O desafio de robótica na indústria é composto por oito missões que devem ser desenvolvidas em quatro minutos, sendo dois autônomos e dois controlado pelos alunos. Nós tivemos um mês para desenvolver esse robô, que é composto de três anexos, permitindo a execução dessas missões. E foi com ele que conquistamos o primeiro lugar na fase individual”, explicou.

Entender o ótimo desempenho do “Saidinho” é fácil, quando observamos que a equipe une ingredientes importantes para o sucesso e alcance de objetivos, como a paixão pela atividade desenvolvida e a vontade de aprendizado constante.

Caso do estudante Pedro Augusto Dias, 17 anos, que contou como entrou para a equipe do Sesi Robótica. “Quando eu fui visitar o Sesi para me matricular, tinha um mural muito grande de um pessoal que tinha participado de um torneio de robótica. Na mesma hora eu falei com meu pai: ‘é isso que eu quero fazer para minha vida’”, diz animado. “Ao entrar na escola, insisti com o professor para entrar na equipe e, desde então, venho junto com os meus colegas participando de torneios estaduais e nacionais. É uma experiência sempre muito bacana”, afirmou.

A paixão por Lego fez com que João Paulo se interessasse a entrar para a equipe do Sesi Lego Robótica. “A robótica começou com a iniciativa do lego nas nossas escolas. Conheci o projeto no sexto ano, quando entrei no Sesi, e logo me interessei, porque quando eu era pequeno não tinha condições de ter um Lego, apesar de gostar muito”, revelou.

“Eu comecei com o Lego Zoom, que é voltado para as crianças. E fui me aprimorando com isso. Conheci o Lego Robótica, fui para plataformas menos avançadas e, hoje, cheguei no V3. A partir do momento que eu entrei, me apaixonei e não consegui mais sair (do projeto)”, conta animado.

Inteltec

Empolgado com o primeiro lugar na fase de Ligas, pela Inteltec, Lucas Riggo, 16 anos, conta que está na equipe desde os 10 anos, e como trabalhar com a robótica ajudou no seu desenvolvimento.

“A parte de saber que sem uma dedicação constante eu não consigo chegar a um resultado. Nos primeiros anos, a gente não conseguia conquistar muita coisa e, nos últimos anos, percebemos que quanto mais trabalhássemos e quanto mais estudássemos, melhor viriam os resultados tanto na robótica, quanto na vida e também nos estudos”, destaca.

No projeto Sesi Robótica, os alunos também aprendem a lidar com as expectativas e os resultados negativos. É o que destaca Matheus Moreno, 15 anos, que está na equipe há quatro anos.

“Uma coisa que marcou muito foi o primeiro torneio de robótica que participei. Era uma experiência nova e eu tinha acabado de começar na equipe, a expectativa era alta. E.. eu tive uma grande frustração com a avaliação negativa dos técnicos. Na Robótica, desenvolvemos tanto o projeto de pesquisa, quanto o robô na mesa de testes e eu acreditava que tudo que tinha feito estava bom, ótimo, mas não entendia que eu poderia melhorar. Hoje, eu sei que nada ruim pode ficar pior e que tudo nessa vida pode melhorar. Acho que foi meu maior aprendizado pessoal”, divertiu-se.

Henrique Brêda, 15 anos, encontrou-se na Robótica e abraçou a pesquisa e as responsabilidades que a robótica trouxe. “Na pesquisa a gente aprende muita coisa. Temos que saber relação de engrenagem, que entra matemática e física, temos que pensar em cálculo, temos que programar, o que desenvolve nossa lógica. Tudo isso ajuda muito na vida escolar”, afirma,

Participar de um evento como o Desafio de Robótica e a Olimpíada do Conhecimento, que recebe a visita de cerca de 400 mil pessoas e conta com a participação de estudantes de todo o país, promove ainda a integração e novas descobertas tecnológica. E foi justamente essa troca de experiências que encantou Daniel Garcia, 15 anos.

“É sempre bom ter uma experiência nova. Eu já tinha participado da Olimpíada Brasileira de Robótica, em Curitiba, e tinha sido sensacional. Aqui em Brasília, acabei conhecendo e aprendendo muitas coisas novas que poderei usar tanto na minha vida, quanto em competições que a gente participa, que são ideias para equipamentos que acoplamos no nosso robô”, frisou.

Por Fiorella Gomes

Read More