Equipes do Sesi ES vão disputar a etapa nacional do Torneio de Robótica FLL

O Sesi ES será representado por quatro equipes na etapa nacional do Torneio de Robótica FIRST® LEGO® League (FLL) que está marcada para acontecer no mês de junho. Na última quarta-feira (05), três times de unidades de Vitória e um da unidade de Linhares foram classificadas para a competição, durante a etapa regional.

Devido a pandemia de covid-19, o evento foi realizado virtualmente por meio da plataforma FIRST Remote Event Hub (REH), com transmissão pelo Youtube do Sesi ES, e contou com a participação de 22 equipes do Sesi ES. As categorias avaliadas, sendo elas: Projeto de Inovação, Core Values, Design do Robô, Desafio do Robô e, a novidade dessa temporada, o Prêmio do Técnico. Os prêmios principais, que garantem vaga na etapa nacional, são os chamados Champion’s Award.

E os vencedores foram: primeiro lugar, The Walking Lego, do Sesi de Jardim da Penha, em Vitória; segundo e o terceiro lugar Lego Vorazes e Lego Side, ambas do Sesi Maruípe, também na Capital. Além disso, a equipe The Kings, do Sesi Linhares também foi classificada. 

A FLL é uma competição internacional em que os alunos são inspirados a pensarem como cientistas e engenheiros, usando e abusando da criatividade, a fim de desenvolverem soluções inovadoras para problemas reais. Elas projetam, constroem e programam robôs autônomos, tudo com a tecnologia da LEGO® Mindstorms. O objetivo central da competição é despertar o interesse de crianças e jovens pelas áreas de Ciências, Matemática e Tecnologia.

“Ele é um programa muito conectado com o universo das nossas empresas industriais. E aqui no Estado do Espírito Santo, nós fazemos isso desde o ensino fundamental. É importante dizer que a FLL não tem um programa que simplesmente leva os alunos a desenvolverem robôs. Ele estimula a criatividade, que é muito orientado a soluções de problemas, que cria entre as equipes muito respeito, para que cada vez mais elas consigam a se orientar a resolver problemas da nossa sociedade. A vantagem é fazer que nossos estudantes estejam cada vez mais próximos das indústrias e conectados ao mundo do trabalho”, pontuou o diretor-geral da Findes, Roberto Campos de Lima.

O Sesi ES participa do Torneio FLL desde 2013 e durante esse período conquistou premiações nacionais e participação e classificações em competições mundiais. O superintendente do Sesi ES, Mateus de Freitas, lembra que três das equipes ganhadoras da categoria Champion’s Award possuem uma trajetória de sucesso no torneio. A Lego Side e a Legos Vorazes já foram classificadas para a etapa mundial da FLL, enquanto a equipe The Walking Lego já competiu na Austrália.

Freitas também lembrou que tem uma história especial com a Robótica. “Participar junto com os alunos dessa temporada da FLL tem um significado muito importante para mim. Há exatos 20 anos, eu estava na posição deles, competindo em um torneio de robótica. Um momento que eu tenho certeza que fez toda a diferença na minha carreira profissional. Um momento de desenvolver a criatividade, de aprender sozinho, de trabalho em equipe. Habilidades que farão a diferença no futuro profissional dessas crianças e adolescentes, eu adquiri participando desse torneio e cheguei onde estou hoje”, relembrou o superintendente.

Veja como foi a etapa regional: 

Temporada

Na temporada 2020-2021 da FIRST® LEGO® League (FLL)  o tema é RePLAY – esportes e brincadeiras que movimentam o corpo e evitam o sedentarismo. O intuito é incentivar a prática de atividades físicas para garantir uma qualidade de vida melhor, evitar o sedentarismo e promover a saúde.

Deste modo, os participantes precisaram pensar em formas inovadoras de motivar e tornar as pessoas mais ativas. Este é o primeiro critério de avaliação: Projeto de Inovação.

É no Desafio do Robô que vemos a magia dos projetos. As equipes colocam em prática o que foi idealizado e o robô realiza 14 missões específicas, tais como: capturar, transportar, ativar ou entregar objetos em um tapete oficial da competição. Cada time tem direito a três rounds para completar o máximo de tarefas possíveis durante 2 minutos e 30 segundos.

Para avaliar o Design do Robô, os juízes levam em consideração sensores de movimento, cor, controladores e motores, além da programação e estratégia utilizadas. A capacidade da equipe em demonstrar o que foi feito e como foi feito, bem como explicar a evolução do trabalho até o projeto final também são fatores avaliados pelos juízes.

Por fim, são verificados os Core Values. Esta categoria visa manter a competição amigável, com ganho mútuo. Deste modo, o trabalho em equipe, com inclusão, diversão e inovação são considerados.

Confira os premiados em cada categoria: 

Champion’s Awards:

  1. The Walking Lego
  2. Legos Vorazes
  3. Lego Side

Desempenho do Robô:

  1. The Walking Lego
  2. Lego Side

Core Values:

  1. Tecnolandia
  2. Imagine Lego

Design do Robô:

  1. Legotrix
  2. Troia

Projeto de Inovação: 

  1. The Kings
  2. Sirius

Prêmio Técnico Destaque:

Leonardo Callegario (Tronics Plus +)

Classificados para a etapa nacional: The Walking Lego, Legos Vorazes, Lego Side, The Kings

Suplentes para a etapa nacional: Legotrix, Tecnolandia, Sirius e Troia

* Por Fiorella Gomes 

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Elas na robótica! Elas na ciência!

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado a cada ano em 11 de fevereiro, é liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e pela Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) em colaboração com instituições e parceiros da sociedade civil que promovem o acesso e a participação de mulheres e meninas na ciência.

Na semana em que se celebra o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o Sesi destaca como um currículo inovador incentiva a participação feminina nas disciplinas que preparam para as profissões do futuro. Há pelo menos uma década, o Sesi-ES trabalha com as disciplinas de Robótica e Empreendedorismo, sendo pioneiro no Espírito Santo ao inseri-las em sua grade curricular. Enquanto uma auxilia as alunas técnicas de programação e como lidar com robôs, a outra prepara para o mercado e as mudanças econômicas.

Raciocínio lógico, trabalho colaborativo e criatividade são apenas alguns dos benefícios trazidos pela robótica aplicada à educação de crianças e adolescentes.  A partir de 2020, a Robótica passa a ser ensinada desde a 3ª série do Ensino Fundamental I. Já o Empreendedorismo é inserido na grade das turmas de 1ª série ao 9º ano do Ensino Fundamental.

Torneio Sesi de Robótica

Somente neste ano, em todo o Brasil, mais de 2.200 meninas se inscreveram no Torneio Sesi de Robótica FIRST LEGO League (representando 43% dos jovens). A competição promove o aprendizado por meio do universo STEAM (sigla para Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), metodologia de ensino presente em todas as escolas da rede, que abre portas para as profissões do futuro e exerce importante papel em estimular o acesso e a participação de meninas na ciência. No Espírito Santo, o Torneio de Robótica FLL (First Lego League) será realizado na unidade Sesi de Jardim da Penha, nos dias 14 e 15 de fevereiro. A FFL é uma competição internacional que tem como objetivo trabalhar a concorrência amigável e despertar o interesse pela matemática e ciências. Junto da First Lego League, teremos uma competição na qual as equipes precisam projetar, modelar e testar um protótipo de um carro de F1.

Maior participação de mulheres na ciência é tendência no Brasil e no mundo! 

 

ONU destaca, que nos últimos 15 anos, a comunidade global fez um grande esforço para inspirar e envolver mulheres e meninas na ciência. | Foto: Divulgação/ ONU Mulheres Vietnã – Pham Quoc Hung.

No mundo, em geral, a participação de mulheres na ciência – a base do desenvolvimento da inovação – tem crescido de forma significativa. De acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) e o relatório Elsevier Gender in The Global Research Landscape (Gênero no cenário da pesquisa global, em tradução livre), de 2017, mulheres respondem por 40% dos pesquisadores em nove das 12 regiões geográficas analisadas: União Europeia (28 países considerados em bloco), Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, França, Brasil, Dinamarca e Portugal.

No Brasil, a relação de gênero, em número de pesquisadores, está mais próxima da igualdade: 49% dos autores de pesquisa e artigos científicos são mulheres. Só entre 2011 e 2015, a participação das mulheres cresceu 11% no país, índice semelhante ao da Dinamarca.

 

Nos próximos anos, a pesquisa científica vai desempenhar um papel fundamental no monitoramento de tendências relevantes em áreas como segurança alimentar, saúde, água e saneamento, energia, gerenciamento de ecossistemas oceânicos e terrestres e alterações atmosféricas. As mulheres vão desempenhar um papel essencial na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao ajudar a identificar problemas globais e encontrar soluções. Apesar dos ganhos notáveis que as mulheres conquistaram na educação e na força de trabalho nas últimas décadas, o progresso foi desigual. De acordo com o Instituto de Estatísticas da UNESCO (UNESCO-UIS), apenas 28% dos pesquisadores do mundo são mulheres. Por isso é tão importante promover a igualdade da participação de mulheres na ciência requer uma mudança de atitudes: as meninas precisam acreditar nelas mesmas como cientistas, exploradoras, inovadoras, engenheiras e inventoras.

 

 

* Com informações da Agência CNI de Notícias e da assessoria da Unesco.

*Por Thaissa Dilly

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Mais uma vez alunos do Sesi vão representar o ES na Olimpíada Brasileira de Robótica

Nossos alunos conseguiram destaque no pódio da etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR).  Foram três primeiros lugares das nossas escolas: dois times de Jardim da Penha conquistaram os primeiros lugares nos níveis 1 (Ensino Fundamental) e 2 (Ensino Médio) e garantiram vaga no nacional no sábado (10), no ginásio da unidade Sesi de Jardim da Penha.

As equipes Legotrix e The Walking Lego, formada por estudantes do Sesi Jardim da Penha, ficaram, respectivamente, com o 1º e o 2º lugar no Nível 1 (Ensino Fundamental) e os alunos de Ensino Médio da Legotrix também conquistaram a 1ª colocação no Nível 2.

A próxima etapa da competição acontece em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, entre 22 e 26 de outubro. Os vencedores das seletivas regionais de todo o Brasil vão se enfrentar pela oportunidade de ir para a Robocup, em Sydney, na Austrália.

Com mais de 115 times de escolas municipais, estaduais e federais das redes públicas e privadas na competição, o Sesi também faturou outros prêmios. A equipe de Laranjeiras subiu ao pódio e ficou com o 3º lugar do Nível 1. Os estudantes do Sesi Aracruz garantiram a 3ª colocação do Nível 2. Foram mais de dez prêmios de excelência em diversas categorias, que você confere abaixo:

Bernardo Infantini de Aguiar, 8º Ano; e Rita de Cássia Genizelli Cruz, 7º Ano – Equipe Legotrix – 1º Lugar Nível 1

Bruno Remeikis, 3ª Série EM;
Fellipe da Silva Moraes, 9º Ano; Victor Corrêa Fava Leite, 8º Ano – Equipe Legotrix, 1º Lugar Nível 2

Eduardo Schultz, 8º Ano; Nicolly Pimentel, 6º Ano; Maria Eduarda Marcelino, 8º Ano; Stephani Ferreira, 6º Ano – Equipe The Walking Lego – Vice campeã Nível 1

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Etapa Regional da Olimpíada Brasileira de Robótica será no sábado (10), no Sesi Jardim da Penha

Está chegando mais uma etapa da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que será realizada no próximo sábado (10), no Ginásio do Sesi de Jardim da Penha. O evento reúne mais de 700 estudantes, divididos em 183 equipes, que competem por uma vaga na etapa nacional do torneio.

Aberta ao público, a competição acontece das 8h às 17h entre estudantes da rede de ensino privada e pública, de escolas municipais, estaduais e federais. Os alunos das unidades Sesi, pioneiro no ensino de robótica no ES, estão em preparação constante em suas escolas. A disciplina faz parte da grade curricular e os estudantes são estimulados a participar deste e de outros eventos científicos ligados à robótica.

Após a etapa regional, 4 equipes (duas de cada nível) seguem para Rio Grande, no Rio Grande do Sul, onde acoontece a disputa nacional, entre 22 e 26 de outubro, com equipes de escolas de todo o Brasil. A competição é dividida em nível 1, com estudantes do 1º ao 8º ano do Ensino Fundamental; e nível 2, com estudantes a partir do 8º ano do E.F e das três séries do Ensino Médio.

Os vencedores da etapa nacional seguem para a competição internacional, a Robocup, em Sydney, na Austrália.

Sobre a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR)
A Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) tem o objetivo de estimular os jovens às carreiras científico-tecnológicas, identificar jovens talentosos e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro. A OBR destina-se a todos os estudantes de qualquer escola pública ou privada do Ensino Fundamental, Médio ou Técnico em todo o território nacional, e é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos.

O Sesi ES, em parceria com a Ufes, realiza o evento desde 2017. Começamos com um número de 53 equipes no primeiro ano e, ao longo desta parceria, alcançamos mais de 180 equipes participantes em 2019.

 

Por Elaine Maximiniano

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Conheça 7 benefícios do Sesi Robótica no desenvolvimento dos alunos

Raciocínio lógico, trabalho colaborativo e criatividade. Esses são apenas alguns dos benefícios trazidos pela robótica aplicada à educação de crianças e adolescentes, e que é adotada pelo Sesi-ES há 12 anos. A metodologia de ensino, voltada para o estudo, planejamento e elaboração de projetos relacionados à criação e programação de robôs de todo tipo, gera impactos na aprendizagem do aluno como um todo, indo muito além de conteúdos curriculares da área de exatas, como matemática, física e ciências.  Uma oportunidade para as crianças e adolescentes aprenderem de uma maneira mais mais prática, facilitada e divertida.

“A robótica é uma ferramenta incrível. Com ela podemos mostrar na prática fenômenos que antes os alunos só viam na teoria. Quando os alunos colocam a mão na massa o aprendizado se torna mais significativo”, pontua o professor Thiago Ferreira, orientador da equipe de Robótica Tecnoside, que reúne alunos do Sesi de Maruípe e de Porto de Santana.

Além desses fatores, a introdução da robótica na mais tenra idade prepara os estudantes para o futuro, que já está sendo moldado pela Quarta Revolução Industrial, onde conhecimentos na área de tecnologia e inovação são diferenciais para o mercado de trabalho e a vida profissional.

“Com o aprendizado de robótica, o aluno passa a ser o protagonista no processo de criação do seu próprio conhecimento. Além disso, ele deixa de ser apenas um consumidor de tecnologia passando a criar a tecnologia. Isso é fantástico”, destaca o professor.

O progresso dos estudantes também é visível nas questões comportamentais. O convívio em grupo, apresentação em feiras temáticas e nos desafios e olimpíadas desenvolvidos nessa área permitem que os alunos melhorem na fala, na articulação de ideias, diminuem traços como a timidez e passe a ter mais objetivo e responsabilidade na vida escolar.

Caso do Henrique Brêda, 15 anos. Com um histórico conturbado na escola, ele conta que se encontrou na robótica, abraçando a pesquisa e as responsabilidades que o projeto trouxe para a sua vida.

“Depois que eu entrei para o time de robótica, tudo mudou, as ocorrências não vieram mais. Estar envolvido com isso é fantástico. Na pesquisa a gente aprende muita coisa. Temos que saber relação de engrenagem, que entra em matemática e física, temos que pensar em cálculo, temos que programar, o que desenvolve nossa lógica. Tudo isso ajuda muito na vida escolar”, afirma.

Metodologia

Um dos pontos primordiais para o sucesso do processo de robótica, tecnicamente conhecido como zoom education, é a diferenciação no conteúdo para cada fase dos alunos. Do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, a técnica da robótica é utilizada em contexto com assunto trabalhado no dia a dia. Um processo de construção do conhecimento usando a ferramenta. Já de 6º ao 8º ano, a metodologia é mais aplicada na área da ciência.

Foi nessa época do aprendizado que João Paulo Pereira Eleotério, hoje com 15 anos, conhecer a equipe do Sesi Lego Robótica.

“Conheci o projeto no sexto ano, quando entrei no Sesi e logo me interessei, porque eu gostava muito de Lego, mas quando eu era pequeno não tinha condições de ter um”, revelou. “Eu comecei com o Lego Zoom, que é voltado para as crianças. E fui me aprimorando com isso. A partir do momento que eu entrei, me apaixonei e não consegui mais sair (do projeto)”, conta animado.

No ensino médio, trabalha-se a matemática e a física, de forma extracurricular, abrangendo os torneios de robótica, como a Olimpíada Brasileira de Robótica.

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Reconhecimento

O projeto Sesi Robótica é referência no Espírito Santo, com reconhecimento regional e nacional.

Em Brasília, durante a Olimpíada do Conhecimento 2018, no mês de julho deste ano, as equipes do Espírito Santo, representadas por alunos das unidades de Civit (Serra), Maruípe (Vitória) e Porto de Santana (Cariacica) alcançaram o primeiro lugar no Desafio de Robótica na Indústria, tanto modalidade individual e quanto no desafio de alianças.

Em Vitória, no último sábado (04), os alunos do Sesi mais uma vez foram destaque, dessa vez na etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) e, agora, vão representar o Espírito Santo na etapa nacional da competição.

As equipes Legos Vorazes (Sesi Maruípe), The Walking Lego (Sesi Jardim da Penha) e Power Girls (Sesi Maruípe) ficaram, respectivamente, com o primeiro, segundo e terceiro lugar do Nível 1 (alunos até o sétimo ano do ensino fundamental).

Já no Nível dois (alunos do oitavo ano e ensino médio e técnico), a equipe The Kings (Sesi Linhares) ficou em primeiro lugar e viaja para João Pessoa (PB) entre os dias 6 e 9 de novembro para disputar com equipes de todo o Brasil.

Conheça 7 benefícios da robótica na educação de crianças

Em busca de um ensino de Excelência na Educação Básica e Média, o  Sesi foi a primeira rede de escolas do Espírito Santo a introduzir a robótica em sua grade curricular, atendendo assim às mudanças exigidas por um mundo cada vez mais tecnológico e digitalizado.

Abaixo listamos os benefícios do ensino da robótica nas escolas, seguindo as experiências relatadas pelos nossos alunos. Confira!

Com as aulas curriculares de Robótica, o aluno tem a oportunidade de aprender, na prática, os conteúdos teóricos aprendidos em sala. Noções de força, movimento e aceleração são alguns dos exemplos de teorias que podem ser observadas durante o desenvolvimento de uma estrutura. E o melhor, na  Robótica, a própria criança coloca a mão na massa: ela manuseia, constrói, vê o que dá errado e o que dá certo.

O ensino da linguagem de programação estimula os alunos a pensarem de forma estruturada, uma vez que, ao desenvolverem o robô, eles precisam designar ações a serem cumpridas pelo computador, por meio de códigos específicos, criados por sequências de números e palavras. Com essa metodologia, o lado esquerdo do cérebro é trabalhado. E é justamente ele o responsável pelo raciocínio lógico, analítico e crítico das pessoas.

A robótica estimula a melhora do desempenho escolar em diversas disciplinas escolares, sobretudo em matérias como matemática, física e também o inglês. Assim, números e novas palavras se tornam mais familiares, facilitando o raciocínio mais preciso e permitindo a união de teoria e prática.

Aprender a programar auxilia a criança e o adolescente a descobrir suas potencialidades e estimular suas aptidões. Eles se tornam mais engajados e entusiasmados a seguir em busca de novos desafios. Além disso, no futuro, por terem habilidades diferenciadas, deverão se destacar no mercado de trabalho.

Às vezes, os planos não saem como queremos e o projeto dá errado. O que fazer? Na robótica, o aluno aprende desde cedo a lidar com os próprios limites e a conviver com a frustração: entender que erros são normais e que o que vale é participar, lutar e aprender com esse erro. Esse é um desafio inerente ao processo de aprendizagem e convívio social. Além disso, ao desenvolver um projeto, o aluno aprende a ser paciente e disciplinado, pois vê na prática que as coisas nunca acontecem de imediato: é preciso planejamento e as tarefas devem ser resolvidas uma depois da outra.

O conceito de disrupção é simples: uma inovação que cria um novo modelo, forçando o anterior a mudar ou fracassar. E é isso que significa ensinar programação na grade curricular das escolas do SESI: romper o modelo de educação anterior, que já está ficando obsoleto, e inovar para se adequar ao novo. Nessa metodologia, por exemplo, os professores deixam de ser meros replicadores de conteúdos para os alunos, e passam a ser facilitadores do aprendizado, uma vez que se tornam responsáveis  por motivar e reforçar valores como trabalho em equipe, a importância de ter um espírito empreendedor, organização e planejamento do tempo.

Embora tecnologias envolvam padrões lógicos, falhas podem acontecer. E o que fazer quando a sequência de códigos responsável pelos comandos do computador não for desenvolvida da forma correta? Nesses casos, o aluno se depara com uma situação exige dele buscar soluções alternativas e inovadoras, a fim de cumprir o desafio proposto.

Mais do que uma base curricular, o Sesi-ES propicia aulas e atividades que provocam um pensamento criativo e inovador, com diferenciais que valorizam as aptidões do aluno, baseados em sua história de vida, seus talentos e experiências pessoais.

Clique aqui e fique por dentro dos diferenciais e demais projetos desenvolvidos pelo Sesi.

Por Fiorella Gomes

Com colaboração de Ariel Gracelli

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