SesiViva+ será apresentado às regionais da Findes

Nas próximas semanas, as regionais da Findes irão conhecer o SesiViva+, a nova plataforma online do Sesi que facilita o acesso às informações e à tomada de decisões sobre investimentos em segurança e saúde dos trabalhadores (SST) na indústria.

O canal possibilita às empresas reunir em um ambiente único um conjunto de ferramentas como programas especializados, campanhas, conteúdos técnicos e canais de relacionamento para gestores da indústria implementarem ações de melhoria da gestão de SST e de estímulo à construção de um ambiente seguro e saudável.

O evento acontece para as regionais de Vitória, Serra e Aracruz na próxima terça-feira (21); na quinta-feira (23), será a vez de Colatina. No dia 28, o lançamento será feito para a regional de Linhares; no dia 03 de setembro, quem conhece o SesiViva+ é Cachoeiro de Itapemirim.

Mas, porque aderir ao SesiViva+? Abaixo te damos 7 bons motivos para isso. Confira!

1)   Gestão do eSocial

O SESI Viva+ prepara e apoia empresas no atendimento às questões relativas à SST no eSocial – sistema que comunica ao governo, de forma unificada, informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores. O SESI fornecerá às empresas um sistema com todos programas legais parametrizados conforme exigências do eSocial, englobando módulos como higiene ocupacional, ergonomia, análise de riscos, saúde e segurança no trabalho.

2)   Gestão de segurança e saúde no trabalho

A plataforma fornece painéis de indicadores para apoiar gestores empresariais em decisões relativas às ações prioritárias de segurança e saúde no trabalho. Com essa ferramenta, é possível identificar riscos legais e processos de segurança e saúde no trabalho e perfis de saúde e estilo de vida do trabalhador para melhorar a gestão de SST.

3)   Gestão dos afastamentos de trabalhadores (FAP)

Por meio da nova plataforma online do Sesi, será possível fazer uma melhor gestão dos afastamentos por doenças e acidentes de trabalho e monitorar os indicadores que impactam no Fator Acidentário de Prevenção (FAP), índice que integra cálculo de contribuição de incidência de afastamentos acidentários sobre a folha de pagamento das empresas.

4)   Gestão de segurança e saúde no trabalho para cadeia de fornecedores

Na plataforma SESI Viva+, indústrias podem acompanhar a gestão de segurança e saúde no trabalho de seus fornecedores, já que têm responsabilidade subsidiária em relação a empregados terceirizados. Contarão com sistema de gestão em segurança e saúde no trabalho integrado que terá dados e informações sobre cumprimento de requisitos legais e qualificação e avaliação de fornecedores. A partir daí, será possível monitorar a qualidade e a necessidade de capacitação e aperfeiçoamento da gestão de segurança e saúde na cadeia de fornecedores.

5)   Gestão de conteúdos técnicos

Empresas podem usar a plataforma do SESI Viva+ para armazenar e compartilhar com trabalhadores conteúdos técnicos de segurança e saúde no trabalho, como políticas da empresa, procedimentos de SST, informes diários de segurança, vídeos de capacitação e sensibilização e informações sobre campanhas de SST. Além disso, a ferramenta disponibiliza conteúdos personalizados que ajudam trabalhadores e empresas a superarem seus principais desafios relacionados à adoção de hábitos mais saudáveis e à segurança e saúde no trabalho. Entre os quais estão dados sobre a saúde dos trabalhadores, notícias e artigos para melhorar a gestão de SST e estimular os  trabalhadores a criar hábitos saudáveis.

6)   Canal de relacionamento entre indústria e trabalhadores

Canais web personalizados permitem que empresas e trabalhadores interajam para superar seus principais desafios relacionados à segurança e saúde no trabalho e adoção de hábitos mais saudáveis. Para isso, o SESI Viva+ disponibiliza redes sociais para interação entre empresa e empregados. Nesses espaços, há trocas de experiências, dicas e notificações importantes, como de campanhas de saúde que mobilizam toda a empresa.

7)   Promoção da saúde e prevenção de doenças

Com o SESI Viva+ será possível desenvolver modelos para identificação e monitoramento de trabalhadores com doenças crônicas não-transmissíveis, como doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e câncer. Para desenvolver medidas de redução de custos com planos de saúde, serão produzidos estudos epidemiológicos a partir de dados da operadora de saúde suplementar da empresa.

Saiba Mais sobre o SesiViva+

 

Serviço

Lançamento do SesiViva+

– Vitória, Serra e Aracruz

Data: 21/08/2018

Horário: 14h às 16h

Local: Auditório Findes – 9º andar

Inscrições: http://bit.ly/VitoriaSerraAracruz

– Colatina

Data: 23/08/2018

Horário: 14h às 16h

Local: Auditório do SENAI, Rod. do Café, km 2, s/nº, São Silvano – Colatina/ES

Inscrições: http://bit.ly/Colatina

– Linhares

Data: 28/08/2018

Horário: 14h às 16h

Auditório Senai – Avenida Filogônio Peixoto, 396, Aviso – Linhares/ES.

Inscrições: http://bit.ly/SesiVivaMaisLinhares

– Cachoeiro

Data: 03/09/2018

Horário: 14h às 16h

Local: Auditório – Centro Integrado Senai – Av. Jones dos Santos Neves, 975 , Alto Monte Cristo – Cachoeiro de Itapemirim/ES

Inscrições: http://bit.ly/SesiVivaMaisCachoeiro

Por Fiorella Gomes

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Por que sua empresa deve se adequar às exigências do eSocial?

Há bons quatro anos, o Governo Federal baixava o Decreto nº 8373, com os princípios do eSocial: era 11 de dezembro de 2014. Hoje, em 2018, esse projeto passa a ser uma realidade para as empresas brasileiras, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, que realizam uma corrida contra o tempo para se adequar às exigências para sua implementação. Mas, por que a sua empresa precisa realmente se adequar a esse programa?

Simplificar e organizar informações encaminhadas sobre os registros laborais do colaborador são apenas dois dos benefícios pelos quais vale a pena o trabalho de adequar a sua empresa ao eSocial. Inteligente, essa ferramenta digital unifica informações sobre as  obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias da empresa como bem lembra o diretor de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi-ES, Júlio Zorzal.

“Pro empregador, o eSocial traz um grande desafio de uma gestão integrada. Uma boa prática de gestão é colocar as áreas de negócio da sua empresa, seja ela contábil, financeira, jurídica, recursos humanos e de segurança e saúde do trabalho para conversarem e buscarem a integração dos dessas informações, de forma que, ao serem subidas para a plataforma, não haja inconsistências. Para o trabalhador, traz o benefício de disponibilizar as informações de sua vida laboral em uma plataforma única, facilitando o resgate desses dados em caso de necessidade, como no processo da aposentadoria”, aponta.

Aliado na otimização dos processos de gestão, o eSocial tira a necessidade de papéis, centralizando informações, agilizando e desburocratizando ações, além de facilitar a tomada de decisões. Isso porque a ferramenta permitirá que as empresas realizem análises bem direcionadas e bem fundamentadas em cima das informações disponíveis e tomem decisões em um tempo mais curto.

Outro aspecto do eSocial é o dinamismo e praticidade no cumprimento de obrigações antes complexas. Mas, ainda assim, as empresas precisam ficar atentas e ter uma responsabilidade maior com a gestão das informações que são encaminhadas rotineiramente para o governo, como frisa Zorzal.

“Nesse novo processo que iniciou em janeiro de 2018, as empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões,  devem enviar também informações relacionadas à saúde e segurança do trabalho. Com isso, aumenta um pouco mais o cuidado que as empresas devem ter com as informações que serão enviadas para essas plataforma, porque elas vão de forma integrada, considerando uma base única do cadastro da empresa e de seus trabalhadores, com informações desde sua admissão, passando pela gestão dos afastamentos durante a vida laboral, até seu desligamento por algum motivo: demissão, aposentadoria ou pedido de encerramento contratual”, frisa.

Com premissa inicial de garantir direitos previdenciários e trabalhistas, o eSocial pode ser visto como uma ferramenta que promove a melhora do relacionamento empresa-colaborador, tornando processos mais transparentes. Além disso, ela ajuda a eliminar redundância das informações prestadas pelas pessoas físicas e jurídicas, a aprimorar a qualidade das informações enviadas ao governo, além de conferir um tratamento diferenciado às microempresas e empresas de pequeno porte.

No entanto, ela traz também para o governo um maior potencial de fiscalização, pois por meio de ferramentas digitais consegue-se traçar perfis de empresas, setores, e até monitorar se os requisitos normativos estão realmente sendo seguidos.

Seminário eSocial

As exigências do e-Social, que devem ser atendidas até janeiro de 2019 pelas empresas, têm gerado muitas dúvidas nos empresários, gestores e colaboradores responsáveis pelos dados que devem ser inseridos nessa plataforma digital. E, para ajudar esclarecer todos os pontos de maneira simplificada e completa, será promovido, no próximo dia 13 de agosto, o 3º Seminário de Gestão de Pessoas.

Saiba mais em: http://bit.ly/SeminarioeSocial

Por Fiorella Gomes

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Seminário gratuito vai explicar as mudanças do eSocial no próximo dia 13

O e-Social é o novo Sistema do Governo Federal para registro dos eventos trabalhistas e seu uso será obrigatório para todas as empresas de grande, médio e pequeno porte, que deverão registrar toda e qualquer movimentação relativa às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas até janeiro de 2019 na plataforma.

A transição para o novo sistema vem gerando diversas dúvidas para empresários, gestores e colaboradores responsáveis por estes dados e, para ajudar a esclarecer todos os pontos de maneira simplificada e completa, será promovido, no próximo dia 13 de agosto, o 3º Seminário de Gestão de Pessoas.

O evento será realizado das 13h às 18h no auditório da Findes e recebe especialistas no assunto para explicar o funcionamento da plataforma e tirar as dúvidas dos participantes. Realizado pelo Sindiplastes, pela Ases e pelo Sindifer, o seminário conta com a parceria do Sistema Findes, o Sebrae, a ABRH-ES.

 

 

Clique aqui e acompanhe a transmissão ao vivo!

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Por que as indústrias devem investir em saúde e segurança no trabalho?

Investir em gestão da saúde e segurança no trabalho contribui para o aumento da competitividade e a redução dos custos para as empresas

 

Aumentar a competitividade, produtividade e lucratividade da indústria deve ir muito além do investimento em inovação e tecnologia para a melhoria dos seus processos: é preciso olhar para o seu material humano, o seu colaborador, investindo na sua qualidade de vida, saúde e segurança. Investir em gestão da saúde e segurança no trabalho dá retorno e reduz custos para as empresas.

Números levantados pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional e Industrial do Espírito Santo (Ideies), apontam que no Estado, entre 2012 e 2017, foram perdidos 3.803.520 dias de trabalho, impactando diretamente na competitividade das indústrias capixabas, seja em função dos elevados custos associados aos afastamentos, seja pelos trabalhos perdidos, além do aspecto negativo na área social. No Brasil, este número chegou a 305.299.902 dias perdidos.

Tais fatos mostram que a gestão correta de Saúde e Segurança do Trabalho, além de diminuir acidentes e aumentar a produtividade dos trabalhadores, gera redução dos custos da empresa.

Ao não investir em prevenção de acidentes, a empresa acaba pagando um alto custo do  Seguro de Acidentes do Trabalho, retendo o FGTS do trabalhador afastado, arcando com os custos de sua estabilidade no retorno ao trabalho, com os custos da eventual judicialização do episódio e das ações regressivas que o INSS move.

Entre 2012 e 2017, aponta o Ideies, os afastamentos previdenciários acidentários, considerando apenas os auxílios-doença por acidente do trabalho, geraram uma despesa total de R$ 175,8 milhões de reais no Espírito Santo. No Brasil esse montante foi de R$ 14,9 bilhões.  

De acordo com o diretor de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi-ES, Júlio Zorzal, esses e outros aspectos devem ser observados pelos gestores para realizar a implementação das medidas de SST nas empresas.

“Um deles é o social, o próprio afastamento ocasiona problemas na vida do trabalhador e de sua família, isso é inegável. Mas a indústria também é afetada com a perda de produtividade, a redução da produção e, naturalmente, da competitividade da empresa, ocasionando impactos financeiros e perda da capacidade produtiva pela ausência daquele trabalhador em função do acidente de trabalho”, apontou.

Zorzal aponta ainda que que as indústrias podem ser punidas com multas, interdições e notificações pelos órgãos de controle. Ele destaca a implementação do eSocial como ferramenta digital que exigirá das organizações maior atenção gestão das informações e dos processos de saúde e segurança do trabalho.

“Ele prevê uma gestão informatizada de todas as informações trabalhistas, recursos humanos, previdenciárias e, principalmente, saúde e segurança do trabalho. Isso traz para a empresa o desafio de fazer uma gestão integrada de todas essas informações. A indústria, hoje, se não tiver preocupada com a gestão dessas informações pode ter alguns passivos relacionadas à SST para responder junto aos órgãos de controle”, alertou.

Números que impactam

Os índices de acidente de trabalho são altos no Espírito Santo, embora tenham apresentado uma redução nos últimos três anos. O “Anuário Brasileiro de Proteção (OIT) de 2017”, que coletou dados sobre o assunto em 2016, tendo como referência números de 2015, coloca o Espírito Santo como o 7º estado com maior proporção de acidentes no Brasil e o 2º em taxa de óbitos.

Dados no “Observatório Digital de Saúde e Segurança no Trabalho”, levantados pelo Ideies, apontam que, entre 2012 e 2017, foram registrados 69.939 acidentes de trabalho no Espírito Santo, o que corresponde a 1,8% dos 3.879.755 acidentes registrados no país no período.

A proporção de óbitos decorrentes dos acidentes de trabalho no Espírito Santo é maior, somando 462 mortes entre 2012 e 2017 e chegando a 3,2% do total de óbitos no Brasil (14.412). Na média do período, o estado registrou um acidente de trabalho a cada 45 minutos, e um óbito a cada 4 dias e 17 horas.

No estado, os setores da Indústria e Agropecuário têm maiores coeficientes de acidentes e de mortes, respectivamente. No período entre 2012 e 2016, quando analisado por setor, o coeficiente de acidentes de trabalho no Espírito Santo foi maior na Indústria, com 22,1 acidentes a cada 1.000 trabalhadores. Já o coeficiente de mortalidade foi maior na Agropecuária, com 18,3 mortes a cada 100.000 trabalhadores. 

Apesar de apresentarem os maiores coeficientes por quantidade de trabalhadores, estes setores concentram maior proporção de funcionários expostos a maiores riscos de acidentes, pelas características das suas atividades.

Júlio Zorzal aponta quais medidas devem ser tomadas para mudar essa realidade e melhorar os índices de SST nas indústrias capixabas.

“Primeiro ponto, é preciso identificar os riscos no ambiente de trabalho e os colaboradores que estão sujeitos a eles e, a partir daí buscar medidas de Engenharia e de Controle para reduzir ou eliminar os riscos. O ideal é eliminá-los e, aí, há a necessidade de investimentos, como a proteção de uma máquina, uma medida de controle para evitar acesso à determinados locais com risco de queda ou soterramento, medidas de manutenção das máquinas e equipamentos, medidas de controle dos EPIs dos trabalhadores”, destacou.

Visando a qualidade de vida dos trabalhadores da indústria e o aumento da competitividade do setor industrial capixaba, a Findes conta com a Diretoria de Saúde e Segurança no Trabalho do Sesi-ES, que realiza diversos eventos de informação, qualificação e inovação em SST junto às empresas e entidades capixabas. Há ainda o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) da Findes, que dedica atenção às ações internas de prevenção e segurança, em todas as unidades.

Prêmio Sesi de Boas Práticas em SST

Para estimular soluções inovadoras e eficientes e mitigar os problemas ocasionados pelos acidentes ou adoecimentos por questões trabalhistas, o Sesi-ES promove o “Prêmio Sesi de Boas Práticas em SST”, uma competição para pequenas, médias e grandes indústrias, além de prestadores de serviço, que reconhece e valoriza as iniciativas de melhoria na prevenção de acidentes e promoção de saúde no trabalho.

As três empresas com as melhores práticas em cada modalidade serão conhecidas e premiadas durante a Semana Prevenir, com solenidade de abertura marcada para o dia 26 de novembro. O 1º lugar de cada modalidade receberá troféu e placa de reconhecimento para a equipe autora do trabalho. O 2º e 3º lugar receberão placa de reconhecimento.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail disau@findes.org.br enviando a ficha de inscrição e uma descrição das práticas de SST concorrentes, que deve ser preenchida de acordo com o modelo de trabalho. Os interessados devem baixar os documentos, preencher, assinar e enviar por e-mail. Também é possível enviar um vídeo explicando como funciona a prática concorrente. Para saber mais, leia o regulamento.

Baixe a Ficha de Inscrição Aqui

Baixe o Modelo de Trabalho

Leia o Regulamento Aqui

Por Fiorella Gomes

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Sesi-ES: mais saúde e qualidade de vida para o trabalhador

No dia Nacional da Saúde a entidade reforça sua atuação na promoção da saúde e segurança do trabalhador da indústria capixaba

 

 

O Serviço Social da Indústria – Sesi – tem como missão promover a qualidade de vida do trabalhador e de seus dependentes, com foco em educação, saúde, segurança no trabalho e lazer, além de estimular a gestão socialmente responsável da empresa industrial. Em comemoração ao Dia Nacional da Saúde, que será celebrado no próximo dia 5 de agosto, a Divisão de Saúde e Segurança no Trabalho do Sesi-ES reforça seu compromisso de levar ao empregador e ao empregado a promoção da saúde e da segurança no trabalho de forma integrada, garantindo o cumprimento da legislação vigente por meio de uma série de serviços.

 

 

Para isso, a Divisão de Saúde e Segurança no Trabalho do Sesi-ES investe permanentemente em sua infraestrutura e num corpo altamente qualificado de funcionários, atendendo não só dentro das empresas, como também por meio de unidades físicas e móveis.

 

 

Como a qualidade de vida está diretamente relacionada à produtividade do trabalhador, é fator determinante investir na saúde deste e na segurança no ambiente de trabalho. As ações desenvolvidas pela Divisão de Saúde do Sesi-ES estão, assim, inseridas nos Direcionadores dos Departamentos Nacional e Regionais da entidade, e visam a apoiar as indústrias no cumprimento das normas legais estabelecidas e no aumento da produtividade por meio da melhoria das condições de segurança e saúde dos trabalhadores.

 

 

Um ambiente de trabalho seguro e sadio pode trazer diversos ganhos para o empregador, tais como:

 

• Aumento da produtividade e da competitividade.

• Melhora do ambiente de trabalho e das relações com os trabalhadores.

• Valorização da marca e credibilidade da empresa.

• Diminuição dos gastos operacionais decorrentes de faltas e afastamentos por doenças ou por acidentes.

• Maior adesão dos empregados aos objetivos empresariais.

 

 

O Sesi-ES é destaque, inclusive, pelos prêmios recebidos por sua atuação na saúde e segurança no trabalho. Em 2016, conquistou o Prêmio Marca Brasil nas categorias “Ginástica Laboral”, “Medicina Ocupacional” e “Serviços para SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho)”. A entidade no Espírito Santo foi premiada também por ter realizado o maior número de atendimentos dessa especialidade no país: 25.983 durante o ano de 2015.

 


Os serviços são oferecidos aos trabalhadores da indústria capixaba e seus dependentes

 

 

Dia Nacional da Saúde – 5 de agosto

 

No próximo dia 5 de agosto se comemora o Dia Nacional da Saúde. A data foi oficializada por meio de decreto-lei e inserida no calendário oficial brasileiro em 1967, com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da educação sanitária, despertando na população o valor da saúde e dos cuidados para com ela. O dia 5 de agosto foi escolhido para celebrar o Dia Nacional da Saúde por ser a data de nascimento do sanitarista Oswaldo Cruz, um importante personagem na história do combate e erradicação das epidemias de peste, febre amarela e varíola no Brasil, no final do século XIX e início do século XX.

 

Conheça abaixo as principais ações e serviços realizados pela Divisão de Saúde e Segurança no Trabalho do Sesi-ES:

 

 

 

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Colatina recebe última edição do Show do Trabalhador da Indústria 2017

 

Espetáculo passou pelas cidades de Vila Velha, Cachoeiro de Itapemirim, Aracruz, Linhares, São Mateus e Colatina


 

Encerrando a turnê do Show do Trabalhador da Indústria Capixaba de 2017, a apresentação do cantor Paulo Ricardo e Camerata Sesi-ES embalou a noite do sábado (29), em Colatina. Cerca de 3.500 trabalhadores da indústria marcaram presença na Arena Nort Star.

 

O presidente emérito do Sistema Findes, Marcos Guerra, prestigiou o evento e falou da alegria de levar o show para as principais regiões do Estado. “Encerro minha gestão neste show em Colatina, minha terra natal. É muito gratificante saber que os trabalhadores da indústria vieram aqui para curtir e aproveitar o espetáculo que o Sesi promove para eles. É nossa missão levar qualidade de vida e cultura. Por meio da Camerata Sesi, conseguimos essa parceria com o cantor Paulo Ricardo e pudemos realizar esse show em seis municípios do nosso Estado. Estamos muito satisfeitos com o resultado”, afirmou.

 

Confira os depoimentos dos trabalhadores da indústria

 

Thome Andreatta, funcionário do Sistema Findes em Colatina, agradeceu ao Sesi pela oportunidade. “Foi maravilhoso, realizei o sonho de conhecer o meu artista preferido, Paulo Ricardo.  Fomos num grupo de amigos, todos trabalhadores da indústria, e nos sentimos prestigiados com o  show que assistimos”, disse.

 

Izabel Cristina de Almeida Tinelli, que trabalha na indústria de confecção de Colatina, também esteve no show e relata como foi. “Fiquei emocionada quando presenciei de pertinho  a Camerata Sesi e a banda do Paulo Ricardo. Uma sintonia perfeita entre a música clássica e o rock nacional. O show foi pontual e a equipe do Sesi está de parabéns pela organização exemplar”, destacou.

 

De São Gabriel da Palha, o funcionário da Indústria gráfica Marcos Burgarelli fez questão de ir a Colatina. “Reuni um grupo de amigos e viajamos até Colatina para assistir a este lindo espetáculo. O Sesi está de parabéns pela iniciativa. A junção da Camerata Sesi com o cantor Paulo Ricardo foi um gol de placa. Um show de alto nível para a classe trabalhadora, que é tão carente de cultura e entretenimento em nosso Estado. Parabéns a todos”, enfatizou.


Por: Milan Salviato

 

 

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