5 ações do Sesi que movimentaram a cena cultural capixaba

O Sesi-ES, integrante do Sistema S, mantém uma rica programação cultural destinada a atender toda a sociedade e democratizar o acesso a espetáculos, peças teatrais, shows e exposições

 

 

O Sesi é umas das principais instituições que promovem eventos culturais no Espírito Santo. Em 2018, foram mais de 100 eventos, entre espetáculos da Orquestra Camerata, exposições no Sesi Arte Galeria, peças do Teatro Socioeducativo e apresentações no Teatro Sesi Jardim da Penha.

O ano passado marcou ainda a primeira década da Orquestra Camerata Sesi-ES, regida pelo maestro Leonardo David, que leva na bagagem mais de mil apresentações e um público de mais de 300 mil espectadores.

Destacamos abaixo, cinco ações do Sesi para o fomento da Cultura no Espírito Santo.

1 – I Festival Sesi de Música Clássica

Quase duas mil pessoas prestigiaram os concertos dos professores e alunos do I Festival Sesi de Música Clássica, que reuniu músicos do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.  O evento aconteceu na semana de 16 a 20 de julho de 2018 no Teatro do Sesi de Jardim da Penha, e teve todos os ingressos das apresentações esgotados e casa lotada em todos os concertos. Saiba Mais.

2 – Rockestra

A 7ª Edição da Rockestra reuniu 1.500 pessoas na arena de eventos Patrick Ribeiro, no Shopping Vila Velha. O projeto reúne clássicos do rock com os acordes da música clássica e conta com a participação de artistas capixabas. Estiveram presentes no palco, junto com a Orquestra Camerata Sesi-ES, os artistas Cláudio Passamani, Dona Fran, Laís Rocha e Marco Cypreste. A Rockestra busca aproximar a música clássica do público, tornando-a mais “popular”. Saiba Mais.

3 – Natal da Paz e do Bem

Uma ação inédita realizada pelo Sesi Cultura no Estado do Espírito Santo: o Natal da Paz e do Bem realizou uma projeção mapeada no Convento da Penha, um dos maiores símbolos religiosos do Estado. O espetáculo de luzes e projeções artísticas foi acompanhado por cerca de duas mil pessoas nos dois dias de evento e contou a história do presépio e do próprio Convento. As noites foram marcadas ainda pelas apresentações da Orquestra Camerata Sesi-ES, o coral Cameria Ifes, o Coro Vox Victoria, a Banda Sinfônica da Polícia Militar e a bateria da Mocidade Unida da Glória (MUG). Saiba Mais.

4 – Exposições

O Sesi promoveu quatro grandes exposições em Vitória durante o ano. Duas foram no Teatro do Sesi, em Jardim da Penha: “A paz no mundo começa dentro de nós”, com curadoria de Rosa-Nina Liebermann, que aconteceu de abril a junho; e “Pagliacci – III Festival de Ópera”, do expositor David Scardua, em outubro. As outras duas foram no Sesi Arte Galeria, localizado no térreo do Edifício Findes: “Museu dos Futuros Possíveis”, com a curadoria do arquiteto Paulo Miyada; e a exposição “Móvel Capixaba: Passado e Presente”, que aconteceu entre julho e setembro.

5 – Teatro Socioeducativo

É importante destacar também o trabalho realizado pelo Teatro Socioeducativo, que promove, por meio das artes cênicas, a difusão de maior conhecimento sobre Segurança e Saúde no Trabalho. Entre 2017 e 2018, foram 23 empresas atendidas, com 34 apresentações e 5.128 espectadores.

Camerata

Com dez anos de estrada, a Orquestra Camerata Sesi-ES possui uma programação anual rica, com séries de músicas clássicas e projetos que reúnem o som dos instrumentos de cordas à melodias mais populares. O Camerata Música Clássica, traz ao estado nomes nacionais e internacionais, como o maestro Cláudio Cruz, da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e o pianista Cristian Budu. Já o Camerata Pop une a música clássica aos ritmos mais populares, com apresentações como o “Anime in Concert”, em que a orquestra executa músicas de desenhos animados japoneses; e realiza apresentações a nomes da MPB, como Leila Maria e Artur Maia. Além do I Festival Sesi de Música Clássica, a Orquestra também realizou o Festival Sesi de Ópera.

Em 2018, foram 53 apresentações que ultrapassaram as barreiras do território capixaba, expandindo sua projeção nacionalmente, com concertos na renomada sala Cecília Meirelles, no Rio de Janeiro, ao lado de nomes como Danilo Caymmin, com quem gravaram um DVD. Participaram ainda do Festival Nacional de Jazz e Bossa Nova e o 8º Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal.

Orquestra Jovem

Por entender que o estudo de um instrumento leva ao desenvolvimento da sensibilidade e concentração, sendo um crescimento para o jovem como cidadão e gerando a eles uma visão diferente do mundo, o Sesi-ES conta com aulas de música em sua grade curricular. O projeto Sesi Música na Escola consiste na formação inicial nos instrumentos da orquestra, oferecendo aulas de violino, violão, violoncelo e viola para alunos das escolas da Grande Vitória. Os instrumentos são fornecidos pelo Sesi-ES e as aulas são ministradas pelos músicos da Orquestra Camerata Sesi.

No ano passado, foi criada a Orquestra Jovem do Sesi, composta por 66 alunos, com idade entre 10 e 15 anos, das unidades de Maruípe, Jardim da Penha, Cobilândia, Porto de Santa, Araçás, e Laranjeiras. O projeto é coordenado pela primeira violinista da Camerata Sesi, Gabriela Queiroz, e regida pelo maestro Leonardo David.

Seu filho pode fazer parte de uma instituição que fomenta a Cultura do Espírito Santo!

Estamos com matrículas abertas. Saiba Mais.

Por Fiorella Gomes

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Sesi Arte Galeria recebe Museu dos Futuros Possíveis

Exposição terá instalações interativas e obras multimídia desenvolvidas a partir de tecnologias em evolução

Como você imagina o futuro? E se você pudesse ver de que maneira serão os nossos próximos anos no planeta, como serão as cidades, construções, escolas, veículos, empresas… Como você acha o nosso mundo estará daqui a alguns anos? Foi com essa proposta que cinco artistas desenvolveram obras pensando nas possibilidades que o futuro nos reserva.

O Museu dos Futuros Possíveis, idealizado e organizado pelo Instituto Tomie Ohtake com patrocínio do Sesi, reúne criações de Camila Sposati (SP), Eduardo Kac (RJ), Gabriela Bilá (DF), Pedro França (SP) e da dupla Gisela Motta e Leandro Lima (SP), e estará em Vitória, no Sesi Arte Galeria, de 24 de outubro a 20 de janeiro, com curadoria de Paulo Miyada, com visitação gratuita.

Uma proposta de espaço dedicado à arte contemporânea, comprometido com a reflexão sobre as novas possibilidades que se descortinam com os desenvolvimentos nos campos da tecnologia, da indústria, do mercado, da sociedade, da cultura e assim por diante. A mostra reúne fotografias, obras multimídia e instalações interativas que estimulam a participação e diálogo do público.

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“O Sistema Findes tem se empenhado na transformação da indústria e da sociedade capixaba, desenvolvendo ações de estímulo à inovação e ampliação da produtividade. É pensando nos desafios do futuro que estamos investindo em educação e tecnologia. A exposição no Sesi Arte Galeria mostra como a cultura é fundamental neste exercício de prospecção e nos auxilia a dimensionar as mudanças que se aproximam de nós em ritmo cada vez mais acelerado”, declara Léo de Castro, presidente do Sistema Findes.

As obras foram desenvolvidas a partir de tecnologias que vêm evoluindo muito nos últimos anos e dão todos os indícios de que continuarão presentes – e cada vez mais modernas – no futuro graças à capacidade de adaptação e aperfeiçoamento. Da engenharia genética aos fluxos de comunicação instantânea, passando pela produção de materiais sintéticos e pelos meios de sociabilidade virtual, toda a exposição foi pensada para estimular o visitante a pensar os espaços, ações e relacionamentos no futuro.

“A cada passo, abrem-se oportunidades de inovação, mas também irrompem dúvidas e impasses inéditos. A arte, nesse processo, atua como uma criadora de metáforas, abre espaços para experimentação e caminhos para o debate, elucubrando sobre o presente e sobre as perspectivas que se colocam”, diz Miyada, curador da exposição.

 

Serviço
Exposição Museu dos Futuros Possíveis

Data: 24 de outubro (2018) a 20 de Janeiro (2019)
Horário: Terça a sexta, de 10h às 18h/ Sábado, domingo e feriados de 10h às 16h
Curadoria: Paulo Miyada
Local: Sesi Arte Galeria, Edifício Findes, Av. Nossa Senhora da Penha,2053, térreo, Santa Lúcia – Vitória
Entrada Gratuita / Classificação Livre
Agendamentos para grupos ou visitas guiadas: (27) 3334-7327

 

Por Elaine Maximiniano

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História do móvel capixaba será contada pela primeira vez em mostra no Sesi Arte Galeria 

Exposição apresentará a trajetória do móvel capixaba dos imigrantes à contemporaneidade e evidenciará a excelência técnica da marcenaria local 

Um registro inédito do setor moveleiro capixaba. Assim será a exposição “Móvel Capixaba: Passado e Presente”, com curadoria de Adélia Borges, produção do Studio Ronaldo Barbosa e realização do Sesi ES. A mostra será apresentada no Sesi Arte Galeria, de 12 de julho a 23 de setembro, e apresentará um olhar panorâmico sobre a produção moveleira capixaba com peças, imagens e textos que abrangem do século 19 aos dias atuais. Fruto de uma investigação por todo o Estado, a seleção inclui cerca 50 móveis de diversas tipologias e 20 painéis fotográficos, além de um vídeo elaborado especialmente para a ocasião.  

 “As pesquisas trouxeram à luz uma qualidade surpreendente. Num tema amplo, decidimos colocar o foco em peças que tenham a madeira e seus derivados como matéria-prima principal e privilegiar aquelas que revelem um esforço criativo próprio, valorizando seu design”, afirma a curadora Adélia Borges. 

 O percurso está dividido em seis núcleos:

O Legado dos Imigrantes” apresenta as criações de imigrantes italianos, pomeranos e poloneses que, dispersos pelas áreas rurais do Estado e contando com ferramentas rústicas trazidas da Europa, elaboravam suas próprias casas e móveis, aproveitando o conhecimento prévio de alguns na arte da marcenaria. Hoje essas peças se configuram em relíquias de grande valor histórico e objetos de desejo de colecionadores de vários Estados.

 “Marcenaria Primorosa” traz exemplares elaborados entre os anos 1940 e 1970 por marceneiros que primam pelo rigor da confecção artesanal, em estilos variados. Os autores do núcleo são o português Maia, o brasileiro João Menezes e os descendentes de italianos Pietro de Tassis e Abílio de Tassis. 

Já “Mestres do Moderno” mostra a atuação destacada no estado da tríade mais importante do mobiliário moderno nacional. Joaquim Tenreiro nos anos 1960, e José Zanine Caldas e Sergio Rodrigues nos anos 1980 passaram temporadas no Espírito Santo durante o desenvolvimento de seus projetos. De Tenreiro, duas cadeiras e várias fotos de ambientes representam a residência do empresário Camilo Cola em Cachoeiro do Itapemirim. Móveis e fotos de detalhes arquitetônicos da Pousada Pedra Azul, no município de Domingos Martins, marcam a presença de Zanine.  

“Design Contemporâneo Capixaba” reúne o talento dos muitos designers e arquitetos atuantes no momento no Espírito Santo, representados por Ana Paula Castro, Cezar Guedes, Luizah Dantas, Edu Silva, Irenêo Joffily Bisnetto, José Daher Filho, Jorge Zuccolotto, Marília Celin, Paulo Cesar Casate, Ricardo Freisleben, Rita Garajau, Ronaldo Barbosa, Rubens Spilszman, Rusimar Antônio, a dupla Cintia Chieppe e Márcia Paoliello e o departamento interno de desenvolvimento de produtos da Serpa Marcenaria. 

Para o núcleo “Alcance Nacional”, foram selecionados alguns exemplos da vasta produção de marceneiros capixabas para arquitetos e designers de outros Estados, por conta do alto padrão e qualidade do trabalho oferecido. Nomes reconhecidos de grandes centros como Arthur Casas, Claudia Moreira Salles, Eliane Pinheiro, Gisele Taranto, Lia Siqueira, Ivan Rezende e Miguel Pinto Guimarães são alguns dos que escolhem com frequência produção dos fornecedores capixabas. A maior parte é composta por armários, estantes, balcões e divisórias sob medida. Muitas dessas peças, nascidas de um projeto de arquitetura, passam a ser incorporadas ao mercado nacional de mobiliário.

As empresas fornecedoras nos dois núcleos acima são a Cap Israel, Demuner, Painel Verde, Maison Móveis, e marcenarias Espírito Santo, Serpa, Bisnetto, Gilmar Leite e Francischetto, além das oficinas artesanais ou semi-artesanais mantidas pelos próprios designers.

O último segmento, “A Potência da Indústria”, é dedicada ao móvel produzido em grandes séries no polo moveleiro de Linhares, caracterizado pela alta performance tecnológica, com a utilização de maquinário de última geração. O recurso utilizado para exemplificar essa produção é um armário “explodido” em seus vários componentes. Um vídeo preparado para a mostra traz imagens dos processos racionalizados de produção e depoimentos de Luiz Rigoni, diretor-presidente da Rimo e presidente da Câmara Setorial da Indústria Moveleira do Espírito Santo; Ademilse Guidini, diretor da Cimol e Paulo Nascimento, diretor da Panan. 

O polo – que em 2016 faturou 350 milhões de reais e gerou 1.400 empregos – é uma evolução das pequenas marcenarias dos descendentes dos imigrantes. Nessas empresas, o serrote, o formão e o enxó foram substituídos por máquinas de última geração controladas por computadores, que realizam usinagens precisas e evitam o desperdício de material. 

Móvel Capixaba: Passado e Presente” exibe grande variedade de tipologias, incluindo cadeira, poltrona, banqueta, carteira escolar, arca, berço, cama, criado-mudo, escrivaninha, aparador, sapateira, armário e divisórias de ambientes. Elementos fixos de arquitetura incluem porta, veneziana e cuba. E até o segmento religioso se faz presente com um confessionário italiano e fotos de altares de capelas. 

 Os objetos expostos pertencem a colecionadores públicos ou particulares ou foram emprestados pelos próprios empresários e designers. As coleções públicas são do Museu do Imigrante Polonês, de Águia Branca; Casa Lambert, de Santa Teresa; Casa da Cultura, de Domingos Martins; e Secretaria de Estado da Cultura (Secult). 


A exposição ocupará uma área de 370 m2 no Sesi Arte Galeria, inaugurado em 2017 em Vitória pelo Sistema Findes (Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo). Será acompanhada de catálogo impresso de 96 páginas, catálogo digital bilingue e hotsite, procurando difundir o seu conteúdo de forma democrática e acessível.  

 Ao demonstrar como as origens da imigração resultaram numa atividade moveleira de grande capacidade técnica, a exposição pretende contribuir para a difusão da cultura do projeto no segmento e fomentar a atividade no Estado. Passado e presente, assim, apontam para renovadas possibilidades do futuro, por meio da aproximação entre a excelência produtiva e a capacidade criativa. 

  

FICHA TÉCNICA 

Sesi Arte Galeria 

Inaugurado em 2017, o Sesi Arte Galeria se localiza na Avenida Nossa Senhora da Penha, em Vitória, e tem o propósito de oferecer programas culturais e artísticos de alto nível à população e em especial aos trabalhadores da indústria. O espaço possui área total de 800m², e visa “unificar o setor industrial e cultural pela mescla da arte com a história dos segmentos industriais capixabas, bem como reforçar a missão do Sesi-ES de promover a qualidade de vida do trabalhador da indústria”. 

  

Curadoria 

Adélia Borges (Cássia, MG, 1951) é curadora especializada em design, escritora, jornalista e professora de história do design. Desde 1998 dedica-se à curadoria e organização de exposições, já tendo realizado mais de 50 mostras no Brasil, em espaços como o Museu de Arte de São Paulo (MASP, São Paulo), Museu de Arte Moderna (MAM-SP, São Paulo), Paço Imperial (Rio de Janeiro) e Museu Oscar Niemeyer (MON, Curitiba), e ainda em instituições culturais na Argentina, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Itália e Japão. De 2003 a 2007 dirigiu o Museu da Casa Brasileira em São Paulo, SP. No exterior, integra o Board da London Design Biennale, entre outras instituições. É autora ou coautora de vários livros, entre os quais Sergio Rodrigues, da editora Viana & Mosley; Claudia Moreira Salles, da Bei Editora; e Móvel Brasileiro Contemporâneo, da FGV Projetos. Tem uma larga atividade na divulgação do design brasileiro. Além de português, artigos ou livros de sua autoria foram publicados em alemão, coreano, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês. Adélia é palestrante frequente, tendo se apresentado em duas dezenas de países.  

  

Produção executiva 

Ronaldo Barbosa (Vitória, 1951) é designer e artista plástico. Formou-se em 1975 na icônica Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), primeira escola de design da América Latina, e desenvolveu uma trajetória multidisciplinar que transita entre o Institucional Corporativo e o mundo das Artes. Pelo seu Studio, é criador de museus e exposições por todo o Brasil, como o Museu da Cachaça e Museu da Liturgia. É atual diretor cultural do Museu Vale (Vila Velha, ES) e mais recentemente (2017) apresentou a exposição de seus mais de 40 anos de carreira no Palácio Anchieta (Vitória, ES).  

  

Jarbas Gomes (Vitória, 1981) é designer especializado em gestão empresarial e mestre em administração pela Fucape Business School. Graduado pela Ufes, trabalha no Studio Ronaldo Barbosa desde 2003 e colaborou com a produção importantes identidades visuais, projetos editoriais, museus e exposições, como Museu da Liturgia, Museu da Cachaça de Salinas, Identidade Visual da TV Gazeta e Banestes, além do environment branding industrial da Vale. 

  

Pesquisa 

Livia Debbané (Vitória, 1988) é jornalista especializada em design. Graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), trabalhou na revista Bamboo de 2012 a 2016, tendo sido editora-chefe da publicação em 2016. Estagiou na galeria de design Carpenters Workshop, em Paris. Colaborou com a redação do livro Móvel Moderno Brasileiro (Editora Olhares, 2017), e organiza cursos sobre mobiliário na Viva Projects, em São Paulo.  

  

Serviço 

Exposição Móvel Capixaba: Passado e Presente 

Local: Sesi Arte Galeria 

Endereço: Av. Nossa Senhora da Penha, 2053, andar térreo, Edifício Findes, Santa Lúcia, Vitória/ES. 

Período: de 12 de julho a 23 de setembro de 2018 

Entrada gratuita 

Público Livre 

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